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> Villa Ártemis: Dias em paz

17/10/2016

Fazia muito tempo que estávamos à procura de um lugar próximo de São Paulo para pegar a nossa turma e tirar alguns dias para relaxar, se divertir e não pensar em nada além do momento presente. E… Conseguimos este lugar 🙂

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Quem nos acompanha pelo instagram já sabe que viajamos no feriado para a Villa Ártemis. Saímos na quarta pela manhã com o carro cheio: poucas malas, mas com dois vira-latas empolgados. Chegamos nesse lugar especial de energia leve, super caseiro e aconchegante fica em São Roque, próximo ao roteirno do vinho, à uma hora de São Paulo – e tem carinho espalhado por cada canto.

É incrível quando temos a chance de conhecer pessoas que são realmente APAIXONADAS pela vida e pelo o que fazem, tudo ganha um valor diferente. Foi assim que nos sentimos logo quando conhecemos a Milene que vive muitas vidas em um dia só! Eu achava que fazia muita coisa, percebi que não faço é na-da, hahah. Psicóloga em uma parte da semana, dona da pousada na outra, nós ficamos boquiabertos na quantidade de serviços e atenção que ela deposita nos serviços que a Villa oferece. Passamos horas no primeiro dia conversando com ela sobre a vida!

Tamo em casa @villaartemis

A Villa conta com uma espaço aberto e cheio de verde para a cachorrada, tanto dos hóspedes, quanto para os animais que eles resgatam e dão todo o suporte por lá. Um trabalho LINDO e de lavar a alma! Para quem tem bichinho e quer viajar na companhia deles este é o lugar! Lucy e Ringo foram super bem vindos e mimamos. O restaurante também é só amor. As refeições são feitas com legumes, frutas e verduras colhidos da horta própria. As massas, bolos, pães, geleias, iogurte são caseiros, feito por eles. Tudo possui aquele sabor leve e cheio de aconchego. Milene é vegetariana e, apesar dela perguntar se o Barba queria comer carne nas refeições, ele disse que não fazia nenhuma questão. Arrisco dizer que nunca comemos tão bem. Sabores diferentes, ingredientes frescos e o preparo artesanal é uma combinação que transmite um abraço, né? Claro que gravamos VLOGS para o canal, então vocês verão logo logo no canal como nós ficamos pós um jantar, hahah.

Vamos falar dessa decoração? Se um dia nosso sonho de morar no campo se concretizar, certeza, nossa casa será bem parecida, hahah Madeira + Luz <3

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Voltamos leves e super relaxados. Apesar de vivermos a nossa rotina com muita paz e em um ritmo tranquilo, também é bem corrida. Tirar uns dias em família, falando da vida é o melhor roteiro de viagem que podíamos fazer.

A vida é feita dos detalhes e da atenção e carinho que damos a eles. Posso dizer que senti tudo isso em cada dia que ficamos por lá. Quanto mais amor colocamos no que fazemos, mais irresistível e contagiante fica para todos ao redor. A Villa ártemis é prova disso. Obrigada pelo convite e por toda experiência! 🙂

  • Para conhecer mais da Villa Ártemis é só procurar aqui: Facebook | Site | Telefone: (11) 4711-2416
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> Nadar em uma Cachoeira : CHECK!

04/02/2016

Acho que todo mundo tem aquela listinha de coisas que deseja fazer na vida. Confesso que com o passar dos anos, eu fui deixando a minha um pouco de lado. Longe por ser por perder a fé e a vontade de realizar, mas por que o agora está tão legal que desejo respirar e aproveitar. Antes eu lamentaria que queria estar em Roma, Chile com tal e tal roupa. Hoje, eu sei que eu estou onde devo estar, como estou e quero amar cada segundo disso.

Na nossa viagem eu fui com este mesmo espírito. Curti a família, rolei com 6 cachorros, uma gata e nos divertimos feito bobos. Até que no sábado, às onze horas da noite, meu cunhado nos convida para visitar uma cachoeira. Barbinha me olhou com cara de “não quero acordar as 6 da manhã” e eu me lembrei que este era um item da minha lista: Nadar em uma cachoeira. E eu nem lembro o porquê coloquei isso.

Todo mundo fala que cachoeira é uma coisa mágica. Eu sempre achei papo hipongo e nunca botei lá tanta fé. Na verdade, queria ver qual é que é a da bicha. Por fim, quando contei que nunca tinha entrado em uma, Fabinho só faltava me levar naquele momento para o local – mesmo sem saber onde é que era. Moral da história: fizemos nossas troxinhas e em poucas horas estávamos na estrada para conhecer um lugar com vegetação primária e sem interferência. Ou seja, um milagre. Um tesouro.

Descendo a trilha eu já conseguia escutar o barulho da água, corri para molhar meus pés, coloquei o colete salva vidas e fui para o meio. Até então eu sentia a temperatura gelada, mas estava ok. Fabinho me deu as mãos e antes de contarmos até três me disse, “Tem certeza que quer ir de uma vez? É gelada!”. VAMO, VAMO, eu respondi sem pestanejar. O primeiro tibum e senti uma pontada no osso, uma agulhada que me fez levantar enquanto ainda tinha pé e sair correndo. Fiquei alí parada. Parada. Fechei os olhos e contei até 3 umas 4x, até que vi uma mão estendida. Sorrindo, ele dizia, “Você tem que entrar e esperar 15 segundos, então acostuma e fica boa. AHAM. Barbinha já me enfiou em cada roubada nesses 6 anos que, sinceramente, eu sabia que estava em mais uma.

Pulei, mergulhando as pernas, barriga, cabeça e esperei os exatos 15 segundos. Meu corpo estava em choque, como quem diz: CARA, QUE ISSO? PERA.. PERA.. AH… Ficou boa, ele tinha razão. Era como se as nossas temperaturas se equilibrassem, enquanto eu dava braçadas para chegar embaixo da queda. Inventei de olhar pra cima e vi a quantidade de água e a sua força, cravei meus olhos. Meu medo de água estava em alerta me dizendo para voltar, voltar e voltar. Então, resolvi ir de olhos fechados mesmo. Embaixo daquele chuveiro natural, com os olhos cerrados e as mãos dadas, “Viu, baixinha?! Risca esse item da sua lista. Eu falei SÉRIO”. Falou mesmo.

Já tinha esquecido da temperatura gelada, a pontada na canela, o medo da água e o desespero de afogar. Precisei de uma mão amiga para o impulso e a vontade de realizar um item que, como tudo na vida, é preciso se lançar, mesmo que seja desconfortável no começo. Pisei meus pés na areia e senti todo meu corpo regenerado e como se estivesse em vibração.

Os hippies tinham razão. Se você quer levar um chacoalhão bem dado da vida, a natureza quebra o seu galho.

Cachoeira é coisa SÉRIA. E ter um amigo afim de realizar a sua lista da vida também. Recomendo.

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> Viajar de Carro

19/01/2016

Poucas coisas são tão legais como estar cercado de quem amamos, ainda mais dentro de um carro cantando e contando histórias engraçadas e pensando sobre a vida por longas horas de estrada. Nós sempre preferimos a estrada do que avião, embora em alguns casos não tenha muito o que fazer. Sempre no final de ano, como ficamos mais tempo, levamos nossos pentelhos com a gente. Este ano, a casa dos meus sogros comportou 6 cachorros e uma gata. Uma amostra grátis do paraíso.

Resolvi separar algumas dicas que fomos colecionando para quem quiser se jogar nessa aventura até mesmo com os seus filhos caninos 🙂

  • Antes de sair de casa, o mais importante é fazer um revisão completa no carro, checar os pneus e extintor de incêndio. Evite dias chuvosos e dê preferência para as manhãs.
  • Confira a carteira de motorista, documentos pessoais e dinheiro para pedágios. Ter um kit com remédios para enjoo e dor de cabeça não pode faltar.
  • Não confie 100% no celular e aplicativos de GPS, você poderá ficar sem sinal ou internet. Por isso, é importante ter um mapa com os acessos principais de rodovias e o endereço do destino.
  • A melhor parte é comprar os petiscos e guloseimas para comer durante o passeio. Não esqueça de levar garrafinhas de água, porções de ração e potes para a cachorrada beber nas pausas.
  • Também prepare uma playlist cheia de músicas preferidas e também daquelas animadas de fim de festa – a zueira não tem fim.
  • Faça pequenos intervalos de 3 em 3 horas ou quando sentir cansado. No caso, apenas o Barba dirige, então ele sempre cochilava no carro e eu dava comida, água e passeava com Lucy e Ringo para xixiecocô. Geralmente eles costumam ficar agitados e com pouca fome.
  • Lucy ficava muito enjoada, fomos insistentes e aos poucos ela acostumou com o movimento do carro. Na outra viagem, o veterinário indicou dar a quantidade ideal para o porte dela de Dramin. Ela ficou um pouco sonolenta e passou mal poucas vezes. Desta vez ela não vomitou nenhuma vez, mas vamos com o vidro entreaberto para ela tomar um ar. Ringo nunca passou mal, vai dormindo sentadinho vendo a vida passar. Mas, sempre deixo um pequeno pote e pano a postos, vai saber.
  • Para os peludinhos também é importante cinto de segurança para cachorro. Eles vão presos da coleira ao cinto comum e possuem movimentação ok e confortável.
  • Nossa viagem de São Paulo até o interior do Rio Grande do Sul foi divida em dois dias, saindo às 6 da manhã e chegando as 19h em uma pousada simples. No dia seguinte, o mesmo processo, mas com a chegada no início da tarde. Na primeira vez a ideia era fazer em um único dia, porém com trânsito e obras acabamos atrasando muito. Por isso, é importante verificar hotéis e pousadas em trechos específicos que aceitem animais, para ter uma carta na manga em contratempos assim.
  • Todo tempo vale ouro quando se está na estrada é importante ser objetivo, mas respire fundo e curta o caminho. É super cansativo, mas tenha jogo de cintura para lidar com a cachorrada, crianças e evite discussões com o motorista.

Dirija com calma, em qualquer situação, todo cuidado é pouco. Lembre-se que você tem o seu bem mais precioso dentro do carro: a sua vida e a de quem ama. <3

Boa viagem e colecione histórias!

Pedaços+Momentos, Por aí

> Pedaços + Momentos: Férias, “em casa”.

12/01/2015

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Finalmente saímos de férias! Separamos, como sempre, 15 dias para ficar coladinhos da família do barbudo, lá no RS – Cachoeira do Sul. Lucynha este verão, ficou com os meus pais e, aparentemente, amou. E nós morremos de saudade dela. Por nossa sorte, a família Gomes é cachorreira até aszora e tinham 4 cachorras lá pra gente rolar no chão. Mas, o melhor mesmo, foi não ter feito NADA! Se jogar na sala, cada um em um cantinho, por horas meio espremidinhos, olhar um pra cara do outro fazendo piadas e terminar de assistir nossa série preferida do momento. Sentar na cozinha, preparar algum quitute e dá lhe papo de histórias antigas, novas e claro, zoar a vegetariana. Passei o ano novo com um ser deitado na minha perna e com mais três cachorras em cima de nós. Amor, define.IMG_4921-1IMG_4948-4IMG_4954-1
Quem me acompanhou lá no instagram deu pra sentir como eu estava literalmente, com o coração nas nuvens. E é sempre assim quando vamos para lá. Quando começamos a namorar, demorei um ano para conhecer os meus sogros – sogros? palavra aterrorizante para uns e, segundos pais para mim. E foi no final de 2010 que cheguei lá com um pouco de timidez que durou apenas 15 segundos, até o Juninho, o cão tarado, cravar nas minhas pernas num vai e vem na maior paixão. Caímos na risada e pronto, passou. Fomos lá para o quintal e quando vi aquele jardim e o pergolado cheio de mato, dos meus sonhos, cutuquei o Fabinho para comentar e ele estava na maior zoação com o pai dele, escondendo o dedo do meio atrás de um refrigerante. E mais uma vez, caímos na risada e pronto, eu sabia mais ainda que estava na família certa – mas, não a mais normal.
Então, sempre quando vamos é isso: me sinto em casa. E tive certeza que não só estava, como aparentava isso, quando no meio de um churrasco, uma intercambista dinamarquesa perguntou para o irmão caçula do Fábio: vocês três são irmãos? Caímos na gargalhada – pois, essa não foi a primeira vez. E o caçula falou: é, ela é parceira, não deixa de ser.

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Muita gente acha impossível definir o amor, de um modo geral. O amor amigo, paterno, materno e o para com deus, não só o amor romântico. E realmente esse é um trabalho danado de concluir em uma só frase. Mas, pra mim, amar é uma coisa cada vez mais simples:
é como estar em casa. ♡

Aqui, algumas fotos tiradas com minha câmera T1i e também algumas com meu celular – ia separar mas, acho que fica menos enjoativo assim, hehe.

Agora sim, OI 2015, voltamos! 😀

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Por aí: Família postiça e gostinho de infância

26/12/2013

Chegamos faz um tempinho e já estamos com sorriso de férias. É claro que levamos um drible da vida no caminho: achamos que íamos ter trabalho com a Lucy e ela capotou linda e bela durante a viagem toda. Achamos que não pegaríamos trânsito e ficamos parados dentro do carro por 5 horas. Achamos que iríamos chegar em um lindo camping e, no fim, o camping era lindo mas, o atendente não estava lá quando chegamos na madrugada e fomos parar em um Motel. Sim, com Lucy escondida embaixo de uma toalha, no maior estilo “prenda-nos se for capaz”. Entre enjoos e indiadas, salvamo-nos todos, curtimos e recomendamos esta farofada pra limpar a alma na estrada!
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Eu não sou fã de calor, aliás, que saudade do outono! Mas, aqui o verão faz mais sentido. Primeiro, porque tem piscina e com a água sempre morninha de tanto sol e pouca chuva nesse interior do Rio Grande. Já encontrar a família e a cachorrada é sempre bom e estamos curtindo ao máximo. Aqui, a gente volta a ser criança. Mas, melhor ainda é encontrar o saudoso gostinho de infância. Abri a geladeira dos meus sogros e dei de cara com uma clássica garrafa -de plástico, é claro- com tampinha branca, advinhem? de groselha. – “Ô groselha, minha querida, quanto tempo não te via na vida!” Coisa bem gostosa encontrar algo que nos lembra de uma época do passado, repleto de coisas boas. groselha
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E seguindo esse pensamento, só consigo imaginar que o que fazemos agora, será o saborzinho  que tanto irá nos fazer bem daqui alguns anos, quando abrirmos a geladeira ou nossa gaveta de lembranças na vida. Então, é bom caprichar – e dar uma zuada sempre que possível -. Pois como meu sogro diz “o único problema nessa família, é saber quando estamos falando sério”. Problemão, né. De séria, já basta a vida. Sobrou até pra Lucy que está adorando esse verão, nossa vira lata aquática! :p

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> Por aí: 17 horas de indiada no fim de ano

17/12/2013

Todo ano vamos pelo menos duas vezes visitar os pais do Fábio no RS. Este ano com toda bagunça da mudança não conseguimos ir. Então, guardamos nossas expectativas e saudades para o fim do ano. Até que nos perguntamos: Onde a Lucy vai ficar?
Quando fizemos uma viagem de 3 dias, ela ficou em um hotelzinho. Mas, como queríamos ficar bastante tempo, pagar 17 dias de hotel não era uma coisa em conta, $$$abe? Pois é. Pensamos em despachá- la no avião, pois com o porte médio ela não poderia ir como bagagem de mão*. Mas, apesar do processo ser bem simples (comprar caixa do animal+atestado do veterinário+taxa), valeria mais do que pagar o hotel.

Até que Fabinho virou para mim e disse: Vamos de carro!
Hã? 17 horas, eu, você e a Lucy? Se valeria a pena? MUITO mais.
Gastaríamos muito menos, viajaríamos de carro (amamos estradas) e passaríamos uma experiência nova e mais tempo juntos. Tudo isso, logo na mesma semana em que escrevi no meu caderninho que a frase de 2014 seria: “Menos coisas, mais momentos”. Valeu vida!

Fiz uma listinha de coisas que não podem faltar para uma longa viagem (em casal, pois se tivesse mais gente, dava pra jogar até UNO haha):

Trilha sonora – 14 horas de música? vou levar discografia de tudo e muito mais!

Distrações : Nós sofremos de um mal: falamos DEMAIS! então posso contar que bom tempo dessa viagem será jogando conversa fora e escutando meu grande repertório de 4 músicas no Ukulele, haha. Mas, vou levar meu tricôzinho (com muito cuidado com essas agulhas, é claro), livros e mais livros, músicas e mais músicas e lanchinhos.
Remédios da Lucy : Este é um calmante que o veterinário da Lucy nos falou para comprar. É tranquilo e não tem problema dar o Dramin junto, já que ela enjoa demais no carro. Também é sempre bom lembrar de levar remédios para dor de cabeça, estômago e tal. Afinal, nunca se sabe se alguém vai se sentir mal.
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Por hora, tudo que posso dizer é que estou animada em chegar logo lá e estou morrendo de amor/querendo um trailer para as próximas viagens! ♡
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Lá vamos nós! \o/
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E pra vocês, o que não pode faltar em uma viagem longa? Aceito sugestões! 🙂

*verifique com a companhia, pois algumas raças com dificuldades respiratórias não podem viajar de avião.

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> Por aí: Porto de galinhas e um final mais que feliz

10/05/2013

No nosso último dia em Recife, decidimos ir para Porto de Galinhas, já que todo mundo disse que não poderíamos perder a oportunidade. Entendi o porque quando cheguei no lugar que é abençoado com a água mais linda que vi na vida! Lá eles tem milhões de passeios e coisas para oferecer, porém decidimos curtir a brisa só admirando este belo lugar, onde passamos nossa segunda-feira.
Os mais observadores vão se perguntar porque este post esta também na categoria “Adoção”… Bom, vejam as fotos que lá embaixo eu conto mais 🙂 IMG_1013-1 IMG_1004-1 IMG_1000-1 IMG_0997-1 IMG_0982-2 IMG_0980-1 IMG_0977-2IMG_7618 IMG_7614 IMG_7609 IMG_7607Estávamos saindo da praia quando escutei o Fábio e o Fernando dizendo: “Aquilo é um gato?”
Acreditem, este gatinho – lindo – com provavelmente poucos dias estava abandonado. Fiquei em choque e minha primeira reação foi olhar para o Fábio e dizer “E agora?”. Peguei este mini-gato e coloquei no meu chapéu e fomos procurar uma veterinária no local. Enquanto caminhávamos com pressa, já que faltava pouco tempo para pegarmos nosso ônibus para voltar, a única coisa que passava na minha cabeça era “Quem poderia te abandonar?”. Cheguei a olhar para o Fábio e perguntar se poderíamos levá-lo conosco, porém ele não tinha nem tempo de vida para ser autorizado a entrar no avião.

IMG_7605IMG_7599 IMG_1025-2 IMG_1022-1Encontramos um pet aberto,Focinhos da praia,  onde fomos recebidos com muita atenção. Eles disseram que sabiam de uma moça que queria adotar um gatinho, ligaram para ela e ficamos aguardando por longos 30 minutos sua chegada. Foi um momento de tensão, já que não sabíamos se ela iria ficar com ele ou não. Por sorte, quando ela chegou ela simplesmente sorriu e disse: EU QUERO. Foi uma mistura de alívio e felicidade. Partimos de volta muito cansados, porém felizes e aliviados por saber que este pequeno gatinho tem um amado lar.  ♥

IMG_7626IMG_7602E assim, terminou nossa viagem 🙂
Mas, acho que ainda terá um pouquinho mais dela por aqui…