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> #NNVVIAJA: SP até Minas –Dia 2

20/09/2017

Nosso dia 2 começou cedo, aproveitando para fazer uma corridinha no Banhado, uma calçadão bem famoso em São José. Vimos um sol mágico, com um luz dourada linda. Foi incrível! Tomamos café no hotel e partimos em direção a Monteiro Lobato.

  • PRIMEIRA PARADA: MONTEIRO LOBATO

Como comentei com vocês no dia 1 da viagem, nós estávamos total pela família e momentos juntos. Não pensamos em pesquisar muito sobre os lugares. Mas vale contar que o município de Monteiro Lobato foi fundado em 1880 por tropeiros e imigrantes italianos. O escritor José Bento Monteiro Lobato contava sobre o contato com a natureza que aconteceu na Fazenda São José do Buquira, hoje conhecido como Sítio do Picapau Amarelo. Ele permaneceu de 1911 a 1917 
almoço do compadre. Fez parte da minha infância. Ficamos pouco tempo só para esticar as pernas, tomar uma água, ver o centro e partimos para almoçar no restaurante Do Compadre. Vale dizer que se um mineiro diz que 1 prato serve para 2 pessoas, na verdade ele serve para 4! hahaha sério, é muita comida!

  • SEGUNDA PARADA: BRASÓPOLIS

Em Brasópolis passamos para entregar uma lembrança de família do meu sogro. Curtimos a praça, tomamos sorvete de massa e sentamos por lá. Depois seguimos mais um pouco a viagem em direção a um lugar turístico e que muita gente não vê a hora de chegar na viagem: pé de moleque, hahahah.

  • TERCEIRA PARADA: PIRANGUINHO PÉ DE MOLEQUE DA BARRACA VERMELHA

Fomos a viagem toda seguindo o carro do meu sogro, quando vimos eles encostaram em uma parte da estrada, onde tinha mais uma fila de carros: O que aconteceu? Quando entendi, nos lembramos que um tempo atrás paramos naquela barraca, mas ela era muito mais simples. Desta vez estava quase um shopping, hahaha. Eu estava muito cheia, por isso nem comi nada naquela hora, mas dizem que o pé de moleque da barraca vermelha é o mais tradicional, produzido desde 1936. Comprei uma caixa para os meus pais e seguimos viagem com Fábio e Fernando comendo todos os tipos de doces com amendoim que você pode imaginar. Ah! o preço é super justo 🙂

  • QUARTA PARADA: ITAJUBÁ

Mais um tempinho depois paramos em Itajubá, um município de Minas com 90 mil habitantes. Ficamos no Hotel bramig, que era bem espaçoso, simples e confortável. Além de ter um banheiro grande para um único detalhe que tivemos na viagem, hahahah e vocês verão no próximo vlog 😉

Esse foi o nosso segundo dia de viagem! O clima estava super gostoso e pudermos rir muito em família. Nosso maior propósito 🙂

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> #NNVVIAJA: SP até Minas – dia 1

13/09/2017

Das viagens deste ano, esta foi a única que estávamos nos preparando um bom tempo antes. Na verdade, desde conheci a família do Fabinho, o pai dele sempre nos disse que gostaria de fazer um passei com todos nós juntos. Mas era um missão impossível conciliar agendas, dinheiro, horários e tudo mais de tanta gente. Fomos adiando, adiando até que ano passado tivemos algumas complicações de saúde da minha sogra que descobriu um câncer no ovário. Hoje, ela está ótima e tudo ocorreu muito, mas muito bem e tão bem que nos trouxe algumas lições para todos da família, como o pensamento de: VAMOS DAR UM JEITO AGORA. Conseguimos agendar e marcar de viajarmos todos juntos neste meio do ano. O LUGAR? Pensamos em tantos e tantos e acabamos escolhendo o trajeto mais nostálgico e familiar para o meu sogro e suas raízes mineiras.

  • COMO FOMOS

Estávamos em 7 pessoas e alugamos 2 carros. Pensamos em alugar um carro grande, mas financeiramente ficaria bem mais caro. Então, nos dividimos e fomos em dois veículos. Particularmente, eu e Fabinho amaaaamos viajar de carro. Ainda mais com música boa e muito assunto para conversar. Ah! você pode ouvir a playlist da nossa viagem aqui. A proposta era ir sem pressa, curtindo o caminho, cidades pequenas e falar muita besteira juntos. Só! 🙂

  • PRIMEIRA PARADA: ONDE FICAMOS

Saímos de SP e fomos pela BR-116 para fazer uma parada em São José dos Campos, onde Fabinho tem tios e familiares. Lá ficamos hospedados no hotel Dan Inn, super tranquilo e que compensa para esta virada de dia. No dia até rolava uma promoção de groupon e o local estava bem cheio. Caminhamos um pouco, fomos até uma padaria que ficava bem próxima para tomar um café rapidinho e nos ajeitamos para ir noite até a Charme Pizzaria que achei uma delícia! Quem estiver por lá, vale a pena dar um pulinho para um jantar 🙂

Nosso primeiro dia foi bem tranquilo. Rimos, cantamos, vimos um pôr do sol incrível e comemos. Uma boa combinação eu acho 😛

PARA VER MAIS DESTE DIA ASSISTA NOSSO VLOG

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> PATAGÔNIA CHILENA: NOSSO ÚLTIMO DIA

05/08/2017

Despedir da patagônia foi algo difícil, mas simples de fazer. Apesar do desejo de ficar mais tempo o sentimento de que cumprimos o nosso tempo ali era grande e completo. No nosso último dia poderíamos ficar pelo hotel ou partir para realizar um pedaço de um passeio ao Parque Aikén del sur, uma reserva com 250 hectares. Lá é possível fazer trilhas, passeios guiados e ver toda a biodiversidade da região de Aysén. O parque é bem estruturado e lindo demais. É verde para todo lado.

Se você é como eu e Fabinho, ficará encantado. Ficamos rodando e lendo todas as placas de informações do local onde tem tudo super bem explicado e informando cada detalhe do lugar.

Neste dia acabamos almoçando super cedo, afinal depois iríamos partir para 2 horas de transfer com o pessoal do Loberias até o aeroporto de Balmaceda e depois todo o caminho de volta até Santiago. Foi uma viagem tranquila e muito relaxante apesar de todas as caminhadas. O pacote do hotel é completo e desde que você desembarca no aeroporto não precisa se preocupar com mais nada. Foi um prazer enorme estarmos em um lugar para mostrar um pouco da riqueza da Patagônia para vocês e com pessoas tão atenciosas em todos os passeios. Saímos de lá com o coração cheio e sabendo que um dia, mesmo velhinhos, iremos voltar.

Passamos boa parte do dia viajando. Chegamos no aeroporto e encontramos com o pessoal do Venturas que nos ofereceu o transfer até o Hostal, que foi maravilhoso devido o cansaço da viagem. Chegamos a noite, comemos um lanche pela região e capotamos. Dia seguinte iríamos aproveitar ainda mais um pouquinho de Santiago! Mas, aí, fica para um próximo post 🙂

NOSSOS PARCEIROS <3

www.loberiasdelsur.cl
www.venturas.com.br

VEJA ESTE DIA EM VÍDEO NO CANAL:

 

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> MALA DE VIAGEM PRÁTICA

01/08/2017

Muita gente tem pedido para falar mais sobre minha mala de viagem prática e, eu confesso, que acho engraçado, hehe. Porque acho que não tem nada demais. Mas, talvez aí esteja o segredo.

Desde que conheci Fabinho viajamos pelo menos uma ou duas vezes no ano para visitar os pais dele. A gente tem um ~porquinho viagem e vamos juntando para matar a saudade acumulada em alguns dias. O detalhe é que Fabinho odeia despachar mala, esperar, a função de aeroporto e demorar mais pra sair. Resultado: tive que me adaptar em sempre levar uma mala de mão para ficar desde uma semana até 20 dias fora de casa.

Claro que lá temos toalha e também máquina para lavar roupa, ponto. Já facilita a vida. Mas, aprendi que não adianta ficar nessa de levar tudo e usar só 5 peças. Aprendi a aceitar e levar só essas peças que realmente sei que vou usar – e de preferência que combinem entre sí.


O primeiro passo para montar uma mala de viagem prática é tendo um armário sincerão, o que quer dizer, um armário com peças que você usa, gosta e se sinta bem. O número de peças é você com você mesmo. Mas, acho bacana termos looks que sabemos que são confortáveis e caem bem na gente naquela fase.

Primeiro item que separo são as lingeries, pois é fácil de fazer uma média com o número de dias que ficaremos fora. Coloco dentro de um destes saquinhos quando tenho espaço sobrando, senão coloco entre o vão das peças de roupa. Segundo item são as roupas de corrida que quase não ocupam espaço, pois no geral, levo shorts e camisetas que tem o tecido mais fino possível para poder enrolar e ocupar o mínimo de espaço na mala (já que vou ter que colocar um tênis a mais para correr). Costumo levar 2 shorts (ou uma calça e 1 shorts) e 2 camisetas no máximo e lavo no lugar para reutilizar (isso vai desde a máquina de lavar dos sogros ou no banheiro do hotel mesmo, ÊTA FAROFA).

Terceiro item são as roupitchas! No verão é bem fácil! Costumo levar 2-3 shorts (um jeans claro, outro escuro e um estampado – por exemplo) e vou com a calça no corpo, por mais calor que esteja, só para ocupar menos espaço na mala. Geralmente também embarco com o sapato/bota que ocuparia mais volume, HÁ. No frio procuro levar 2 sweaters e 2 casacos mais reforçados. Também embarco com o casaco e calça mais volumoso e ás vezes vou com outro agasalho nas mãos fazendo a prevenida, mas na verdade é só para ter mais uma opção na viagem. Coloco os tênis e casacos neste espaço de cima da mala (onde ficaria computador e a outra divisória para pastas) e deixo um (ou a tolha) para colocar por cima das roupas antes de fechar a mala.

Blusinhas também sigo a mesma lógica das calças e shorts, só que com 3 peças a mais, afinal sujamos bem mais. Dou preferência para peças neutras e que combinem com tudo que coloquei na mala. Antes de guardar, faço uma pilha das camisetas e das calças/shorts e vejo como usaria cada look. Levo toucas, cintos, óculos, colares e detalhes como batons fortes para variar e diferenciar de um dia ou de outro.

Ah, não esquece do pijama!

Por último separo os itens de beleza. Bem, eu não sou das mais loucas de produtos então, confesso que fica simples. Deixo para usar alguns produtinhos do hotel e separo somente o necessário como: desodorante, creme de dia e noite, hidratante, demaquilante, bb cream, lixa de unha, batom neutro e 3 chamativos, lápis para sobrancelha, sabonete pequeno,  blush, rímel e lápis/delineador e algodão. É isso. Todos os produtos são pequenos, o que é ótimo para levar até na bolsa pessoal. Eu sempre falo que esqueço escova de cabelo, mas a verdade é que só “penteio” o cabelo com os dedos mesmo quando estão molhados e quando acordo, haha. Já aceitei.

Na bolsa pessoal minha ou do Fábio, coloco tudo de equipamento das câmeras, mini tripé, pendrive, computador e HDs. Gostamos de separar os itens pois se algum for roubado, perder ou esquecer a bolsa, o outro tem um cópia do material de backup gravado.

Foi mais ou menos com essa lógica que fomos para o sul todas as vezes no frio e calor e que fomos para o Chile no outono também. Na nossa passagem de Santiago para Patagônia não estava com mala para despachar inclusa, por isso fomos com tudo bem certinho e funcionou bem.

Espero que estas pequenas dicas ajude a organizar a mala de vocês!

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> UMA CASA SUSTENTÁVEL PARA (SONHAR) FICAR NA PATAGÔNIA

31/07/2017

Da nossa viagem pelo Chile, sem dúvidas, a patagônia foi a parte em que mais nos apaixonamos. Adoramos o silêncio, a proximidade, a variedade da natureza e todo aconchego daquele lugar com suas paisagens naturais em diferentes cores. Tivemos um dia sem passeios e fomos conhecer o cantinho de alguém muito especial, o Jaime Borquéz, que vocês conhecerão melhor no vlog deste dia.

Jaime é chileno mas morou bons anos no Brasil, além de ter viajado por quase o mundo todo trabalhando na área de imprensa para turismo. Nos apaixonamos por cada história que ouvimos dele nessa viagem e, pela calma de viver a vida.

A casa dele é um museu particular. Cada peça tem uma história cômica ou dramática, mas em todas podemos rir e tirar alguma lição. É gostoso sentar e olhar para cada mini detalhe que nos chama a atenção. Quando fomos, ele ainda estava reformando os quartos e as cabanas que ele irá alugar para mochileiros, bikers, pescadores e qualquer pessoa que deseja emergir nesse mundo ~patagônico de ser. Sim, voltamos já querendo retornar.

Toda a casa é sustentável. A energia é através de painéis solares, a água chega por um sistema que instalaram do riacho que tem no seu quintal e planta legumes e verduras orgânicas. É lindo demais de ver.

Terminamos o dia sentados os três ao redor do fogão a lenha, nos aquecendo e trocando ideias sobre toda essa estrutura. Sobre o mundo, viagens, patagônia e pequenas coisas da vida que nos tornam grandes como humanos. Neste dia, voltei para o hotel com mais fé no mundo.

Se quiser saber mais sobre o Jaime e o serviço que ele oferece é só entrar no site www.casachinook.cl que encontrará email, telefone e todas as informações. Quando fomos já tinha me apaixonado pelas cabanas, agora com elas prontas, íamos com Lucy e Ringo na mala, hehe.

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> PATAGÔNIA CHILENA: PARQUE NACIONAL QUEULAT – dia 4

21/07/2017

Era o nosso terceiro dia de viagem pela patagônia chilena e já estávamos completamente extasiados com o lugar. Depois de duas experiência “na água”, eu já não teria mais medo de muita coisa, haha. Esse dia foi um tempo bem patagônico, como o pessoal definiu. Estava com uma garoa fina o dia todo e muito vento. Essa combinação resultou em um frio de doer, justo no dia em que esqueci meu casaco impermeável.

Demoramos uma média de 4 horas e meia para chegar no lugar. Antes paramos em alguns pontos para apreciar e fazer um cafézinho com toda a turma. Paramos na Villa Mañihuales e na Reserva Nacional Lago Las Torres. O café foi montado no Mirador Río Cisnes. Fofa a mesa deles né?

O Parque Nacional Queulat é imenso! Com uma média de 150 mil metros quadrados nele é possível ver 1 campos de gelo e 7 glaciais e 8 rios. Caminhamos pelos trechos e pudermos ver pássaros e uma biodiversidade incrível da região. É um lugar lindo para passar o dia e contemplar cada detalhe das plantas e a forma de como a natureza se adapta e cria o seu universo bem estruturado e lindo.

Me lembro que voltei esse dia para o hotel um pouco em choque com a quantidade e variedade de coisas que pudermos ver e fazer em um único lugar. Desde plantas que se adaptam em locais com alta umidade, glaciais, morros e lagos com cores únicas. Outra coisa que chamou a nossa atenção foi todo o cuidado dos guia com o local, sempre atento a possíveis papéis que estavam nas trilhas, mantendo tudo limpo e sem poluir ou mudar nada da natureza. Que aquele lugar permaneça assim! Abençoado.

VEJA ESSE DIA EM VÍDEO 🙂

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> PATAGÔNIA CHILENA: GELEIRA – LAGUNA DE SAN RAFAEL – dia 3

17/07/2017

Eu sempre jurei que nunca entraria em um barco. Que bom que resolvi quebrar essa promessa nessa viagem. Eu perderia a chance de ver uma das coisas mais lindas de toda a vida.

Acordamos por volta das 6 da manhã e saímos do hotel as 7 horas. Entramos no ônibus rumo a entrada do Puerto chacabuco, onde estava o barco “Chaitén” que iria nos levar até a laguna de san rafael. Eu acordei muito nervosa, mas extremamente feliz por poder viver tudo aquilo. Era um sentimento misto e agridoce. Assim como no passeio para as Capillas, resolvi pensar em uma coisa de cada vez. Por hora eu só tinha que caminhar até o barco. FUI.

Tomamos café da manhã super gostoso e sem nem ter percebido, já tínhamos navegado quase 1km. Estava tudo bem e bem escuro ainda. Resolvi tirar um cochilo para me acostumar com toda aquela ideia e acordei com Fabinho todo empolgado dizendo “VOCÊ TEM QUE SUBIR”. O dia clareou e abriram a parte de cima. O vento era MUITO forte, mas trazia uma sensação de liberdade, frescor e uma energia gostosa. Me deixei levar por todo aquele azul. Me senti um nada de nada perto de toda aquela imensidão.

Pudemos conhecer o capitão e o mais engraçado foi entrar e eles estarem escutando a trilha de Into the wild. Foi inevitável não rir e sentir aquele clima tão leve e renovador que eles estavam. Navegamos muito e almoçamos no navio. A organização e todo cuidado do pessoal no passeio é incrível. Super queridos e preocupados em atender e receber bem a todos.

Depois de 5 horas, chegamos em um trecho onde a água já mudava de cor. Começamos a ver a diferença de tons azul para um esverdeado. O verde passou e deu lugar a tons escuros, brancos e azul. De longe pudermos ver um “pequeno” ponto azul reluzente. Acho que foi a única hora em que o navio ficou em silêncio e só ouvíamos o barulho ensurdecedor do vento que já estava mais gelado.

Tivemos a sorte de pegar um dia nublado, mas quando chegamos estava com um garoa fina. Entramos no bote e um facho de sol se abriu e formou um arco íris. Estava feito o espetáculo, onde ficamos a 3km da geleira maior, por questões de segurança. Neste dia vimos apenas 1% de um campo de gelo glacial. SIM, é imenso!

Quando pisamos no barco a chuva começou. Não nem dizer a sorte que tivemos naquele dia! Conseguimos ver e registrar para você tudo. O alívio foi grande!

Quando recebemos o convite para participar desta viagem, no resumo do passeio dizia “Embárquese en parte de la aventura a una de las últimas maravillas naturales del mundo“. Me senti privilegiada e ao mesmo tempo triste de pensar em tantos impactos que estamos causando na natureza. É realmente triste conversar com pessoas que trabalham neste passeio e o fizeram por 6 vezes em anos diferentes e dizerem: elas estão diferentes. Estão diminuindo.

Toda nossa viagem principalmente para a patagônia nos fez pensar e repensar nas nossas atitudes. Na nossa pressa, escolhas e estilo de vida que estamos formando e temos a chance de ainda evoluir mais. Espero um dia voltar ou quem sabe meus amigos e filhos e puderem ainda ver o que vemos.

ACOMPANHE NO VÍDEO ESTE DIA 🙂