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Tenho, Indico ou preciso

> Nós, no mesmo lar, mas por um outro olhar

04/12/2017

Passamos muito tempo no mesmo lugar e junto da nossa companhia. Isso de longe é uma reclamação. Uma vez li um texto que dizia que somos uma mistura das 5 pessoas com quem mais nos relacionamos. Olha, se eu for, 1% dos meus… já estou bem feliz.


Com o tempo a gente aprende que sorte não é encher um estágio de amigos e que sucesso não está ligado apenas ao saldo da nossa conta bancária. Mas, a saudade que iremos deixar aqui e o quanto de bem as pessoas que estão ao nosso lado nos trazem e nos inspiram a ser o melhor de nós.

Eu? Sou fã deles. De quem são e do que fazem. Adoro as qualidades, dou risada e me irrito com os defeitos, mas nunca essa balança é maior que a inspiração que eles me dão. Todos temos dias ruins, bons e mais ou menos. Todos temos nossos momentos. E até agora, amei passar por cada fase e crise na companhia deles. Um mais calmo, outra agitada, outro sossegado. Um bagunceiro, outra organizada e um que não tem quase nada. Um quer espaço, a outra ficar perto e o outro tem lugar para o mundo todo em um abraço.


Somos diferentes e tão iguais. De alma, coração e sonhos. Somos feitos da gente.

Lutando para aprender ao máximo juntos, pois somos o lugar preferido um do outro.
Somos casa, somos familiar. Somos um time imperfeito.

Família é como nos devemos nos chamar.

Obrigada A Essência por nos registrar com tanta vida 🙂

AdoCão, Tenho, Indico ou preciso, VÍDEOS

> AGENDA 2015 ♡

29/11/2014

Queridos!!
Não sei bem quem reparou ou não, no gifzinho que está piscando lindamente aqui na nossa barra lateral >>> viram? Sim! estamos com agendas 2015! Dá o play no vídeozinho pra ver elas chegando aqui pra mim 🙂

Fui convidada pelo Atelliê Fotografia, para assinar duas capas de agendas 2015 deles. Nas capas, tá fácil ver que tem um pouco de cada coisa que eu amo demais: minimalismo, parede branca, parede de tijolinhos, câmeras/fotografia e, claro que não poderia faltar, Lucy (com coisas na cabeça/cara dela, haha)!

Espero que gostem e que comprem uma para o 2015 de vocês ser ainda mais lindo!
Para comprar clica aqui
Lembrando que eles tem cadernetas, cadernos, bloquinhos e muito mais com frases cheias de inspiração e imagens pra quem ama fotografia e não quer ficar um dia sem declarar esse amô!

Fotografia

> Fotografia: Mini editorial – com celular – para Las Cocotas

12/11/2014

Faz teeeeempo que não posto looks por aqui, né? Não sei dizer diretamente dizer o porquê, mas enfim. Vâmo fala de coisa boa! As meninas da Las Cocotas me chamaram para fazer umas fotos. Até aí, beleza. Só que seria um pouquinho diferente: eu estaria frente às câmeras, além de fotografar E as fotos seriam feitas com o celular (no caso, um Iphone 4). Demais, não? Adorei o desafio e topei de cara! Elas me explicaram qual era o conceito da loja, que casava muito bem com meu gostinho pelo boho style e, aí foi botar a mão na massa! Lá no fim do post vou colocar todos os links da loja, Ok? Vê até o final! Até porque as meninas tem peças ainda mais maravilhooooosas pra chegar e com um preço super honesto. ADOREI. ♡

Vejam algumas das fotos aí 🙂

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Aos amantes de fotografia e interessados, como sempre, usei o App. Afterlight, lá tem o timer/disparador automático e é lá que sempre edito. Tirei as fotos ao ar livre, como a maioria, por isso tem bastante luz, baixei o contraste um pouquinho, coloquei um pouco de fade, mais um paranauês e VUALÁ!

AGORA CORRE!!

Contatos da loja: LAS COCOTAS FANPAGE – LAS COCOTAS INSTAGRAM 

                               WHATS: (11) 99419-2626

Inspirações

> Entrevista para Ideia fora de hora: Fotografia, arte, blog, amor e simplicidade.

24/09/2014

A Camila do Ideia Fora de Hora , fez uma entrevista bem legal comigo, falando de trabalho, a fotografia, blog e a vida. Compartilhei na fanpage do blog, mas resolvi printar tudo e copiar tudinho bonitinho como ela fez e trazer pra cá pra ficar registrado, pois sempre recebo mensagens perguntando sobre como sai da informática pra calhar na fotografia e como foi esse processo pra mim. Respondi tudo com muita sinceridade. Espero que gostem! Mas, depois de ler, visita o cantinho dela, hein? 🙂

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Você fotografa de tudo um pouco, a Lucy, momentos de decoração da casa (que está uma fofura), momentos distraidos, momentos de carinho e amor e além de ser o seu meio de trabalho. Como a fotografia entrou na sua vida? E de que forma decidiu que ela seria o seu trabalho? Porque?
Já vou avisando que sou do tipo matraca, mas, vamos lá! A fotografia apareceu de um jeito bem calado e mansinho, hehe. Meu pai sempre adorou fotografar, daqueles tipo “coreanos”. Ele tem um armário só com fotos minhas e dos meus dois irmãos, muitas e muitas fotos. Eu adorava fotografia, já tinha lido livros sobre Sebastião Salgado e Bresson, mas nunca tinha fotografado. Com 16 anos eu trabalhava em uma empresa de informática como especialista de sistemas, pagava meus cursos e me mantinha, estava ok. Mas, eu não era feliz. Não pelo trabalho, mas por mim mesma e só depois de passar por isso consegui descobrir isso. Mas, até então, chorava todo dia no banheiro do trabalho culpando aquilo, mas se eu fosse fotógrafa, também não estaria legal. Eu sempre me questionei demais e isso foi uma avalanche na hora de escolher “o que eu seria?”. E no primeiro semestre da faculdade de Rádio e TV tive aula de fotografia analógica e me apaixonei. Consegui juntar um dinheiro e comprei uma t1i. Fucei, fucei ela inteira, li tudo quanto é apostila da internet e tive um amigo que me apadrinhou e saia comigo para fotografar por aí. Depois fui fazendo autorretratos ligados ao teatro que eu cursava na época e publicava no Flickr. Muita gente perguntava se eu fazia ensaios e eu dizia que não. Até sai em uma revista sobre esses autorretratos. Nesse meio tempo conheci o Fábio, sempre muito racional e cauteloso, ele me dizia: você perde tempo, vai viver de fotografia. Me surpreendi com o tipo de comentário dele e comecei a pesar os dois lados, me lembrando sempre de uma frase de um professor que tive na escola: você tem que fazer o que você gosta, faz bem e que te pagariam pra fazer. E eu, me segurei e juntei o máximo que pude de dinheiro, montei um portifólio e me joguei no que eu sentia afinidade que são ensaios femininos e de moda, mas já fotografei eventos, shows, de tudo. Hoje, agradeço a informática pelo tempo que passei com ela, foi preciso e útil pra me conhecer. Cai de paraquedas na fotografia, mas só tenho a agradecer a ela, pois no fim, ela juntou todos os tipos de arte que eu sempre quis me envolver e me questionava se eu era normal por gostar de tudo aquilo e, foi aí que percebi que tem trabalho pra tudo quanto é louco no mundo. Por fim, no começo deste ano, descobri que me avô foi formado em fotografia em 1958 e tinha um laboratório em casa, loucura não?imageimage
Seu instagram é repleto de amor, pelas suas fotos é perceptível esse sentimento. Em que momento você sente que é hora de fotografar?
Fico muito feliz que isso de alguma maneira passe para as fotos, por que realmente é o que eu sinto, não teria outra palavra melhor e mais completa para explicar. Mas, fotografo naqueles momentos em que sorrio bobamente sozinha, seja por algo muito simples ou por algo ao meu redor da casa que me faça transbordar. Nem sempre consigo registrar tudo o que gostaria ou com a câmera para ter um pouco mais qualidade, alguns momentos são rápidos demais, mas guardo tudo com meus olhos com muita paixão.

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Agora, relacionado ao seu trabalho. Como foi o início de tudo? A dificuldade foi grande? Pensou em desistir?
Acho que já respondi ali no início como foi que tudo aconteceu. A dificuldade foi imensa. A fotografia foi um choque pra mim. É difícil ser freelancer, não é um mar de rosas. Eu sempre fui extremamente organizada e regrada com trabalho e no início surtei um pouquinho. Sempre fui muito controlada financeiramente, do tipo que faz planilhas então foi uma novidade não ter um dinheiro fixo, juntava tudo que ganhava com medo de nada vir no próximo mês. E depois me muito me observar, consegui me alinhar nesse novo estilo de vida e perfil de trabalho – encontrei um equilíbrio. Já pensei várias e várias vezes em desistir, mas também não tenho nenhum problema em pegar trabalhos esporádicos de informática, já fiz vários depois que larguei, afinal a ração da Lucy tá cara hahaha. O que me segurou na fotografia foi que sempre que eu pensava em desistir, vinha um trabalho que me tirava o fôlego, pagava minha conta de iptu (desculpe a sinceridade, mas isso é um fato) ou alguma parceria ou divulgação bacana. Freelancer é uma explosão de emoções e vai e vens diários, tive que manter muito jogo de cintura e segurar a auto estima. Tive não, tenho.

O que a fotografia representa para você hoje?
A fotografia sempre representou pra mim uma coisa: simplicidade. Me lembro dos meus primeiros testes com uma 50mm emprestada de um amigo e uma luz de abajur. Eu colocava uma caixinha de jóias da minha avó em primeiro plano e ia variando. Achava o máximo aquilo. Como eu podia controlar o que era belo e tinha significado pra mim por meio da luz e sombra ou simplesmente, podia desfocar. A fotografia me mostrou que a gente pode ver beleza no caos, no nada ou no que a gente quiser. Só basta querer e ter luz ou usar bem a ausência dela. A 3 anos atrás a fotografia seria pra mim uma profissão, um registro eternizado. Hoje, consegui me entender em um meio termo legal com ela, é meu estilo de vida. Vivo procurando ela em todos os cantos e todo dia, ela me faz me apaixonar ainda mais pela vida.

Se não fosse fotografa, seria…?
Se eu pudesse escolher qualquer coisa, independente de ser realmente boa, eu gostaria de ser escritora, mas mais mesmo atriz de teatro. Até tentei, fiz cursos e cursos, mas eu gostava de me envolver mesmo mais do que acontecia nos bastidores e fazia isso melhor também. Teatro é quase uma injeção de vida, eu amo amo amo.
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Como fotografa que conselho você daria para alguém que tem o sonho de seguir essa profissão?
Seja consciente. Sei que isso não soa um conselho romântico da profissão, mas é verdade. calcule, planeje, se alinhe bem. Muita gente me pergunta se é possível viver bem financeiramente e eu respondo “quanto é viver bem pra você?” isso é muito difícil dizer. Então, sonhe e trace suas metas – quanto quer ganhar, quanto precisará cobrar e o que você precisa estudar para ser um diferencial. Treine seu olhar para tudo. Não só o comum, o que é “bonito”, pra tudo mesmo. A fotografia pode mudar o dia de alguém, pode causa reflexão e fazer um bem danado pra auto estima das pessoas, e eu vejo isso, como uma responsabilidade e tanto nas mãos e nos olhos. Alguém te confiou esse trabalho de ser olhada e guardar uma lembrança de sí mesma pelo SEU olhar. Use muito bem, com tudo o que pode ter e aprendido dentro de sí.

Você mexe muito com a arte, se percebe pela decoração da casa. Esse elo com a arte vem de muito tempo ou começou agora? Como?
Desde pequena. Meus pais sempre me deixaram me envolver com tudo relacionado a arte. Eu fiz ballet por muito tempo, cursei teclado, violão, pintura em tela, teatro, desenho de moda – eu tinha muita energia e vontade, mas nunca pousei em nada. Como eu mesma coloquei na minha descrição do blog, sou uma cigana na arte. Acho que sempre precisei um pouco dela e nunca quis me preocupar como, só queria ter por perto de alguma forma. E, pra ajudar, meus pais sempre foram muito faça você mesmo, naturalmente. Passamos por muitas dificuldades financeiras e minha lição dessa fase foi que, a gente pode fazer tudo que quiser, com tanto que a gente queira e dê o nosso melhor. Hoje, sou grata por ter alguém como o Fabinho que também carrega consigo isso de se entregar para fazer uma coisa que quer: se a grana tá curta pra comprar móveis, sobrou madeira, vamos aprender a fazer. E tem sido uma união e tanto pra gente. É gostoso olhar pra cada canto da casa e ver significado e história. Só preciso me controlar com a quantidade de plantas, hehe.

A forma de se ver o seu elo com a arte é pelo blog. Além de vermos o seu dia a dia e mais um pouco. No Na nossa vida você compartilha de tudo um pouquinho. O porque de cria-lo? Como surgiu a idéia?
Foi do nada. Eu já perdi a conta de quantos blogs, fotologs, vlogs sei lá do que eu tive e era como ele, colocava de tudo um pouco moda, decoração, comidinhas e vida. No último, colocava apenas textos. Era libertador. Sempre gostei muito de escrever e ligar isso a fotografia, mas nunca pensei que alguém poderia gostar de ler e se identificar, quase não divulgava. Aí, eu estava em uma nova fase da vida, e o na nossa vida surgiu de uma conversa entre amigas na internet que diziam que eu “precisava compartilhar isso” e fui lá e fiz. E fui sentindo como as coisas iam. Me lembro do primeiro texto que coloquei nele e ainda pensei: poxa, mas texto? No fim, foi o que mais teve visualizações na época e continuei. Sempre gostei de falar de aprendizados e indiadas da vida e do amor, seja no bom dele ou na dor, precisava escrever, compartilhar e ter um feedback – senão eu seria só uma doida postando sozinha pra mim mesma, sem aqueles comentários que nos fazem aprender com eles também, sabe? E no caso, o feedback não era milhões de views, mas só uma mensagem de “puxa, mudou meu dia”. Acho que se o blog acabasse hoje, já me sentiria com o ‘dever cumprido’ só pelas mensagens que recebi de como alguma besteirinha nele fez bem pra alguém. E daí veio o blog: um blog simples de estilo de vida onde compartilho de tudo, pra todo mundo que quiser viver, aprender e ver poesia com essa vida maluca. Esse blog tem muitas madrinhas e padrinhos, pessoas que não me deixaram desistir de compartilhar o que penso e aprendo, sou muito grata! Acho que por isso não consigo deixar ele quietinho: tem muito coração batendo junto.
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Celular, Fotografia

> Do meu Celular: Por trás de uma foto

15/09/2014

Acho que se pudessem resumir o aplicativo Instagram em uma frase seria “qual o app?”. É o que todo mundo mais fala, quer saber, pergunta e vai atrás no instagram de todo mundo. Não acho errado – mas também não faço, não acho legal, google tá aí né gente – e também não tenho nada a esconder: só uso Afterlight pra editar e montagens no A Beautiful mess – meu iphone tá caduco e não posso encher de aplicativos e o afterlight pra mim é o mais completo. Ele é quase como um mini lightroom, dá pra editar midtones, sombras, tons, tudo e ainda tem filtros bacanas. Eu gosto muito de fotos de baixo contraste, sombra baixa, mais exposição e fade alto, quase sempre só edito assim.
Aqui separei algumas fotos com antes e depois. Umas como a primeira, foi completamente sem querer. A câmera abaixou e cortou assim, mas no fim eu gostei. Algumas montagens de quantas fotos precisei tirar da Lucy para conseguir chegar a uma que eu gostasse. No fim, minha dica é: gaste tempo. Você pode perguntar para o melhor instagramer de todos qual aplicativo, filtro e sei lá mais o que, não adianta. Não é você e não é o olhar dele, cada um, cada um. A fotografia é como você enxerga a luz e sombra e a edição diz muito sobre nós e sobre o que queremos passar com uma foto por tons e tudo mais e isso, eu acho fantástico – não é querendo poetizar, é verdade. Então, invista tempo em tudo! Fuça no aplicativo até saber pra que tudo o que tem lá funciona e clique sua visão de mundo, de vida, de tudo.
Click o que te inspira e acima de tudo SE DIVIRTA – isso não significa não ter trabalho, tá?
Por trás de uma foto, não tem segredo: é o momento e um olhar bem atento. ♡ IMG_0379IMG_9302 IMG_9350montagemlucy1 IMG_9547montagemlucy2IMG_0023 IMG_0045montagemlucy3 lucybanhoIMG_0118 IMG_0153IMG_0284 IMG_0290

Fico devendo minha lista de instagrams que mais gosto 🙂

Boa semana pra vocês, bons click e luz!

Meu instagram? @ribeiro_isadora

Celular, Fotografia

> Do meu Celular: Tirei, adorei e não postei

25/08/2014

Não me perguntem por que, mas eu tenho dessas. Fico dias editando uma foto, morro de amores por ela e simplesmente, não posto – talvez para não criar um looping infinito de Lucy na timeline das pissôas, haha 😛
Aqui fiz um catadão das fotos que estavam empacadas no meu celular. Espero que gostem e se divirtam 

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Fotografia

> Fotografia: Ensaio Infantil – Larinha

21/08/2014

Bastante gente me pergunta se eu só fotógrafo adultos, mulheres e a resposta é bem direta: nãnaninánão! Quem conhece sabe como todos os jecas (Fabinho, eu e Lucy) que vivem embaixo do teto aqui de casa amam crianças, por tantos motivos que daria até um outro post. Além disso, me interesso e identifico pelo mundo delas. Gosto como lidam livremente com as cores, sobreposições de roupas e a simplicidade dos gestos que, na fotografia, se tornam um momento único e cheio de graça: tudo isso, em um só click. Neste ensaio, graciosidade e encanto estavam transbordando com essa pequena japonesa chamada Lara que, sem dúvidas, colore os dias de todos ao seu redor. Então, por que não registrá- la?

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O ensaio se dividiu em duas partes, dois looks mais clássicos e fashions e dois looks mais livres e sapecas. Nos divertimos e tivemos ótimos resultados nos dois. Foi uma manhã de domingo abençoada para a minha câmera e eu e, também recheada de marshmallows que compramos para a Larinha. Como não adoçar o dia assim, né? 🙂