Por aí

> UMA CASA SUSTENTÁVEL PARA (SONHAR) FICAR NA PATAGÔNIA

31/07/2017

Da nossa viagem pelo Chile, sem dúvidas, a patagônia foi a parte em que mais nos apaixonamos. Adoramos o silêncio, a proximidade, a variedade da natureza e todo aconchego daquele lugar com suas paisagens naturais em diferentes cores. Tivemos um dia sem passeios e fomos conhecer o cantinho de alguém muito especial, o Jaime Borquéz, que vocês conhecerão melhor no vlog deste dia.

Jaime é chileno mas morou bons anos no Brasil, além de ter viajado por quase o mundo todo trabalhando na área de imprensa para turismo. Nos apaixonamos por cada história que ouvimos dele nessa viagem e, pela calma de viver a vida.

A casa dele é um museu particular. Cada peça tem uma história cômica ou dramática, mas em todas podemos rir e tirar alguma lição. É gostoso sentar e olhar para cada mini detalhe que nos chama a atenção. Quando fomos, ele ainda estava reformando os quartos e as cabanas que ele irá alugar para mochileiros, bikers, pescadores e qualquer pessoa que deseja emergir nesse mundo ~patagônico de ser. Sim, voltamos já querendo retornar.

Toda a casa é sustentável. A energia é através de painéis solares, a água chega por um sistema que instalaram do riacho que tem no seu quintal e planta legumes e verduras orgânicas. É lindo demais de ver.

Terminamos o dia sentados os três ao redor do fogão a lenha, nos aquecendo e trocando ideias sobre toda essa estrutura. Sobre o mundo, viagens, patagônia e pequenas coisas da vida que nos tornam grandes como humanos. Neste dia, voltei para o hotel com mais fé no mundo.

Se quiser saber mais sobre o Jaime e o serviço que ele oferece é só entrar no site www.casachinook.cl que encontrará email, telefone e todas as informações. Quando fomos já tinha me apaixonado pelas cabanas, agora com elas prontas, íamos com Lucy e Ringo na mala, hehe.

Corrida

> Depois da Maratona: O que será agora?

25/07/2017

Quando comecei a correr não pensei muito no que iria dar. Ou melhor, achei que não daria em nada.

Confesso que uma parte de mim está se segurando para ser responsável e não encarar mais uma maratona no final do ano e a outra quer muito tentar outros desafios de fortalecimento, velocidade e curtas distâncias. Vamos dizer que, eu não curti estas fases. Afinal, depois de 7 meses correndo me enfiei na meia e depois de 1 anos e meio na maratona. Levando em conta o tempo de preparação, eu não cheguei a amadurecer correndo nos pequenos kms.

Agora estou passando por um processo de ganho de massa muscular. Mesmo correndo um nível alto por semana, acabei conseguindo ganhar bastante músculo e o que perdi foi mais gordura corporal, minha porcentagem e a do Fábio abaixaram bastante. Com orientação da Poly nos exercícios e na alimentação, acredito que nas próximas corridas estarei bem mais forte. Esse é o objetivo: correr melhor e com mais resistência. Afinal, espero correr ainda por bons anos, então preciso me cuidar e fortalecer bastante.

Muita gente me perguntou assim que terminei a prova “E AGORA? O QUE SERÁ?”.

É continuar curtindo a maratona.

Ainda me emociono muito de lembrar daquele dia. Leio o texto, revejo os vídeos e fotos. Fico feliz pela prova dos outros e me sinto feliz em conseguir pequenas melhoras na corrida. Maratona é casca.  Acredito que tudo precisa ser feito com prudência e com muito respeito ao corpo e tempo de amadurecimento.

Ainda tenho dias em que fazer 5km é pior do que longão. Correr no sol, no frio, menstruada, com cólica, com fadiga da musculação, chuva, com pouco tempo, aumentar a velocidade ou ir mais longe. Tudo isso interfere no psicológico e faz da corrida um processo novo em cada uma delas.Tem dias que nossos pensamentos são os nossos melhores amigos e outros o pior inimigo. Uma barreira que precisamos ouvir, respeitar e as vezes ignorar: a nossa cabeça. Coisa de doido, né?

Meu objetivo não é ser uma atleta e nem ter os melhores tempos ou as mais longas distâncias, mas fazer da corrida um exercício sustentável na nossa vida.

Um passo de cada vez, né? O próximo desafio eu quero, só ainda não sei onde será 😛

Por aí

> PATAGÔNIA CHILENA: PARQUE NACIONAL QUEULAT – dia 4

21/07/2017

Era o nosso terceiro dia de viagem pela patagônia chilena e já estávamos completamente extasiados com o lugar. Depois de duas experiência “na água”, eu já não teria mais medo de muita coisa, haha. Esse dia foi um tempo bem patagônico, como o pessoal definiu. Estava com uma garoa fina o dia todo e muito vento. Essa combinação resultou em um frio de doer, justo no dia em que esqueci meu casaco impermeável.

Demoramos uma média de 4 horas e meia para chegar no lugar. Antes paramos em alguns pontos para apreciar e fazer um cafézinho com toda a turma. Paramos na Villa Mañihuales e na Reserva Nacional Lago Las Torres. O café foi montado no Mirador Río Cisnes. Fofa a mesa deles né?

O Parque Nacional Queulat é imenso! Com uma média de 150 mil metros quadrados nele é possível ver 1 campos de gelo e 7 glaciais e 8 rios. Caminhamos pelos trechos e pudermos ver pássaros e uma biodiversidade incrível da região. É um lugar lindo para passar o dia e contemplar cada detalhe das plantas e a forma de como a natureza se adapta e cria o seu universo bem estruturado e lindo.

Me lembro que voltei esse dia para o hotel um pouco em choque com a quantidade e variedade de coisas que pudermos ver e fazer em um único lugar. Desde plantas que se adaptam em locais com alta umidade, glaciais, morros e lagos com cores únicas. Outra coisa que chamou a nossa atenção foi todo o cuidado dos guia com o local, sempre atento a possíveis papéis que estavam nas trilhas, mantendo tudo limpo e sem poluir ou mudar nada da natureza. Que aquele lugar permaneça assim! Abençoado.

VEJA ESSE DIA EM VÍDEO 🙂

No meu prato por um dia, RECEITINHAS

> No meu prato: Algumas ideias para refeições Veganas

18/07/2017

Sempre me pedem para postar receitas aqui e no canal e eu gosto muito que você curtam o que fazemos por aqui 🙂

Como comemos 80% das vezes em casa e deixamos tudo bem adiantado, tudo flui bem rápido no dia a dia. Pensando nisso resolvi compartilhar algumas ideias de refeições veganas fáceis que mais gosto e que são bem simples. É mais caro? bem, veja você mesmo. Usei menos ingredientes que eu usaria se tivesse carne, ovo e leite e ainda reaproveitei para outras refeições os resíduos do leite vegetal. Bacana, né? Também me surpreendi.

O amado arroz e feijão. Não é todo mundo que sabe, mas o nosso queridinho é uma fonte e tanto de combinação proteica para os aminoácidos completos que tanto dizem por aí. Assim como a junção de outros cereais com grãos e leguminosas.

O arroz integral eu preparo uma vez na semana (isso varia um pouco) e congelo em potes. Não tem uma quantidade muito definida pois não é todo dia que comemos. Deixo no freezer e descongelo conforme dá vontade. O feijão também, tentamos variar ao máximo. Fazemos ás vezes o preto, branco, ervilha síria, ervilha verde e assim vai. Cenoura e o repolho eu deixo picada em potinhos e a mandioquinha também cozinhamos e depois é só descongelar. Rapidex e colorido!

Nessa uma variação do primeiro pratinho. Só que sem o feijão e com batata doce que também cozinhamos e deixamos em um pote para 2-3 dias. Nos dois pratos temos almôndegas (tô numa fase apegada), no primeiro é de lentilha e no segundo de ervilha. Costumo fazer meio que no olho mesmo, mas a receita é bem parecida com essa aqui. Gosto de colocar um pouco de molho de tomate para acompanhar.
Aqui fazemos hambúrgueres, almôndegas, bolinhos de diferentes grãos e deixamos prontos para só descongelar e assarmos quando quiser. Por vezes coloco proteína isolada de arroz para dar um plus e liga na massa, mas o uso da proteína é somente porque temos orientação nutricional.

Um dos meus pratos favoritos que foi uma das minhas jantas semana passada é esse escondidinho de batata doce (ou a normal ou mandioquinha) com cogumelos refogados. Vou mostrar essa receita no canal essa semana, dá um pulo lá 🙂 Mas é tããão simples e aconchegante, sério. Ah! Coloquei tofu em pedacinhos.

Essa foi no almoço mais ligeiro de todos: macarrão integral com cogumelos refogados e pasta de tofu. Eu compro a pasta de tofu orgânica no mercado, tem um preço super ok e rende bastante. Refogo os cogumelos e coloco uma ou duas colheres para deixar cremoso. A saladinha foi parecida com a do segundo pratinho 🙂 Compramos quase semanalmente legumes e verduras, tentamos sempre pegar cada semana algo diferente.

Para o jantar, resolvi aproveitar que ainda tinham cogumelos então só coloquei molho de tomate, mostarda e um pouco do leite de aveia que eu tinha misturado com tofupiry. Um estrogonofe rápido e que ficaria delícia em um pãozinho também, mas tinha arroz na geladeira do almoço 🙂


Ainda sobre as almôndegas, essas são com feijão branco e muuuita salsinha, cebolinha e tahine. Junto com macarrão de beterraba, tofupiry e abobrinha tostadinha na frigideira só com sal e curry.

Outra ótima descoberta foi colocar o resíduo do leite vegetal de aveia na minha amada panqueca de banana (com bolos e cookies também funciona). Deu bem certinho e ficou uma delícia. O leite eu costumo fazer de aveia pois é mais em conta, mas o de amêndoas é o mais gostoso na minha opinião. Adoro comer essa panqueca com uma colher de geleia sem açúcar e, se precisar no dia, acrescento um pouco de proteína isolada na mistura – mais uma vez, isso fica por conta do acompanhamento com a nutricionista.

Como sei que a pergunta “mas você é vegetariana ou vegana” virá, vou me adiantar.

Já tem um tempo que venho reduzindo ovos e laticínios do dia a dia, só não faço muita questão de ficar dizendo, pois não tenho intenção de criar nenhum rótulo pra mim e porque algumas pessoas são bem intolerantes quando dizemos que ainda comemos em algumas ocasiões – o plural aqui é pois já vi acontecer em outros blogs e amigas próximas. Minha relação com a comida sempre foi para comigo, buscando o meu equilíbrio no meio ambiente. Confesso que me dá um pouco de preguiça ter que me justificar o tempo todo, coisa que nem minha mãe me questiona, e receber comentários como “mas, o fábio come carne”, “mas na foto da mesa tinha carne”, “essa proteína parece carne moída” e mais outras tantas. Ainda se fossem mensagens de preocupação ou para me ajudar, acharia bacana, mas é por intriga. Infelizmente muita gente acha que isso é uma competição de quem é mais evoluído ou diferentão – eu tô de boa. Só por isso que não fiz questão de contar “virtualmente”, já que poderia ser e deixar pesado um processo que, para mim, só tem sido e me deixado mais leve, no meu ritmo.

Em casa é bem tranquilo. Deixo as exceções como principalmente os queijos, para dias em que saímos ou algo assim. Ovo não tem feito falta, consegui substituir a maioria dos preparos como bolos e panquecas. Leite tenho feitos os vegetais principalmente de aveia aqui em casa e foi o que me fez me sentir mais leve imediatamente. Ainda existe o desafio de ver comidas e desvendar a composição e ler rótulos, mas acredito que seja um processo de adaptação que depois vira quase automático e acostumamos com algumas marcas.

A questão toda não se trata sobre somente o prazer de comer, mas ajuda se você começar a ver outras formas de preparar as refeições do seu dia a dia. Pesquisa “qualquer coisa” vegana no youtube que você encontra. Sério! Olha quanta receita eu peguei de um único canal 🙂 É demais como tem gente disposta a compartilhar e contribuir!

A cada dia que assisto documentários e filmes sobre alimentação vegetariana/vegana, venho percebendo como é algo como voltar a simplicidade e sobre ver o meio ambiente literalmente como parte do nosso dia a dia. Não é mais sobre a comida como única fonte de prazer da vida. Sim, comer nos traz satisfação e todos temos grandes apegos e histórias ao redor da mesa, com toda certeza, mas isso precisa estar fundado em uma base consciente: Tanto do que é saudável para o corpo como para o meio ambiente e aquele abraço na alma. E esse equilíbrio, é cada um consigo mesmo que irá encontrar.

É o que seguimos buscando. Mais cores, paz e simplicidade.

Por aí

> PATAGÔNIA CHILENA: GELEIRA – LAGUNA DE SAN RAFAEL – dia 3

17/07/2017

Eu sempre jurei que nunca entraria em um barco. Que bom que resolvi quebrar essa promessa nessa viagem. Eu perderia a chance de ver uma das coisas mais lindas de toda a vida.

Acordamos por volta das 6 da manhã e saímos do hotel as 7 horas. Entramos no ônibus rumo a entrada do Puerto chacabuco, onde estava o barco “Chaitén” que iria nos levar até a laguna de san rafael. Eu acordei muito nervosa, mas extremamente feliz por poder viver tudo aquilo. Era um sentimento misto e agridoce. Assim como no passeio para as Capillas, resolvi pensar em uma coisa de cada vez. Por hora eu só tinha que caminhar até o barco. FUI.

Tomamos café da manhã super gostoso e sem nem ter percebido, já tínhamos navegado quase 1km. Estava tudo bem e bem escuro ainda. Resolvi tirar um cochilo para me acostumar com toda aquela ideia e acordei com Fabinho todo empolgado dizendo “VOCÊ TEM QUE SUBIR”. O dia clareou e abriram a parte de cima. O vento era MUITO forte, mas trazia uma sensação de liberdade, frescor e uma energia gostosa. Me deixei levar por todo aquele azul. Me senti um nada de nada perto de toda aquela imensidão.

Pudemos conhecer o capitão e o mais engraçado foi entrar e eles estarem escutando a trilha de Into the wild. Foi inevitável não rir e sentir aquele clima tão leve e renovador que eles estavam. Navegamos muito e almoçamos no navio. A organização e todo cuidado do pessoal no passeio é incrível. Super queridos e preocupados em atender e receber bem a todos.

Depois de 5 horas, chegamos em um trecho onde a água já mudava de cor. Começamos a ver a diferença de tons azul para um esverdeado. O verde passou e deu lugar a tons escuros, brancos e azul. De longe pudermos ver um “pequeno” ponto azul reluzente. Acho que foi a única hora em que o navio ficou em silêncio e só ouvíamos o barulho ensurdecedor do vento que já estava mais gelado.

Tivemos a sorte de pegar um dia nublado, mas quando chegamos estava com um garoa fina. Entramos no bote e um facho de sol se abriu e formou um arco íris. Estava feito o espetáculo, onde ficamos a 3km da geleira maior, por questões de segurança. Neste dia vimos apenas 1% de um campo de gelo glacial. SIM, é imenso!

Quando pisamos no barco a chuva começou. Não nem dizer a sorte que tivemos naquele dia! Conseguimos ver e registrar para você tudo. O alívio foi grande!

Quando recebemos o convite para participar desta viagem, no resumo do passeio dizia “Embárquese en parte de la aventura a una de las últimas maravillas naturales del mundo“. Me senti privilegiada e ao mesmo tempo triste de pensar em tantos impactos que estamos causando na natureza. É realmente triste conversar com pessoas que trabalham neste passeio e o fizeram por 6 vezes em anos diferentes e dizerem: elas estão diferentes. Estão diminuindo.

Toda nossa viagem principalmente para a patagônia nos fez pensar e repensar nas nossas atitudes. Na nossa pressa, escolhas e estilo de vida que estamos formando e temos a chance de ainda evoluir mais. Espero um dia voltar ou quem sabe meus amigos e filhos e puderem ainda ver o que vemos.

ACOMPANHE NO VÍDEO ESTE DIA 🙂

Inspirações

> ENCONTRINHO NNV – 2 edição

12/07/2017

Nunca imaginei nada disso acontecendo. Acredito que o Fabinho muito menos.

Nunca pensei que teríamos um blog e acreditaríamos que poderíamos levar algo bom e alegre para as pessoas através das nossas reflexões e dilemas da vida. A cada encontrinho que marcamos percebo que estamos cada dia semeando e trilhando no caminho certo. Com muito esforço, dedicação e amor pelo o que fazemos. Isso tudo tem voltado para nós de uma forma muito surpreendente. Domingo, dia 09/07, foi a prova viva disso.

Sempre fico tensa quando marcamos um encontrinho do Blog. É quase como organizar uma festinha de aniversário e todos os seus amigos terem compromisso e você ficar lá esperando pensando “será que vai rolar?”. Eu não sou já lá das muito ligadonas em festa, mas quando se trata de sentar pra conversar e ainda petiscar, na companhia da cachorrada com gente que gosta de falar, já me deixa bem feliz só de pensar. Domingo fomos muito bem recebidos por diferentes pessoas, de diversas áreas profissionais e lugares diferentes do Brasil. É uma coisa meio doida de imaginar que conseguimos reunir pessoas com tanta vibe boa em um só lugar.

Eu estava super tensa a semana toda para que fizesse um dia bom e sem chuva para não precisar desmarcar nada. Acredito que foi um dos domingos mais bonitos do inverno até agora. Uma sorte danada <3

Desta vez, tivemos os lanchinhos da Di.Fôrma , uma marca super caseira, gostosa e com opções saudáveis e vegetarianas. Fiquei muito feliz que todos gostaram tanto quanto nós – ou um pouco menos que o Fabinho que degustou várias vezes tudo.

Ringo e Lucy estavam em casa – Ringo com saudade do sofá, afinal é o Ringo né, cês já sabem. Correram dia todo e chegaram exaustos para casa. Foi muito bom ouvir tantas histórias, saber os assuntos que mais gostam de falar, rir das diferenças e conversar do que nos identificamos. É gostoso ver o respeito e sentir todo carinho com nossa pequena família. Me emociono só de relembrar. É tudo muito maluco, né? maluco e bom hehe 🙂

A internet tem muita coisa ruim e também muita coisa boa. Fazer este filtro, selecionar e tornar relevante o que realmente importa, está nas mãos de cada um. Não digo nem a respeito só do nosso blog, mas acredito que, cada um é responsável por aquilo que segue e compartilha. Então, vamos espalhar o que é bom e nos torna pessoas melhores. Vamos nos aproximar daquilo que nos faz bem. De difícil já bastam alguns momentos complicados da vida.

Espero que no próximo possamos reunir ainda mais pessoas assim, como os que conhecemos <3

Para quem foi, o nosso MUITO MUITO OBRIGADA mais uma vez! Obrigada por separarem um tempinho na agenda de vocês.

Ps: tiramos as fotos em momentos diferentes e a com todos foi no final, desculpe quem não apareceu 🙁

Ler & Ver

> Documentários Sobre Alimentação Veg(etari)ana

10/07/2017

Sempre posto aqui no blog documentários ou filmes que vemos e estamos curtindo. Ultimamente o número de documentários aumentou bastante, ainda mais sobre o tema de alimentação – já postei outros aqui no blog. Na Netflix vocês podem conferir uma infinidade de vídeos que tocam em assuntos como sustentabilidade, produção de alimentos e como estamos levando a vida no nosso prato e todo impacto causado no meio ambiente.

Claro que acima de tudo é preciso balancear tudo que ouvimos, mas é inevitável negar os males que estamos causando no mundo por nossas escolhas diárias. Separei alguns documentários que assisti e gostei muito. Sempre me pedem para falar sobre alimentação vegetariana aqui, então essa é uma boa hora, afinal, nada melhor do que ter embasamento e opinião de profissionais da área para dizer que podemos sim escolher por outros caminhos.

WHAT THE HEALTH

What the Health” é um novo documentário dos mesmo realizadores do Cowspiracy, que mostra Kip Andersen descobrindo sobre os impactos dos produtos processados de origem animal na saúde humana e explora o porquê das principais organizações da saúde continuarem a promover esta indústria. O documentário mostra um pouco também sobre a relação da indústria médica e farmacêutica e o efeito que todos estes processos causam em pessoas que vivem próximo a isso.

LIVE AND LET LIVE

O documentário observa a nossa relação com os animais, conta a história do veganismo e as questões éticas, ambientais e de saúde que motivam as pessoas a optarem por este caminho. São 6 entrevistados com diferentes histórias, um deles é um ex-açougueiro que se tornou um chef vegan. No ponto de vista do conteúdo é bem bacana, mas confesso que dei umas dormidinhas, pois ele tem um ritmo mais devagar do que os outros que estamos acostumados a ver.

COWSPIRACY

Cowspiracy é um documentário é sobre a indústria que mais tem destruído o planeta: a agropecuária. É o maior responsável pelo desmatamento, poluição de água, responsável por mais gases de efeito estufa do que o setor de transporte entre outros grande prejuízos ambientais. É um documentário denso, já assisti 3x e sempre me pego refletindo em pontos diferentes. Recomendo ele para todo mundo. A gente precisa dessa chacoalhão.

TERRA

Essa documentário possui imagens incríveis e chocantes, que mostram o impacto que o ser humano causa no planeta terra. Lançado em 2009 pelo jornalista e fotógrafo e ambientalista Yann Arthus-Bertrand, traz imagens impactantes do desequilíbrio que provocamos no mundo.

Comece um, dois, três dias… mas dê chance. Tente, procure alternativas, pesquise, comece aos poucos. Mas comece.

O mundo precisa de uma mudança e ela começa em nossas pequenas escolhas