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> MALA DE VIAGEM PRÁTICA

01/08/2017

Muita gente tem pedido para falar mais sobre minha mala de viagem prática e, eu confesso, que acho engraçado, hehe. Porque acho que não tem nada demais. Mas, talvez aí esteja o segredo.

Desde que conheci Fabinho viajamos pelo menos uma ou duas vezes no ano para visitar os pais dele. A gente tem um ~porquinho viagem e vamos juntando para matar a saudade acumulada em alguns dias. O detalhe é que Fabinho odeia despachar mala, esperar, a função de aeroporto e demorar mais pra sair. Resultado: tive que me adaptar em sempre levar uma mala de mão para ficar desde uma semana até 20 dias fora de casa.

Claro que lá temos toalha e também máquina para lavar roupa, ponto. Já facilita a vida. Mas, aprendi que não adianta ficar nessa de levar tudo e usar só 5 peças. Aprendi a aceitar e levar só essas peças que realmente sei que vou usar – e de preferência que combinem entre sí.


O primeiro passo para montar uma mala de viagem prática é tendo um armário sincerão, o que quer dizer, um armário com peças que você usa, gosta e se sinta bem. O número de peças é você com você mesmo. Mas, acho bacana termos looks que sabemos que são confortáveis e caem bem na gente naquela fase.

Primeiro item que separo são as lingeries, pois é fácil de fazer uma média com o número de dias que ficaremos fora. Coloco dentro de um destes saquinhos quando tenho espaço sobrando, senão coloco entre o vão das peças de roupa. Segundo item são as roupas de corrida que quase não ocupam espaço, pois no geral, levo shorts e camisetas que tem o tecido mais fino possível para poder enrolar e ocupar o mínimo de espaço na mala (já que vou ter que colocar um tênis a mais para correr). Costumo levar 2 shorts (ou uma calça e 1 shorts) e 2 camisetas no máximo e lavo no lugar para reutilizar (isso vai desde a máquina de lavar dos sogros ou no banheiro do hotel mesmo, ÊTA FAROFA).

Terceiro item são as roupitchas! No verão é bem fácil! Costumo levar 2-3 shorts (um jeans claro, outro escuro e um estampado – por exemplo) e vou com a calça no corpo, por mais calor que esteja, só para ocupar menos espaço na mala. Geralmente também embarco com o sapato/bota que ocuparia mais volume, HÁ. No frio procuro levar 2 sweaters e 2 casacos mais reforçados. Também embarco com o casaco e calça mais volumoso e ás vezes vou com outro agasalho nas mãos fazendo a prevenida, mas na verdade é só para ter mais uma opção na viagem. Coloco os tênis e casacos neste espaço de cima da mala (onde ficaria computador e a outra divisória para pastas) e deixo um (ou a tolha) para colocar por cima das roupas antes de fechar a mala.

Blusinhas também sigo a mesma lógica das calças e shorts, só que com 3 peças a mais, afinal sujamos bem mais. Dou preferência para peças neutras e que combinem com tudo que coloquei na mala. Antes de guardar, faço uma pilha das camisetas e das calças/shorts e vejo como usaria cada look. Levo toucas, cintos, óculos, colares e detalhes como batons fortes para variar e diferenciar de um dia ou de outro.

Ah, não esquece do pijama!

Por último separo os itens de beleza. Bem, eu não sou das mais loucas de produtos então, confesso que fica simples. Deixo para usar alguns produtinhos do hotel e separo somente o necessário como: desodorante, creme de dia e noite, hidratante, demaquilante, bb cream, lixa de unha, batom neutro e 3 chamativos, lápis para sobrancelha, sabonete pequeno,  blush, rímel e lápis/delineador e algodão. É isso. Todos os produtos são pequenos, o que é ótimo para levar até na bolsa pessoal. Eu sempre falo que esqueço escova de cabelo, mas a verdade é que só “penteio” o cabelo com os dedos mesmo quando estão molhados e quando acordo, haha. Já aceitei.

Na bolsa pessoal minha ou do Fábio, coloco tudo de equipamento das câmeras, mini tripé, pendrive, computador e HDs. Gostamos de separar os itens pois se algum for roubado, perder ou esquecer a bolsa, o outro tem um cópia do material de backup gravado.

Foi mais ou menos com essa lógica que fomos para o sul todas as vezes no frio e calor e que fomos para o Chile no outono também. Na nossa passagem de Santiago para Patagônia não estava com mala para despachar inclusa, por isso fomos com tudo bem certinho e funcionou bem.

Espero que estas pequenas dicas ajude a organizar a mala de vocês!

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> Organizar uma Viagem: Por onde começar

11/04/2017

Comentei com vocês no instagram que começamos a fazer o roteiro da viagem que faremos em Abril 🙂 Então, antes de começarmos uma enxurrada de vídeos e posts sobre nossos passeios, vlog no canal e indicações, pensei em montar este post. Afinal, como montar roteiro de viagem?

  1. QUAL O ESTILO DA VIAGEM?
    Acho que tudo começa respondendo algumas perguntinhas: Qual a finalidade e motivo dessa viagem? É para comprar roupas e eletrônicos, conhecer uma nova cultura, se hospedar em um hotel bacana, passear com a criançada, comer em restaurantes mais chiques, conhecer determinado lugar ou todas as anteriores? Aqui também é onde começa a balança do quanto se pode bancar para o quanto é possível fazer. Como a nossa realidade não é “todas as anteriores”, tem que rolar um equilíbrio e a escolha para as prioridades. Nem pense que isso significa não se divertir. Acredito que é aqui que enxergamos como podemos nos aventurar e aproveitar o que temos e conseguir fazer um pouco de tudo 🙂
  2. HORA DE FILTRAR OS PASSEIOS
    Depois de escolher as prioridades, você pode começar a organizar uma lista de tudo que quer e pode ser feito na viagem. Faça uma lista grande e sem medo.  É hora de pesquisar roteiros na internet, ideias de amigos, indicação de guias e tudo o mais. Agora é o momento de montar um calendário com as datas de chegada da viagem e programar mais ou menos nos dias. Pode parecer fácil, mas leva um tempo para você organizar no mapa por regiões mais perto e depois checar se estarão abertos nos dias e horários que você planejou. Vale também verificar os preços e, se for algum passeio muito procurado, comprar os ingressos pela internet.
  3. COLOQUE MAIS DE UMA OPÇÃO DE SEGURANÇA
    Acho bem válido separar mais de uma opção do que fazer no dia. Vai que você coloca um dia no parque e na hora está chovendo? vai visitar um restaurante que resolveu fechar bem naquele dia? Pois é. Imprevistos acontecem e é deles que surgem as melhores histórias. Se der deu, não der não deu. Acima de tudo o mais importante é curtir o momento de estar naquele lugar que você sonhou.
  4. SEPARE UM DIA LIVRE
    Se possível também, reserve um dia para não fazer nada. No geral o tempo é justo e curto, mas se conseguir, é interessante para viver um dia como se morasse naquele local. Passear para região, caminhar, comer na esquina, dormir no parque, sentar na praça, comprar coisas do mercado. Às vezes você acordará se sentindo mal ou algo que não lhe caiu bem e você pode descansar tranquilamente, por isso ter uma brechinha na agenda e uma mente flexível fará toda a diferença.
  5. O QUE PUDER AGENDAR, MELHOR.
    Se você vai para um lugar e depois partirá para outros destinos, não deixe de já adiantar as passagens de avião. Caso o lugar seja concorrido acredito que vale a pena adiantar até as passagens de ônibus. Visita em algum restaurante concorrido, faça a reserva ao chegar na região ou pelo site. Ingressos de show, teatro, museu que seja difícil conseguir na hora ou que você não pode deixar de ver. Ah! não se esqueça de habilitar o seu cartão internacional!
  6. MAPA, METRÔ, NOME HOTEL, TELEFONES
    A gente conta muito com a sorte de ter sempre bateria no celular ou internet. E ai, vai que… né? Imprima um mapa da região, da linha do metrô e dos nomes do hotel e um telefone. Coloca em um cantinho da bolsa, junto com documentos pessoais e pronto. Você saberá voltar para o hotel ou a região em que está mesmo se o celular te deixar na mão. Embora a dica seja sobre se precaver, não deixe de montar um mapa no google maps. Facilitará muito a vida, além de dar uma direção e mostrar o tempo de um lugar para o outro.
  7. CUSTOS E EQUILÍBRIO
    Aqui entra a parte “dureza”. Embora eu ache que isso é a maneira que enxergamos. Com um pouquinho de planejamento e jogo de cintura é possível fazer tudo ou parte de tudo que queremos. Por exemplo, ao invés de comer todas as refeições em um restaurante, separe um ou 2 por dia. Faça lanches, vá ao mercado da região para comprar frutas ou alguns petiscos para o dia. Aqui é hora de cruzar o estilo da viagem, prioridades e quanto imaginou gastar por dia com alimentação, passeios e tudo o mais. Mas, não se esqueça: o melhor da viagem são as experiências.
  8. COMPANHIA É TUDO
    Acredito que o mais legal das viagens são as pessoas que conhecemos, encontramos, trombamos e escolhemos para dividir este momento. São elas que se sentirão perdidas com a gente, felizes ao experimentar algo novo e rir quando falarmos nada com nada naquele idioma diferente. Claro que às vezes também acontecem imprevistos de um passar mal com a comida, pegar uma gripe ou não estar muito afim dos mesmos passeios. Acho que é questão de tentar encontrar um meio termo de fazer um pouco de cada. Viaje com pessoas que você pode dizer sim ou não e, ainda melhor, que dirá “sim”, pois deseja vê-la feliz. Com parceria, conversa e organização, todo mundo fica felizinho e conhece de tudo do lugar e da cultura!
  9. APRENDA O BÁSICO
    Claro que você não precisa ser fluente em japonês para visitar o Japão, hehe. Mas, saber algumas palavras como: oi, bom dia, boa noite, com licença e obrigado, já deixará a pessoa mais confortável em te ajudar. Pesquisa sobre a moeda, costumes, hábitos, coisas típicas, nome de pratos. Não conte só com a boa vontade das pessoas. Além disso, conhecimento nunca é demais 🙂
  10. APROVEITE !
    Nem sempre conseguimos fazer tudo, seja por tempo ou dinheiro. Mas, não fique triste ou deixe de aproveitar por isso. Encontre maneiras de se divertir, crie situações e seja grato por estar em um lugar novo e especial!

Espero que estas dicas tenham dado aquele gostinho de viajar e conhecer novas culturas e pessoas. São muitos detalhes para programar, mas com paciência e organização tudo dá certo!

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> Viajar de Carro

19/01/2016

Poucas coisas são tão legais como estar cercado de quem amamos, ainda mais dentro de um carro cantando e contando histórias engraçadas e pensando sobre a vida por longas horas de estrada. Nós sempre preferimos a estrada do que avião, embora em alguns casos não tenha muito o que fazer. Sempre no final de ano, como ficamos mais tempo, levamos nossos pentelhos com a gente. Este ano, a casa dos meus sogros comportou 6 cachorros e uma gata. Uma amostra grátis do paraíso.

Resolvi separar algumas dicas que fomos colecionando para quem quiser se jogar nessa aventura até mesmo com os seus filhos caninos 🙂

  • Antes de sair de casa, o mais importante é fazer um revisão completa no carro, checar os pneus e extintor de incêndio. Evite dias chuvosos e dê preferência para as manhãs.
  • Confira a carteira de motorista, documentos pessoais e dinheiro para pedágios. Ter um kit com remédios para enjoo e dor de cabeça não pode faltar.
  • Não confie 100% no celular e aplicativos de GPS, você poderá ficar sem sinal ou internet. Por isso, é importante ter um mapa com os acessos principais de rodovias e o endereço do destino.
  • A melhor parte é comprar os petiscos e guloseimas para comer durante o passeio. Não esqueça de levar garrafinhas de água, porções de ração e potes para a cachorrada beber nas pausas.
  • Também prepare uma playlist cheia de músicas preferidas e também daquelas animadas de fim de festa – a zueira não tem fim.
  • Faça pequenos intervalos de 3 em 3 horas ou quando sentir cansado. No caso, apenas o Barba dirige, então ele sempre cochilava no carro e eu dava comida, água e passeava com Lucy e Ringo para xixiecocô. Geralmente eles costumam ficar agitados e com pouca fome.
  • Lucy ficava muito enjoada, fomos insistentes e aos poucos ela acostumou com o movimento do carro. Na outra viagem, o veterinário indicou dar a quantidade ideal para o porte dela de Dramin. Ela ficou um pouco sonolenta e passou mal poucas vezes. Desta vez ela não vomitou nenhuma vez, mas vamos com o vidro entreaberto para ela tomar um ar. Ringo nunca passou mal, vai dormindo sentadinho vendo a vida passar. Mas, sempre deixo um pequeno pote e pano a postos, vai saber.
  • Para os peludinhos também é importante cinto de segurança para cachorro. Eles vão presos da coleira ao cinto comum e possuem movimentação ok e confortável.
  • Nossa viagem de São Paulo até o interior do Rio Grande do Sul foi divida em dois dias, saindo às 6 da manhã e chegando as 19h em uma pousada simples. No dia seguinte, o mesmo processo, mas com a chegada no início da tarde. Na primeira vez a ideia era fazer em um único dia, porém com trânsito e obras acabamos atrasando muito. Por isso, é importante verificar hotéis e pousadas em trechos específicos que aceitem animais, para ter uma carta na manga em contratempos assim.
  • Todo tempo vale ouro quando se está na estrada é importante ser objetivo, mas respire fundo e curta o caminho. É super cansativo, mas tenha jogo de cintura para lidar com a cachorrada, crianças e evite discussões com o motorista.

Dirija com calma, em qualquer situação, todo cuidado é pouco. Lembre-se que você tem o seu bem mais precioso dentro do carro: a sua vida e a de quem ama. <3

Boa viagem e colecione histórias!

Pedaços+Momentos, VIDA

> Viajar é bom, voltar para casa dá frio na barriga!

11/08/2015

Parei na porta, coloquei a mala no chão e antes de girar a chave, senti um frio na barriga. FRIO NA BARRIGA! Depois de mais velha, essa é uma das melhores sensações da vida.

Fazia meses que eu não ficava um tempo fora de casa. Esse é o porém de se trabalhar e morar no mesmo lugar. Ou melhor, no mesmo universo. A gente conversa, sonha, come, dá risada, briga, limpa, suja e trocamos problemas do dia a dia: Tudo isso, no mesmo lugar. Ás vezes, são tantos problemas, que fica difícil nos darmos conta de como a vida é gentil. Temos um teto, um colchão, um chuveiro quente e comida. O sonho de muita gente.
Os últimos três meses foram os mais corridos da minha vida. Não tenho final de semana. Trabalho de manhã até dormir. Vejo pouco minhas amigas, família e perdi um pouco a paciência com a farra na casa. Ao mesmo tempo, qualquer 5 minutinhos, eu corria para perto deles. E com quem amamos, qualquer minutinho é uma eternidade, é conforto para o coração. Então, viajamos. Matei a saudade da minha outra família e lá percebi como aqui o meu tempo voa. E como eu amo essa vida: corrida, com amor e pêlos no chão. Eu não via a hora de viajar e quando viajei, não vi a hora de voltar. Pois lá, senti ainda mais forte, como é bom estar em casa. No caso, a física. Neste canto onde tudo acontece: coisas boas e coisas ruins.
Mas é aqui, onde tudo acontece. É aqui, neste endereço que chamo de lar. Seja lá onde eu estiver, meu coração estará por aqui. Nesta casa meio nova e meio antiga, onde tenho a família que eu sempre quis cuidar e doar, até o tempo e as energias que eu não tenho. Aqui onde choramos as pitangas e nossas fraquezas sentados no chão da sala. Mas, ainda é aqui, que escolhemos chamar de casa. De nosso lar doce – e não muito normal – lar.
Ás vezes a gente precisa viajar, para enxergar o quanto menos a gente precisa e o quanto mais temos que agradecer. Eu precisei de 1.124 km para isso. Talvez você não precise de tanto, espero.

O frio na barriga quando somos novos, nos confunde. Mas, quando somos mais velhos, ele confirma. No caso, toda a minha infinita ansiedade em agradecer os sentimentos e valores ao redor deste cantinho. É isso que precisamos para viver.

Mi casa, es su casa.

 

Por aí

> Por aí: 17 horas de indiada no fim de ano

17/12/2013

Todo ano vamos pelo menos duas vezes visitar os pais do Fábio no RS. Este ano com toda bagunça da mudança não conseguimos ir. Então, guardamos nossas expectativas e saudades para o fim do ano. Até que nos perguntamos: Onde a Lucy vai ficar?
Quando fizemos uma viagem de 3 dias, ela ficou em um hotelzinho. Mas, como queríamos ficar bastante tempo, pagar 17 dias de hotel não era uma coisa em conta, $$$abe? Pois é. Pensamos em despachá- la no avião, pois com o porte médio ela não poderia ir como bagagem de mão*. Mas, apesar do processo ser bem simples (comprar caixa do animal+atestado do veterinário+taxa), valeria mais do que pagar o hotel.

Até que Fabinho virou para mim e disse: Vamos de carro!
Hã? 17 horas, eu, você e a Lucy? Se valeria a pena? MUITO mais.
Gastaríamos muito menos, viajaríamos de carro (amamos estradas) e passaríamos uma experiência nova e mais tempo juntos. Tudo isso, logo na mesma semana em que escrevi no meu caderninho que a frase de 2014 seria: “Menos coisas, mais momentos”. Valeu vida!

Fiz uma listinha de coisas que não podem faltar para uma longa viagem (em casal, pois se tivesse mais gente, dava pra jogar até UNO haha):

Trilha sonora – 14 horas de música? vou levar discografia de tudo e muito mais!

Distrações : Nós sofremos de um mal: falamos DEMAIS! então posso contar que bom tempo dessa viagem será jogando conversa fora e escutando meu grande repertório de 4 músicas no Ukulele, haha. Mas, vou levar meu tricôzinho (com muito cuidado com essas agulhas, é claro), livros e mais livros, músicas e mais músicas e lanchinhos.
Remédios da Lucy : Este é um calmante que o veterinário da Lucy nos falou para comprar. É tranquilo e não tem problema dar o Dramin junto, já que ela enjoa demais no carro. Também é sempre bom lembrar de levar remédios para dor de cabeça, estômago e tal. Afinal, nunca se sabe se alguém vai se sentir mal.
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Por hora, tudo que posso dizer é que estou animada em chegar logo lá e estou morrendo de amor/querendo um trailer para as próximas viagens! ♡
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Lá vamos nós! \o/
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E pra vocês, o que não pode faltar em uma viagem longa? Aceito sugestões! 🙂

*verifique com a companhia, pois algumas raças com dificuldades respiratórias não podem viajar de avião.