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> #NNVViaja !

14/04/2017

Confesso que me orgulho muito de nunca ter deixado este cantinho desatualizado nestes quase 4 anos de blog. Já postei textos do ônibus, de casa, da rua, no metrô, na padaria e na casa de amigos. Não por uma obrigação, mas por amar os nossos encontros de segunda, terça e algumas quintas aqui e de quarta e sexta no Youtube. Desta vez não terá como! Poderia deixar alguns posts preparados, mas acho que será mais bacana concentrar atenção e todo carinho nos posts para o Instagram e nos vlogs da viagem. MAS, continuaremos com conteúdo quarta e sexta no Youtube.com/nanossavida normalmente. UHUL!

Neste vídeo de hoje contamos tudinho sobre o nosso roteiro e quem são os nossos parceiros nesta aventura.

Serão 13 dias em que vamos para Santiago, Patagônia do Norte e talvez Val Paraíso e Viña del mar. Quando voltarmos, prepara o coração para muitas fotos e posts para quem deseja fazer uma viagem desta também.

Muito felizes e animados para a nossa primeira viagem internacional juntos e levando vocês com a gente. Espero que se sintam por lá também <3 Farei o possível!

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> Organizar uma Viagem: Por onde começar

11/04/2017

Comentei com vocês no instagram que começamos a fazer o roteiro da viagem que faremos em Abril 🙂 Então, antes de começarmos uma enxurrada de vídeos e posts sobre nossos passeios, vlog no canal e indicações, pensei em montar este post. Afinal, como montar roteiro de viagem?

  1. QUAL O ESTILO DA VIAGEM?
    Acho que tudo começa respondendo algumas perguntinhas: Qual a finalidade e motivo dessa viagem? É para comprar roupas e eletrônicos, conhecer uma nova cultura, se hospedar em um hotel bacana, passear com a criançada, comer em restaurantes mais chiques, conhecer determinado lugar ou todas as anteriores? Aqui também é onde começa a balança do quanto se pode bancar para o quanto é possível fazer. Como a nossa realidade não é “todas as anteriores”, tem que rolar um equilíbrio e a escolha para as prioridades. Nem pense que isso significa não se divertir. Acredito que é aqui que enxergamos como podemos nos aventurar e aproveitar o que temos e conseguir fazer um pouco de tudo 🙂
  2. HORA DE FILTRAR OS PASSEIOS
    Depois de escolher as prioridades, você pode começar a organizar uma lista de tudo que quer e pode ser feito na viagem. Faça uma lista grande e sem medo.  É hora de pesquisar roteiros na internet, ideias de amigos, indicação de guias e tudo o mais. Agora é o momento de montar um calendário com as datas de chegada da viagem e programar mais ou menos nos dias. Pode parecer fácil, mas leva um tempo para você organizar no mapa por regiões mais perto e depois checar se estarão abertos nos dias e horários que você planejou. Vale também verificar os preços e, se for algum passeio muito procurado, comprar os ingressos pela internet.
  3. COLOQUE MAIS DE UMA OPÇÃO DE SEGURANÇA
    Acho bem válido separar mais de uma opção do que fazer no dia. Vai que você coloca um dia no parque e na hora está chovendo? vai visitar um restaurante que resolveu fechar bem naquele dia? Pois é. Imprevistos acontecem e é deles que surgem as melhores histórias. Se der deu, não der não deu. Acima de tudo o mais importante é curtir o momento de estar naquele lugar que você sonhou.
  4. SEPARE UM DIA LIVRE
    Se possível também, reserve um dia para não fazer nada. No geral o tempo é justo e curto, mas se conseguir, é interessante para viver um dia como se morasse naquele local. Passear para região, caminhar, comer na esquina, dormir no parque, sentar na praça, comprar coisas do mercado. Às vezes você acordará se sentindo mal ou algo que não lhe caiu bem e você pode descansar tranquilamente, por isso ter uma brechinha na agenda e uma mente flexível fará toda a diferença.
  5. O QUE PUDER AGENDAR, MELHOR.
    Se você vai para um lugar e depois partirá para outros destinos, não deixe de já adiantar as passagens de avião. Caso o lugar seja concorrido acredito que vale a pena adiantar até as passagens de ônibus. Visita em algum restaurante concorrido, faça a reserva ao chegar na região ou pelo site. Ingressos de show, teatro, museu que seja difícil conseguir na hora ou que você não pode deixar de ver. Ah! não se esqueça de habilitar o seu cartão internacional!
  6. MAPA, METRÔ, NOME HOTEL, TELEFONES
    A gente conta muito com a sorte de ter sempre bateria no celular ou internet. E ai, vai que… né? Imprima um mapa da região, da linha do metrô e dos nomes do hotel e um telefone. Coloca em um cantinho da bolsa, junto com documentos pessoais e pronto. Você saberá voltar para o hotel ou a região em que está mesmo se o celular te deixar na mão. Embora a dica seja sobre se precaver, não deixe de montar um mapa no google maps. Facilitará muito a vida, além de dar uma direção e mostrar o tempo de um lugar para o outro.
  7. CUSTOS E EQUILÍBRIO
    Aqui entra a parte “dureza”. Embora eu ache que isso é a maneira que enxergamos. Com um pouquinho de planejamento e jogo de cintura é possível fazer tudo ou parte de tudo que queremos. Por exemplo, ao invés de comer todas as refeições em um restaurante, separe um ou 2 por dia. Faça lanches, vá ao mercado da região para comprar frutas ou alguns petiscos para o dia. Aqui é hora de cruzar o estilo da viagem, prioridades e quanto imaginou gastar por dia com alimentação, passeios e tudo o mais. Mas, não se esqueça: o melhor da viagem são as experiências.
  8. COMPANHIA É TUDO
    Acredito que o mais legal das viagens são as pessoas que conhecemos, encontramos, trombamos e escolhemos para dividir este momento. São elas que se sentirão perdidas com a gente, felizes ao experimentar algo novo e rir quando falarmos nada com nada naquele idioma diferente. Claro que às vezes também acontecem imprevistos de um passar mal com a comida, pegar uma gripe ou não estar muito afim dos mesmos passeios. Acho que é questão de tentar encontrar um meio termo de fazer um pouco de cada. Viaje com pessoas que você pode dizer sim ou não e, ainda melhor, que dirá “sim”, pois deseja vê-la feliz. Com parceria, conversa e organização, todo mundo fica felizinho e conhece de tudo do lugar e da cultura!
  9. APRENDA O BÁSICO
    Claro que você não precisa ser fluente em japonês para visitar o Japão, hehe. Mas, saber algumas palavras como: oi, bom dia, boa noite, com licença e obrigado, já deixará a pessoa mais confortável em te ajudar. Pesquisa sobre a moeda, costumes, hábitos, coisas típicas, nome de pratos. Não conte só com a boa vontade das pessoas. Além disso, conhecimento nunca é demais 🙂
  10. APROVEITE !
    Nem sempre conseguimos fazer tudo, seja por tempo ou dinheiro. Mas, não fique triste ou deixe de aproveitar por isso. Encontre maneiras de se divertir, crie situações e seja grato por estar em um lugar novo e especial!

Espero que estas dicas tenham dado aquele gostinho de viajar e conhecer novas culturas e pessoas. São muitos detalhes para programar, mas com paciência e organização tudo dá certo!

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> Villa Ártemis: Dias em paz

17/10/2016

Fazia muito tempo que estávamos à procura de um lugar próximo de São Paulo para pegar a nossa turma e tirar alguns dias para relaxar, se divertir e não pensar em nada além do momento presente. E… Conseguimos este lugar 🙂

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Quem nos acompanha pelo instagram já sabe que viajamos no feriado para a Villa Ártemis. Saímos na quarta pela manhã com o carro cheio: poucas malas, mas com dois vira-latas empolgados. Chegamos nesse lugar especial de energia leve, super caseiro e aconchegante fica em São Roque, próximo ao roteirno do vinho, à uma hora de São Paulo – e tem carinho espalhado por cada canto.

É incrível quando temos a chance de conhecer pessoas que são realmente APAIXONADAS pela vida e pelo o que fazem, tudo ganha um valor diferente. Foi assim que nos sentimos logo quando conhecemos a Milene que vive muitas vidas em um dia só! Eu achava que fazia muita coisa, percebi que não faço é na-da, hahah. Psicóloga em uma parte da semana, dona da pousada na outra, nós ficamos boquiabertos na quantidade de serviços e atenção que ela deposita nos serviços que a Villa oferece. Passamos horas no primeiro dia conversando com ela sobre a vida!

Tamo em casa @villaartemis

A Villa conta com uma espaço aberto e cheio de verde para a cachorrada, tanto dos hóspedes, quanto para os animais que eles resgatam e dão todo o suporte por lá. Um trabalho LINDO e de lavar a alma! Para quem tem bichinho e quer viajar na companhia deles este é o lugar! Lucy e Ringo foram super bem vindos e mimamos. O restaurante também é só amor. As refeições são feitas com legumes, frutas e verduras colhidos da horta própria. As massas, bolos, pães, geleias, iogurte são caseiros, feito por eles. Tudo possui aquele sabor leve e cheio de aconchego. Milene é vegetariana e, apesar dela perguntar se o Barba queria comer carne nas refeições, ele disse que não fazia nenhuma questão. Arrisco dizer que nunca comemos tão bem. Sabores diferentes, ingredientes frescos e o preparo artesanal é uma combinação que transmite um abraço, né? Claro que gravamos VLOGS para o canal, então vocês verão logo logo no canal como nós ficamos pós um jantar, hahah.

Vamos falar dessa decoração? Se um dia nosso sonho de morar no campo se concretizar, certeza, nossa casa será bem parecida, hahah Madeira + Luz <3

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Voltamos leves e super relaxados. Apesar de vivermos a nossa rotina com muita paz e em um ritmo tranquilo, também é bem corrida. Tirar uns dias em família, falando da vida é o melhor roteiro de viagem que podíamos fazer.

A vida é feita dos detalhes e da atenção e carinho que damos a eles. Posso dizer que senti tudo isso em cada dia que ficamos por lá. Quanto mais amor colocamos no que fazemos, mais irresistível e contagiante fica para todos ao redor. A Villa ártemis é prova disso. Obrigada pelo convite e por toda experiência! 🙂

  • Para conhecer mais da Villa Ártemis é só procurar aqui: Facebook | Site | Telefone: (11) 4711-2416
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> Nadar em uma Cachoeira : CHECK!

04/02/2016

Acho que todo mundo tem aquela listinha de coisas que deseja fazer na vida. Confesso que com o passar dos anos, eu fui deixando a minha um pouco de lado. Longe por ser por perder a fé e a vontade de realizar, mas por que o agora está tão legal que desejo respirar e aproveitar. Antes eu lamentaria que queria estar em Roma, Chile com tal e tal roupa. Hoje, eu sei que eu estou onde devo estar, como estou e quero amar cada segundo disso.

Na nossa viagem eu fui com este mesmo espírito. Curti a família, rolei com 6 cachorros, uma gata e nos divertimos feito bobos. Até que no sábado, às onze horas da noite, meu cunhado nos convida para visitar uma cachoeira. Barbinha me olhou com cara de “não quero acordar as 6 da manhã” e eu me lembrei que este era um item da minha lista: Nadar em uma cachoeira. E eu nem lembro o porquê coloquei isso.

Todo mundo fala que cachoeira é uma coisa mágica. Eu sempre achei papo hipongo e nunca botei lá tanta fé. Na verdade, queria ver qual é que é a da bicha. Por fim, quando contei que nunca tinha entrado em uma, Fabinho só faltava me levar naquele momento para o local – mesmo sem saber onde é que era. Moral da história: fizemos nossas troxinhas e em poucas horas estávamos na estrada para conhecer um lugar com vegetação primária e sem interferência. Ou seja, um milagre. Um tesouro.

Descendo a trilha eu já conseguia escutar o barulho da água, corri para molhar meus pés, coloquei o colete salva vidas e fui para o meio. Até então eu sentia a temperatura gelada, mas estava ok. Fabinho me deu as mãos e antes de contarmos até três me disse, “Tem certeza que quer ir de uma vez? É gelada!”. VAMO, VAMO, eu respondi sem pestanejar. O primeiro tibum e senti uma pontada no osso, uma agulhada que me fez levantar enquanto ainda tinha pé e sair correndo. Fiquei alí parada. Parada. Fechei os olhos e contei até 3 umas 4x, até que vi uma mão estendida. Sorrindo, ele dizia, “Você tem que entrar e esperar 15 segundos, então acostuma e fica boa. AHAM. Barbinha já me enfiou em cada roubada nesses 6 anos que, sinceramente, eu sabia que estava em mais uma.

Pulei, mergulhando as pernas, barriga, cabeça e esperei os exatos 15 segundos. Meu corpo estava em choque, como quem diz: CARA, QUE ISSO? PERA.. PERA.. AH… Ficou boa, ele tinha razão. Era como se as nossas temperaturas se equilibrassem, enquanto eu dava braçadas para chegar embaixo da queda. Inventei de olhar pra cima e vi a quantidade de água e a sua força, cravei meus olhos. Meu medo de água estava em alerta me dizendo para voltar, voltar e voltar. Então, resolvi ir de olhos fechados mesmo. Embaixo daquele chuveiro natural, com os olhos cerrados e as mãos dadas, “Viu, baixinha?! Risca esse item da sua lista. Eu falei SÉRIO”. Falou mesmo.

Já tinha esquecido da temperatura gelada, a pontada na canela, o medo da água e o desespero de afogar. Precisei de uma mão amiga para o impulso e a vontade de realizar um item que, como tudo na vida, é preciso se lançar, mesmo que seja desconfortável no começo. Pisei meus pés na areia e senti todo meu corpo regenerado e como se estivesse em vibração.

Os hippies tinham razão. Se você quer levar um chacoalhão bem dado da vida, a natureza quebra o seu galho.

Cachoeira é coisa SÉRIA. E ter um amigo afim de realizar a sua lista da vida também. Recomendo.

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> Viajar de Carro

19/01/2016

Poucas coisas são tão legais como estar cercado de quem amamos, ainda mais dentro de um carro cantando e contando histórias engraçadas e pensando sobre a vida por longas horas de estrada. Nós sempre preferimos a estrada do que avião, embora em alguns casos não tenha muito o que fazer. Sempre no final de ano, como ficamos mais tempo, levamos nossos pentelhos com a gente. Este ano, a casa dos meus sogros comportou 6 cachorros e uma gata. Uma amostra grátis do paraíso.

Resolvi separar algumas dicas que fomos colecionando para quem quiser se jogar nessa aventura até mesmo com os seus filhos caninos 🙂

  • Antes de sair de casa, o mais importante é fazer um revisão completa no carro, checar os pneus e extintor de incêndio. Evite dias chuvosos e dê preferência para as manhãs.
  • Confira a carteira de motorista, documentos pessoais e dinheiro para pedágios. Ter um kit com remédios para enjoo e dor de cabeça não pode faltar.
  • Não confie 100% no celular e aplicativos de GPS, você poderá ficar sem sinal ou internet. Por isso, é importante ter um mapa com os acessos principais de rodovias e o endereço do destino.
  • A melhor parte é comprar os petiscos e guloseimas para comer durante o passeio. Não esqueça de levar garrafinhas de água, porções de ração e potes para a cachorrada beber nas pausas.
  • Também prepare uma playlist cheia de músicas preferidas e também daquelas animadas de fim de festa – a zueira não tem fim.
  • Faça pequenos intervalos de 3 em 3 horas ou quando sentir cansado. No caso, apenas o Barba dirige, então ele sempre cochilava no carro e eu dava comida, água e passeava com Lucy e Ringo para xixiecocô. Geralmente eles costumam ficar agitados e com pouca fome.
  • Lucy ficava muito enjoada, fomos insistentes e aos poucos ela acostumou com o movimento do carro. Na outra viagem, o veterinário indicou dar a quantidade ideal para o porte dela de Dramin. Ela ficou um pouco sonolenta e passou mal poucas vezes. Desta vez ela não vomitou nenhuma vez, mas vamos com o vidro entreaberto para ela tomar um ar. Ringo nunca passou mal, vai dormindo sentadinho vendo a vida passar. Mas, sempre deixo um pequeno pote e pano a postos, vai saber.
  • Para os peludinhos também é importante cinto de segurança para cachorro. Eles vão presos da coleira ao cinto comum e possuem movimentação ok e confortável.
  • Nossa viagem de São Paulo até o interior do Rio Grande do Sul foi divida em dois dias, saindo às 6 da manhã e chegando as 19h em uma pousada simples. No dia seguinte, o mesmo processo, mas com a chegada no início da tarde. Na primeira vez a ideia era fazer em um único dia, porém com trânsito e obras acabamos atrasando muito. Por isso, é importante verificar hotéis e pousadas em trechos específicos que aceitem animais, para ter uma carta na manga em contratempos assim.
  • Todo tempo vale ouro quando se está na estrada é importante ser objetivo, mas respire fundo e curta o caminho. É super cansativo, mas tenha jogo de cintura para lidar com a cachorrada, crianças e evite discussões com o motorista.

Dirija com calma, em qualquer situação, todo cuidado é pouco. Lembre-se que você tem o seu bem mais precioso dentro do carro: a sua vida e a de quem ama. <3

Boa viagem e colecione histórias!

Pedaços+Momentos, Por aí

> Pedaços + Momentos: Férias, “em casa”.

12/01/2015

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Finalmente saímos de férias! Separamos, como sempre, 15 dias para ficar coladinhos da família do barbudo, lá no RS – Cachoeira do Sul. Lucynha este verão, ficou com os meus pais e, aparentemente, amou. E nós morremos de saudade dela. Por nossa sorte, a família Gomes é cachorreira até aszora e tinham 4 cachorras lá pra gente rolar no chão. Mas, o melhor mesmo, foi não ter feito NADA! Se jogar na sala, cada um em um cantinho, por horas meio espremidinhos, olhar um pra cara do outro fazendo piadas e terminar de assistir nossa série preferida do momento. Sentar na cozinha, preparar algum quitute e dá lhe papo de histórias antigas, novas e claro, zoar a vegetariana. Passei o ano novo com um ser deitado na minha perna e com mais três cachorras em cima de nós. Amor, define.IMG_4921-1IMG_4948-4IMG_4954-1
Quem me acompanhou lá no instagram deu pra sentir como eu estava literalmente, com o coração nas nuvens. E é sempre assim quando vamos para lá. Quando começamos a namorar, demorei um ano para conhecer os meus sogros – sogros? palavra aterrorizante para uns e, segundos pais para mim. E foi no final de 2010 que cheguei lá com um pouco de timidez que durou apenas 15 segundos, até o Juninho, o cão tarado, cravar nas minhas pernas num vai e vem na maior paixão. Caímos na risada e pronto, passou. Fomos lá para o quintal e quando vi aquele jardim e o pergolado cheio de mato, dos meus sonhos, cutuquei o Fabinho para comentar e ele estava na maior zoação com o pai dele, escondendo o dedo do meio atrás de um refrigerante. E mais uma vez, caímos na risada e pronto, eu sabia mais ainda que estava na família certa – mas, não a mais normal.
Então, sempre quando vamos é isso: me sinto em casa. E tive certeza que não só estava, como aparentava isso, quando no meio de um churrasco, uma intercambista dinamarquesa perguntou para o irmão caçula do Fábio: vocês três são irmãos? Caímos na gargalhada – pois, essa não foi a primeira vez. E o caçula falou: é, ela é parceira, não deixa de ser.

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Muita gente acha impossível definir o amor, de um modo geral. O amor amigo, paterno, materno e o para com deus, não só o amor romântico. E realmente esse é um trabalho danado de concluir em uma só frase. Mas, pra mim, amar é uma coisa cada vez mais simples:
é como estar em casa. ♡

Aqui, algumas fotos tiradas com minha câmera T1i e também algumas com meu celular – ia separar mas, acho que fica menos enjoativo assim, hehe.

Agora sim, OI 2015, voltamos! 😀

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Por aí: Família postiça e gostinho de infância

26/12/2013

Chegamos faz um tempinho e já estamos com sorriso de férias. É claro que levamos um drible da vida no caminho: achamos que íamos ter trabalho com a Lucy e ela capotou linda e bela durante a viagem toda. Achamos que não pegaríamos trânsito e ficamos parados dentro do carro por 5 horas. Achamos que iríamos chegar em um lindo camping e, no fim, o camping era lindo mas, o atendente não estava lá quando chegamos na madrugada e fomos parar em um Motel. Sim, com Lucy escondida embaixo de uma toalha, no maior estilo “prenda-nos se for capaz”. Entre enjoos e indiadas, salvamo-nos todos, curtimos e recomendamos esta farofada pra limpar a alma na estrada!
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Eu não sou fã de calor, aliás, que saudade do outono! Mas, aqui o verão faz mais sentido. Primeiro, porque tem piscina e com a água sempre morninha de tanto sol e pouca chuva nesse interior do Rio Grande. Já encontrar a família e a cachorrada é sempre bom e estamos curtindo ao máximo. Aqui, a gente volta a ser criança. Mas, melhor ainda é encontrar o saudoso gostinho de infância. Abri a geladeira dos meus sogros e dei de cara com uma clássica garrafa -de plástico, é claro- com tampinha branca, advinhem? de groselha. – “Ô groselha, minha querida, quanto tempo não te via na vida!” Coisa bem gostosa encontrar algo que nos lembra de uma época do passado, repleto de coisas boas. groselha
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E seguindo esse pensamento, só consigo imaginar que o que fazemos agora, será o saborzinho  que tanto irá nos fazer bem daqui alguns anos, quando abrirmos a geladeira ou nossa gaveta de lembranças na vida. Então, é bom caprichar – e dar uma zuada sempre que possível -. Pois como meu sogro diz “o único problema nessa família, é saber quando estamos falando sério”. Problemão, né. De séria, já basta a vida. Sobrou até pra Lucy que está adorando esse verão, nossa vira lata aquática! :p