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blog de casal

Pedaços+Momentos

> Pedaços+Momentos: Um pouco de saudade

03/10/2017

Os dias em São Paulo andam uma bagunça. Um dia sol de rachar, termina com vento gelado e agora chuva, chuva e chuva. Haja saúde! Apesar de querer não vou reclamar, afinal, o tempo estava tão seco que até doía a cabeça da gente (não sei o que tem a ver este exemplo, mas é só pra ilustrar que estava ruim). Agora ao menos respiramos mais tranquilamente.

Lucy e Ringo não são fãs dos dias de chuva. Ringo mais ou menos, pois é um baita pretexto para ele deitar o dia todo no sofá ou na cama, já que ficamos com dó que eles tem menos espaço para ficar – esse é o nosso pretexto, confesso. Lucy fica com o olhar vazio e é difícil balançar o rabinho. Não pela chuva, ela AMA chuva. Se a gente bobeia com a porta aberta, ela vai pra chuva e empaca. EMPACA no meio da água. Então, ela senta no beiral da casa, olhando o quintal e a chuva caindo e deve pensar “meus donos adoram mais essa casa e o sofá limpos do que se eu pudesse correr e dançar por essa piscina gigante”. A gente tem mesmo essas frescuras Lucy. Ainda não deu pra superar.

Já eu me encontro um pouco perdida. Muita coisa para fazer, um estado de alta preguiça me domina nessa TPM (prefiro ficar sensível e chorar por 5 dias inteiros do que ficar improdutiva, mas não posso discutir isso com meus hormônios) e pouco Fabinho. Falta um pedaço nessa casa. Quando Lucy e Ringo não estão, a gente costuma dizer pra todo mundo que nos visita que eles não conheceram a nossa casa de verdade, falta a alma dela. Na verdade, falta algo quando qualquer um de nós não está aqui.

Ainda bem que hoje nosso time estará completo. Voltaremos a respirar mais tranquilamente – e não é por causa da chuva 🙂

AdoCão

> 5 ANOS DE LUCY

05/09/2017

Aquele foi um dia comum super incomum

Chuviscou o tempo todo naquele dia só para deixar a história mais dramática e real, mas, ainda assim, era um dia comum como outro qualquer para nós. Quer dizer, a gente pensava. Ele iria para um estúdio trabalhar com sua barba desgrenhada e ela trabalharia em casa ao som da televisão que nem ao menos assistia – ligava só para ter barulho na casa como companhia. No fim da tarde ele liga, contando que brincou com uma cachorrinha linda, dócil e super carinhosa na rua. Isso, pra gente, não é novidade nenhuma. Já chegamos ao extremo de carência canina de entrar em um hotel de cachorros, fingir ter um, só para brincar e ser lambido por todos os cachorros de lá. Isso era o que aconteceria na nossa cabeça. No final todos os cachorros ficavam protegidos por um vidro para um imenso quintal. Saíamos de lá pensando que estava na hora de aumentar a família. Está na hora de termos mais um para esmagar em uma noite gelada, alguém para preencher o barulho da casa em um dia calado, animar os passeios e ouvir nossos desabafos com uma opinião neutra.
Era isso tudo o que faltava.

Mas não é bem a gente quem decide essas coisas.

Aquele dia ele me contava com uma empolgação extrema que ela era super companheira e já andava ao lado do filho do amigo dele sem coleira e eu, nesse momento, estava sentada no sofá sorrindo, com uma mão segurando o celular na orelha e a outra esfregando os meus pés gelados de frio ouvindo toda a saga daquela cachorrinha perdida. E o fim da história? Ele chegou em casa, me mostrou a foto que ele e a cachorra tiraram juntos e me contou que ela tinha encontrado um lar: iria embora com o filho do amigo dele para a casa e teria uma nova vida, um novo rumo, teria quem chamar de família. E isso, pra quem, como nós, adora um final feliz com um cachorro a salvo, era o melhor dos finais que poderíamos ter aquele dia.

Eu pensava comigo mesma o quanto aquela cachorrinha tinha de sorte por estar no lugar certo e na hora certa, mas quem estava, na verdade, era ele. Ele sorria feito besta com ela nos braços na foto.

Esse era só o fim de um dia comum e bem feliz para aquela cachorrinha. E eu? Ainda estava na companhia vazia do barulho da TV ligada, abraçando meu café entre as mãos e passando um frio danado nos pés. E ainda não era inverno. Era um frio que cobertor nenhum consegue resolver e esquentar. Um frio de casa vazia. Um frio de um novo momento na vida de quem vivia a vida em quatro pés – e precisava de um algo a mais.

No meio do caminho tinha uma cachorra

O dia seguinte ao dia comum, começou mais comum ainda. Era dia 06 de abril.
Eu tirei meu pijama, lavei o rosto, fiz meu café, trabalhei, almocei, tomei outro café, me despedi dele e segui caminho para fazer a minha última prova da faculdade. Meu celular tocou e por um instante não o atendi – odeio falar no telefone e odeio falar no telefone em ambiente fechado com outras pessoas. Era rotina até as 16h30, mais ou menos, até que..

Ele acordou cedo, vestiu uma roupa qualquer, lavou o rosto, ajeitou a barba, tomou café, se despediu de mim, foi trabalhar e me ligou. Desta vez, eu atendi.

Atendi o telefone e, quando desliguei, lá estava ele me contando o clímax da semana, do mês, do ano e até mais. A rotina, para terminar o meu dia, seria a mesma, mas eu sabia que algo seria diferente quando eu abrisse a porta do quarto.

“Mas que cachorra?” E ele desligou o telefone e só sabia que ela tinha 19 quilos, porte médio e que eu surtaria quando visse o tamanho dela em 45m². Com 0 ou 10 na prova, eu só queria estar em casa e poder viver tudo isso que eu já sentia em outro lugar.

O dia já não era mais comum e, desde então, nunca mais foi – e a gente queria isso já fazia tempo. Seríamos um time. Ou melhor, já éramos desde as 16h30 da tarde, pois no meio do caminho tinha uma cachorra, com o desenho de um coração no fuço, que seria o começo de muita coisa: uma família. Pois um lar, já éramos há tempos.

“A cachorra da foto”, ganhou o nome de Lucy e nossos dias nunca mais foram os mesmos. O maior achado que a vida poderia nos dar. A responsável, desde então, pelas nossas melhores histórias.

Depois deste dia, sempre atendo o celular quando ele me liga e, se ele diz “achei algo legal e acho que vou levar para a casa”, eu só digo sim. Êta cara de sorte!

Afinal, ele achou um diamante na rua.

 

 

Ps: Escrevi esses 2 textos 3 anos e meio atrás e foi impossível não postar aqui.
Agradeço todos os dias por estes dias terem existido.

Pedaços+Momentos

> Agosto trouxe um pouco mais de cor(ação)

04/09/2017

Essa foi a última semana de agosto, um mês que não foi fácil, mas que me ensinou muita coisa. Na verdade, acho que agosto foi necessário. Assim como todos os momentos que passamos na vida e não conseguimos entender o porquê temos que viver aquilo. A gente sempre tem.

Agosto foi um mês desconfortável: silencioso, morno e cheio de inquietações. Aquele choque de que logo mais um ano acaba e outro começa. E assim vai. Agosto me ensinou a esquecer um pouco o calendário quando se trata do coração – logo eu, que tenho 2 agendas e 3 calendários. Agosto foi mês sofrível para a horta que lutou bravamente com os dias mais secos, mas que cresceu muito quando veio a chuva. Foi mês de apertar a velocidade, aumentar a distância e ir contra a preguiça.

Terminamos a semana com muito do mesmo com gostinho de novo. Mudamos nossos escritórios de sala, deixamos nosso mundo mais com nossa cara e espaço. Doamos roupa, sapatos, tiramos excessos, desfizemos do que estava pesando para manter tudo mais leve.

Colori e flori a pele para a alma sorrir.
Me dei outro coração, pois quero espaço para mais vida.

Agosto foi necessário, eu não disse? 🙂

Tatuadora, amiga e querida: @respiroink

 

 

AMOR, CRÔNICAS

> A gente se ajeita

29/08/2017

A gente se ajeita, eu sei.

Quando o café amarga ou acaba e, com ele, escorre junto a fé, eu sei, a gente se acalma
com um abraço apertado no meio do corredor, sem precisar conjugar qualquer verbo pra se comunicar. Quando o céu esta azul, cinza ou uma tempestade que parece não ter fim, eu sei, a gente se prepara.
Depois da chuva, é hora de nascer as flores.

Quando a vida nos sorri, a gente solta o riso frouxo de volta em coro.
Quando ela resolve testar nos fazer chorar, a gente se dá chance de recomeçar. Juntos.
Quando os dias são incríveis, normais, tediosos, corridos ou sem sal, eu sei, a gente se tem para sentar no beiral da porta e dividir um facho de sol.

Quando surge o medo, a vontade de fugir e a vida não nos traz respostas, a gente inventa novas perguntas ou para de querer sempre saber de tudo.
Quando o trabalho dá errado, a auto estima vai pro saco e as contas vieram a mais, a gente agradece e janta a luz de velas com o que sobrou do almoço na geladeira.
Quando o fogão não funciona, o liquidificador pifa, a frigideira gruda e a taça quebra, eu sei, a gente não tinha uma boa máquina de lavar até alguns meses atrás. A gente está em construção: de dentro pra fora.

Quando é difícil aguentar o mau humor do outro e o cansaço bate até para resolver e conversar, a gente ainda se encaixa. É só um dia puxado.
Quando os problemas de todo tipo aparecem, a tristeza dá as caras ou a incerteza assombra, eu sei, a gente tem que agradecer
por poder respirar e por termos uns ao outro para de alguma forma fazer tudo se ajeitar outra vez. E outra vez, outra vez…

Quando tudo e mais um pouco acontece e, no meio da rotina a gente esquece que a gente sabe que pode se ajeitar, a vida dá jeito com a maneira que precisamos para aprender.
Quando a gente pensa que consegue fazer tudo se ajeitar e tudo continua na mesma coisa, eu sei, a gente aprendeu a rir da vida e um do outro como ninguém.

Quando tudo está de ponta cabeça, revirado e do avesso, eu olho para os olhos do meu melhor amigo para ele me dizer: A gente se ajeita.

Só para me fazer lembrar que encontrei a pessoa certa para não cansar de fazer tudo se ajeitar. Quantas vezes forem precisas. Em quantas vidas tivermos.

as coisas se ajeitam, com amor.

Pedaços+Momentos

> Pedaços + Momentos: Rotina, te amamos!

07/08/2017

Faz uma semana que voltamos de uma viagem de 10 dias com a família por terrinhas mineiras. Voltar a rotina é algo imensamente prazeroso pra mim, pois aprendi a gostar de cada detalhe do dia. Claro, lavar louça não é legal, pegar sujeira dos cachorros o dia todo muito menos e sair do sofá com pêlos até a testa nem se fala. Mas, fazer feira, dividir o café da tarde, acompanhar a hortinha e dormir na nossa cama são pequenos detalhes que renovam.


Lucy anda calma, muito calma. Segue feliz da vida e com ataques sem noção por não saber dosar o seu tamanho, mas serena. Para nós é estranho vê-la entrando nessa fase. Ele sempre foi a filhotona grande da casa e, agora, esta ficando mais velha com seus quase 5 anos. Ás vezes é difícil lidar com o tempo que insiste em voar.


Ringo segue preguiçoso, mas anda mais ativo que o normal. Corre, brinca, voltou a destruir o vaso da lateral do quintal. Agora reveza o sofá com a caminha que fica ao lado e nunca, nunca, desgruda da sua irmã. Acredito que isso nunca irá mudar.


Fabinho voltou ligado nos 220. Muitas gravações, projetos com bandas em andamento, pós e freela daqui e de lá. Como sempre mantém a calma e me passa um pouco dela quando o coração começa a apertar. Fabinho sabe valorizar e sustentar os bons momentos, tem um coração com boa memória de emoções. As minhas, aprendi a controlar melhor, mas por vezes insistem em esquecer de bons momentos que me renovaram 7 dias atrás. Espero que isso seja contagioso com os anos.


Essa semana estava com aquele inchaço de TPM bem chato, dificuldade de me concentrar, cabelo e pele secos e torcendo para vir uma chuvinha para umidificar o ar. Não foi uma das semanas mais tranquilas, não corri legal e me senti um pouco perdida com a quantidade de coisas para fazer. Ainda assim não nos faltou nada – fica difícil reclamar. Para algumas pessoas pensar que temos o que comer, o que vestir e onde dormir, pode soar dramático demais, mas os problemas ficam pequenos quando valorizamos isso.

Acredito que na próxima semana o fôlego e energia voltem com tudo. Espero. Até lá sigo o ritmo que o corpo mandar. Afinal, ele sabe mais do que eu quando precisa silenciar e sossegar. Por mais intensa e hiperativa que eu goste de sempre estar.

As fotos são do #SemanaNNV do instagram. Segue lá que toda semana coloco um resuminho dos nossos dias 🙂

Por aí, VÍDEOS

> PATAGÔNIA CHILENA: GELEIRA – LAGUNA DE SAN RAFAEL – dia 3

17/07/2017

Eu sempre jurei que nunca entraria em um barco. Que bom que resolvi quebrar essa promessa nessa viagem. Eu perderia a chance de ver uma das coisas mais lindas de toda a vida.

Acordamos por volta das 6 da manhã e saímos do hotel as 7 horas. Entramos no ônibus rumo a entrada do Puerto chacabuco, onde estava o barco “Chaitén” que iria nos levar até a laguna de san rafael. Eu acordei muito nervosa, mas extremamente feliz por poder viver tudo aquilo. Era um sentimento misto e agridoce. Assim como no passeio para as Capillas, resolvi pensar em uma coisa de cada vez. Por hora eu só tinha que caminhar até o barco. FUI.

Tomamos café da manhã super gostoso e sem nem ter percebido, já tínhamos navegado quase 1km. Estava tudo bem e bem escuro ainda. Resolvi tirar um cochilo para me acostumar com toda aquela ideia e acordei com Fabinho todo empolgado dizendo “VOCÊ TEM QUE SUBIR”. O dia clareou e abriram a parte de cima. O vento era MUITO forte, mas trazia uma sensação de liberdade, frescor e uma energia gostosa. Me deixei levar por todo aquele azul. Me senti um nada de nada perto de toda aquela imensidão.

Pudemos conhecer o capitão e o mais engraçado foi entrar e eles estarem escutando a trilha de Into the wild. Foi inevitável não rir e sentir aquele clima tão leve e renovador que eles estavam. Navegamos muito e almoçamos no navio. A organização e todo cuidado do pessoal no passeio é incrível. Super queridos e preocupados em atender e receber bem a todos.

Depois de 5 horas, chegamos em um trecho onde a água já mudava de cor. Começamos a ver a diferença de tons azul para um esverdeado. O verde passou e deu lugar a tons escuros, brancos e azul. De longe pudermos ver um “pequeno” ponto azul reluzente. Acho que foi a única hora em que o navio ficou em silêncio e só ouvíamos o barulho ensurdecedor do vento que já estava mais gelado.

Tivemos a sorte de pegar um dia nublado, mas quando chegamos estava com um garoa fina. Entramos no bote e um facho de sol se abriu e formou um arco íris. Estava feito o espetáculo, onde ficamos a 3km da geleira maior, por questões de segurança. Neste dia vimos apenas 1% de um campo de gelo glacial. SIM, é imenso!

Quando pisamos no barco a chuva começou. Não nem dizer a sorte que tivemos naquele dia! Conseguimos ver e registrar para você tudo. O alívio foi grande!

Quando recebemos o convite para participar desta viagem, no resumo do passeio dizia “Embárquese en parte de la aventura a una de las últimas maravillas naturales del mundo“. Me senti privilegiada e ao mesmo tempo triste de pensar em tantos impactos que estamos causando na natureza. É realmente triste conversar com pessoas que trabalham neste passeio e o fizeram por 6 vezes em anos diferentes e dizerem: elas estão diferentes. Estão diminuindo.

Toda nossa viagem principalmente para a patagônia nos fez pensar e repensar nas nossas atitudes. Na nossa pressa, escolhas e estilo de vida que estamos formando e temos a chance de ainda evoluir mais. Espero um dia voltar ou quem sabe meus amigos e filhos e puderem ainda ver o que vemos.

ACOMPANHE NO VÍDEO ESTE DIA 🙂

Inspirações

> ENCONTRINHO NNV – 2 edição

12/07/2017

Nunca imaginei nada disso acontecendo. Acredito que o Fabinho muito menos.

Nunca pensei que teríamos um blog e acreditaríamos que poderíamos levar algo bom e alegre para as pessoas através das nossas reflexões e dilemas da vida. A cada encontrinho que marcamos percebo que estamos cada dia semeando e trilhando no caminho certo. Com muito esforço, dedicação e amor pelo o que fazemos. Isso tudo tem voltado para nós de uma forma muito surpreendente. Domingo, dia 09/07, foi a prova viva disso.

Sempre fico tensa quando marcamos um encontrinho do Blog. É quase como organizar uma festinha de aniversário e todos os seus amigos terem compromisso e você ficar lá esperando pensando “será que vai rolar?”. Eu não sou já lá das muito ligadonas em festa, mas quando se trata de sentar pra conversar e ainda petiscar, na companhia da cachorrada com gente que gosta de falar, já me deixa bem feliz só de pensar. Domingo fomos muito bem recebidos por diferentes pessoas, de diversas áreas profissionais e lugares diferentes do Brasil. É uma coisa meio doida de imaginar que conseguimos reunir pessoas com tanta vibe boa em um só lugar.

Eu estava super tensa a semana toda para que fizesse um dia bom e sem chuva para não precisar desmarcar nada. Acredito que foi um dos domingos mais bonitos do inverno até agora. Uma sorte danada <3

Desta vez, tivemos os lanchinhos da Di.Fôrma , uma marca super caseira, gostosa e com opções saudáveis e vegetarianas. Fiquei muito feliz que todos gostaram tanto quanto nós – ou um pouco menos que o Fabinho que degustou várias vezes tudo.

Ringo e Lucy estavam em casa – Ringo com saudade do sofá, afinal é o Ringo né, cês já sabem. Correram dia todo e chegaram exaustos para casa. Foi muito bom ouvir tantas histórias, saber os assuntos que mais gostam de falar, rir das diferenças e conversar do que nos identificamos. É gostoso ver o respeito e sentir todo carinho com nossa pequena família. Me emociono só de relembrar. É tudo muito maluco, né? maluco e bom hehe 🙂

A internet tem muita coisa ruim e também muita coisa boa. Fazer este filtro, selecionar e tornar relevante o que realmente importa, está nas mãos de cada um. Não digo nem a respeito só do nosso blog, mas acredito que, cada um é responsável por aquilo que segue e compartilha. Então, vamos espalhar o que é bom e nos torna pessoas melhores. Vamos nos aproximar daquilo que nos faz bem. De difícil já bastam alguns momentos complicados da vida.

Espero que no próximo possamos reunir ainda mais pessoas assim, como os que conhecemos <3

Para quem foi, o nosso MUITO MUITO OBRIGADA mais uma vez! Obrigada por separarem um tempinho na agenda de vocês.

Ps: tiramos as fotos em momentos diferentes e a com todos foi no final, desculpe quem não apareceu 🙁