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AdoCão

> 5 ANOS DE LUCY

05/09/2017

Aquele foi um dia comum super incomum

Chuviscou o tempo todo naquele dia só para deixar a história mais dramática e real, mas, ainda assim, era um dia comum como outro qualquer para nós. Quer dizer, a gente pensava. Ele iria para um estúdio trabalhar com sua barba desgrenhada e ela trabalharia em casa ao som da televisão que nem ao menos assistia – ligava só para ter barulho na casa como companhia. No fim da tarde ele liga, contando que brincou com uma cachorrinha linda, dócil e super carinhosa na rua. Isso, pra gente, não é novidade nenhuma. Já chegamos ao extremo de carência canina de entrar em um hotel de cachorros, fingir ter um, só para brincar e ser lambido por todos os cachorros de lá. Isso era o que aconteceria na nossa cabeça. No final todos os cachorros ficavam protegidos por um vidro para um imenso quintal. Saíamos de lá pensando que estava na hora de aumentar a família. Está na hora de termos mais um para esmagar em uma noite gelada, alguém para preencher o barulho da casa em um dia calado, animar os passeios e ouvir nossos desabafos com uma opinião neutra.
Era isso tudo o que faltava.

Mas não é bem a gente quem decide essas coisas.

Aquele dia ele me contava com uma empolgação extrema que ela era super companheira e já andava ao lado do filho do amigo dele sem coleira e eu, nesse momento, estava sentada no sofá sorrindo, com uma mão segurando o celular na orelha e a outra esfregando os meus pés gelados de frio ouvindo toda a saga daquela cachorrinha perdida. E o fim da história? Ele chegou em casa, me mostrou a foto que ele e a cachorra tiraram juntos e me contou que ela tinha encontrado um lar: iria embora com o filho do amigo dele para a casa e teria uma nova vida, um novo rumo, teria quem chamar de família. E isso, pra quem, como nós, adora um final feliz com um cachorro a salvo, era o melhor dos finais que poderíamos ter aquele dia.

Eu pensava comigo mesma o quanto aquela cachorrinha tinha de sorte por estar no lugar certo e na hora certa, mas quem estava, na verdade, era ele. Ele sorria feito besta com ela nos braços na foto.

Esse era só o fim de um dia comum e bem feliz para aquela cachorrinha. E eu? Ainda estava na companhia vazia do barulho da TV ligada, abraçando meu café entre as mãos e passando um frio danado nos pés. E ainda não era inverno. Era um frio que cobertor nenhum consegue resolver e esquentar. Um frio de casa vazia. Um frio de um novo momento na vida de quem vivia a vida em quatro pés – e precisava de um algo a mais.

No meio do caminho tinha uma cachorra

O dia seguinte ao dia comum, começou mais comum ainda. Era dia 06 de abril.
Eu tirei meu pijama, lavei o rosto, fiz meu café, trabalhei, almocei, tomei outro café, me despedi dele e segui caminho para fazer a minha última prova da faculdade. Meu celular tocou e por um instante não o atendi – odeio falar no telefone e odeio falar no telefone em ambiente fechado com outras pessoas. Era rotina até as 16h30, mais ou menos, até que..

Ele acordou cedo, vestiu uma roupa qualquer, lavou o rosto, ajeitou a barba, tomou café, se despediu de mim, foi trabalhar e me ligou. Desta vez, eu atendi.

Atendi o telefone e, quando desliguei, lá estava ele me contando o clímax da semana, do mês, do ano e até mais. A rotina, para terminar o meu dia, seria a mesma, mas eu sabia que algo seria diferente quando eu abrisse a porta do quarto.

“Mas que cachorra?” E ele desligou o telefone e só sabia que ela tinha 19 quilos, porte médio e que eu surtaria quando visse o tamanho dela em 45m². Com 0 ou 10 na prova, eu só queria estar em casa e poder viver tudo isso que eu já sentia em outro lugar.

O dia já não era mais comum e, desde então, nunca mais foi – e a gente queria isso já fazia tempo. Seríamos um time. Ou melhor, já éramos desde as 16h30 da tarde, pois no meio do caminho tinha uma cachorra, com o desenho de um coração no fuço, que seria o começo de muita coisa: uma família. Pois um lar, já éramos há tempos.

“A cachorra da foto”, ganhou o nome de Lucy e nossos dias nunca mais foram os mesmos. O maior achado que a vida poderia nos dar. A responsável, desde então, pelas nossas melhores histórias.

Depois deste dia, sempre atendo o celular quando ele me liga e, se ele diz “achei algo legal e acho que vou levar para a casa”, eu só digo sim. Êta cara de sorte!

Afinal, ele achou um diamante na rua.

 

 

Ps: Escrevi esses 2 textos 3 anos e meio atrás e foi impossível não postar aqui.
Agradeço todos os dias por estes dias terem existido.

AdoCão, VÍDEOS

> TAG “meu animal de estimação” + perguntinhas do instagram @melhordiadanossavida

30/04/2015

Oi, gente! Gravamos a TAG meu animal de estimação + perguntinhas que rolaram lá no insta mais feliz da vida 🙂

Desculpem o tamanho do vídeo, prometo tentar dar uma controlada na conversa. Ok?
Gravamos quando Ringo estava 1 semana e uns dias com a gente, quase dá vontade de gravar de novo. Ele já tem tantos apelidinhos-zueira por aqui 😛 hahah Foi mal Ringo, somos assim mesmo.
Espero que estejam gostando dos vídeos e se tiverem alguma sugestão de tema ou TAG, deixa aqui para gente ver <3
A próxima é hábitos de leitura e quem sabe barba não arranja um tempin para aparecer também, né não?! 🙂

BEJÔ e ótimo feriado!

|Instagram: @ribeiro_isadora e @melhordiadanossavida|

|Snapchat: ribeiro.isadora|

FAÇA VOCÊ MESMO (DIY), Faço & refaço, VÍDEOS

> Faço & Refaço: Suporte rústico para coleira

02/03/2015

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Eita, gente! É só aqui em casa que a coleira da D. Lucynha ficava jogada pra lá e pra cá sem ter onde pendurar? Acredito que não. Então com uma sobrinha de madeira, tinta, gancho e uma pata você consegue montar um suporte bem simplezinho e a cara, digo, a pata do seu bichinho 🙂 Vê aí!

Espero que seja útil ou que inspire ideias para um suporte para o bichinho de vocês 🙂

Ps1: agora só falta o barba furar a parede para eu pendurar. JÁ VIRAM TUDO NÉ
Ps2: próximo DIY de bichinhos será comestível.

Aproveita e se inscreve lá no canal 😀

AdoCão, VÍDEOS

> AdoCão: Lucy X Chuva de bexigas ♡

22/12/2014

Ahá! Gente, chega mais. Puxa o banquinho, pega o café e deixa eu contar essa!

Não sei quem viu e quem não viu um vídeo que postei da Lucy malhuuuuca com uma bexiga no instagram. Sim. Parecia sim que aquele era o melhor presente da história. Pensando nisso e, com a ideia de uma queridona nos comentários, resolvemos fazer uma surpresinha. Eu, o tonto barbudo e mais algumas amigas lindas e madrinhas da Lucy que super topam qualquer farra e risada.
Um presente de natal? Ver ela ficando muito doida? Uma despedida com estilo? Tudo isso. Vamos para o Sul visitar os pais do Fabinho e ficaremos 15 dias sem a vira latinha pela primeira vez em 2 anos. No último verão encaramos ir de carro só para ela ir junto – e porque amamos bem mais uma estrada – e resultou no vídeo dela amando muito a piscina. Nesse ano o carro pifou e as contas quebraram nossas pernas, mas conseguimos milhas pra ir. Sem drama, ela ficará bem e -nós morrendo de saudade- bem também.
Até dia 11 estarei de férias por lá! Mas, provavelmente terão alguns pedacinhos do dia a dia lá no instagram. Entón, segue aqui (@ribeiro_isadora). 🙂

Vejam aí a simplicidade linda dessa cachorra e nossas idiotices em um domingo, fechando 2014 em amigos, com amô. Só podia ser assim.

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AdoCão, Tenho, indico e preciso, VÍDEOS

> AGENDA 2015 ♡

29/11/2014

Queridos!!
Não sei bem quem reparou ou não, no gifzinho que está piscando lindamente aqui na nossa barra lateral >>> viram? Sim! estamos com agendas 2015! Dá o play no vídeozinho pra ver elas chegando aqui pra mim 🙂

Fui convidada pelo Atelliê Fotografia, para assinar duas capas de agendas 2015 deles. Nas capas, tá fácil ver que tem um pouco de cada coisa que eu amo demais: minimalismo, parede branca, parede de tijolinhos, câmeras/fotografia e, claro que não poderia faltar, Lucy (com coisas na cabeça/cara dela, haha)!

Espero que gostem e que comprem uma para o 2015 de vocês ser ainda mais lindo!
Para comprar clica aqui
Lembrando que eles tem cadernetas, cadernos, bloquinhos e muito mais com frases cheias de inspiração e imagens pra quem ama fotografia e não quer ficar um dia sem declarar esse amô!

AdoCão, Entre crônicas

Entre crônicas: Lucy sendo Lucy

30/09/2014

Não sei muito bem quando esse termo pegou por aqui. Mas, sei que pegou. Na verdade, já perdi as contas de quantas vezes estava em casa e escutei um tremendo barulhão e gritei: o que aconteceu aí? – Nada, Lucy sendo Lucy , ele me diz. Ou quantas vezes estávamos entre amigos e um novato na turma, vê aquela cachorra descontrolada – não só tentando pegar o rabo, como passar o rabo no meio das pernas pra morder a pata traseira – e entre risadas diz: Eita, que isso? E um amigo tira as palavras da nossa boca e nos poupa o trabalho de dizer: Lucy sendo Lucy. A campainha toca e ela só falta soltar rojões, gosta de uma casa cheia, e corre de um lado pro alto, pula, lambe a pessoa. E nós, tentando controlar a situação, explicamos que ela só é feliz demais, quando escutamos: Ah, não se preocupa, Lucy sendo Lucy, né?. Até que chegou ao ponto de alguém comentar em uma foto dela “Lucy sendo Lucy” e eu não sei quem é – só me lembro de ter usado isso como legenda por várias vezes quando não sei bem o que escrever. Afinal, é só ela com seu jeito Lucy de ser. Olha, não é que a coisa pegou mesmo?

Quando ela apareceu, junto com ela vieram todas as suas manias jecas, fofas, ou anormais que aprendemos pra conviver – família é isso aí. Podem dizer que é ruim, mas eu acho bom ser fortemente reconhecido pelo o que somos e as manias que temos. Saber muito bem onde nossa essência está, ter nossos traços ali reforçados, pra quando alguma coisa bizarrinha acontecer nos poupar o trabalho de nos explicar: Desculpa, só estou sendo. Tem liberdade de vida maior do que essa? Ser e só ser. E saber como se é – isso é fundamental, por favor.Imagem6
E ela, nós sabemos bem como é. Podemos até apostar: Morder? Não, não, Lucy nunca faria isso, certeza. Não, Lucy nunca tentaria pegar o próprio rabo sem latir, jamais, tá no pacote, mas encosta a bunda na parede pro rabo ir mais pra frente para facilitar sua guerra insana contra ele, isso sim. Lucy sempre arrota em alto e bom som depois de comer e treina para alguma olimpíada da cabeça dela de caçar mosquistos, e sim, vomita se come carne – eu juro. A bicha adora se molhar pra depois vir a melhor parte, a de se secar. Adora uma bolinha, garrafa pet, pedra ou o que seja pra brincar, mas sabe muito bem curtir um bom soninho até mais tarde esquentando nossos pés. Se estamos todos envolta da mesa, ela sobe na cadeira e senta, por que também quer participar, oras. Ela é malandra e da farra, mas não é maldade. É felicidade em estado explosivo. Uma bomba. Mas, também é parceira de me deixar por um chapéu na cabeça dela só por uma foto. Sabe sentar e ser companheira ao meu lado quietinha quando me vê chorar, reconhece a palavra “baixinha”e já corre me procurar e adora lamber mato ou flor.  Mas, gosta mesmo da palavra “passear” e aí já enlouquece de novo. Lucy é uma produtora de pêlos de primeira e faz questão de espalhá- los muito bem pela casa, além de ser péssima em cálculos de espaço, pois jura que tem um porte de pinscher e cabe no vão do sofá junto com nós dois, e não pode ver um casal se abraçando que já parte junto pro abraço a três. Algumas coisas, ela não faz muito bem, mas a verdade é que: ela sabe ser ela muito bem.
Ela é como é, Lucy. Fazendo o que veio ao mundo pra fazer: Ser ela inteira e intensamente – ainda que jeca.

Tá mais do que certa, não?

Que sejamos assim, como somos: sem vergonha, sem limites, com respeito e com um pouquinho mais de noção que essa vira-lata, por favor. ♡