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Ô beleza!

Ô beleza!

> Look básico – mas não tanto!

06/12/2016

Está chegando uma das épocas mais quentes do ano aqui nesse Brasilzão – teoricamente. Aquela fase em que a gente só consegue viver com o mínimo de peças no corpo. Pois bem. Nem por isso, é claro, temos que perder aquela coisa de estilo+conforto que a gente adora.

img_2141-15Minha nova paixão que chegou estes dias no correio, esta neste look da Não vivo sem. Mas, vamos por partes! Comentei que estava em uma fase que eu sentia que me faltavam muitas peças coringas no armário. Calça jeans que vai com tudo, blusinha que cai bem em traje social mais despretensioso e assim vai. 1- Esta camiseta básica branca. Amo este modelo com mangas mais curtas e afuniladas. Super retrô e que fica lindo com aquele jeans mom, eu me arrisco dizer que ela já vive sozinha minha vida, pois não tirei do corpo.

img_2151-24img_2148-21Este vestidinho super fresquinho e que não fica “pegando” no corpo, é demais. Ainda mais para as um pouco desajeitadas como ieuzinha. Usei com jaqueta jeans e outras blusinhas/croppeds e ele fica uma graça. Adorei este look! O vestido é bem parecido com outro que tenho aqui também da NVS. Ele vai bem com tudo e é super coringa naqueles dias em que não nos sentimos tão bem, sabe? Ele faz o papel dele e você fica bem <3.

img_2150-23img_2146-20 img_2149-22Gosto como ele fica lindo com rasteirinha, tênis, botas, enfim. Com o que tiver por aí. Além de ter um ar super moderninho e simples.

Vou terminar o ano com uma boa organizada no armário. Fico bem feliz de a cada ano que passa, conseguir alinhar mais o estilo com conforto e uma compra mais pensada. Este é um caminho que não é de um dia pro outro, mas é prazeroso ver a evolução e como cada peça ganha um carinho especial, né? Vamos aos poucos!

Já fez a limpa e a organizada por aí pra 2017? 🙂

Ano que vem faço um pequeno tour no meu armário! Pequeno porque ele é pequeno mesmo, hahah

Ô beleza!

> T-shirts são amor!

28/11/2016

Se tem algo que eu amo é praticidade. Quantos posts aqui do blog eu já comecei assim? Muitos, ainda mais os de “moda” e looks que monto e compartilho com vocês. Se tem um item que é obrigatório no meu armário são t-shirts, camisetas básicas e/ou com estampas fáceis de combinar e variar.

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Neste ponto, faço parte do time das mais básicas. Camisetas mais neutras, justamente para variar com um jeans rasgado, calça com cor ou kimonos e cardigans vibrantes. O que de fato, funciona pra mim é praticidade + conforto. A versatilidade de combinar peças sem precisar de muito e me sentir sempre a vontade. Independente da ocasião.

img_2142-16As t-shirts são peças chaves. Quem não ama um look jeans+camiseta? Além de ficar bacana com diferentes modelos de sapatos, temos a liberdade de usar com shorts, calça, saia destroyed, cintura alta, lisos, manchados e assim vai. Amo a proposta de dobrar a barra das mangas, colocar dentro da calça, usar com vestido ou super largão. Tudo vale, só soltar a imaginação!

Eu adoro! Ainda mais para viajar. Assim é possível fazer várias combinações sem precisar lotar a mala e, ainda contar a segurança daquela peça que vai te cair bem, mesmo naqueles dias em que não acordamos muito afim de pensar em algo pra vestir.

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Recebi estas duas camisetas pretas da Rezzato e esta branca bem larga da coleção das amadas do Tudo Orna.

Espero que curtam as ideias! Eu amo/sou. 🙂

Ô beleza!

> Jeans mom: A calça da vida

14/11/2016

Eu AMO calça de cintura alta. Acho que isso é bem claro né? de 6 calças minhas: 3 são assim e 2 são da Não vivo sem. Amo a modelagem, o tecido e como ela tem aquele ar cheio de estilo sem perder o nosso amado e prioritário conforto. Agora, vamos ao novo amor: Jeans mom.

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Este é um modelo super clássico e famoso, apelidado de “jeans mom“, mais folgado e com pouco stresh, sendo assim, mais estruturado no corpo. Ele ressalta a cintura e valoriza a curva do quadril. Adoro os modelos lisos, porém este destroyed é demais. Eu diria que é a peça mais coringa de todas para se ter no guarda roupa! Vai bem com qualquer sapato, ocasião e com qualquer blusinha e casaco. Camiseta de banda, bata, cropped, regata, camiseta básica, social, enfim. Não importa o seu estilo!

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Olha, serei obrigada a dizer e usar o trocadilho na sincera: não vivo sem esse jeans mom mais não.

| Calça e moletom unicórnio: Não vivo sem |Tênis: Fiever |

Ô beleza!

> Um look quase gótico

07/11/2016

Se tem uma coisa que eu adoro é um toque de cor. Você já sabem né? Quase nunca estou totalmente de uma cor só. Apesar da maioria das minhas migas serem adeptas do look preto, eu sempre dou uma fugida. Dessa vez foi por conta de três coisas: Batom vermelho, óculos espelhado dourado e esse moletom felpudo-amor da Não vivo sem 🙂

img_7037-20img_7063-37img_7042-24Também não preciso nem dizer o tanto que prezo pelo conforto né? AMO essa calça cintura alta que simplesmente cai bem em qualquer ocasião, tenho ela há um bom tempo já. Com este sapatinho super macio, dá pra bater perna por aí da semana ao final de semana. Tudo bem aconchegante para estes dias cinzas e chuvosos que andam fazendo em SP, que aliás, estou amando!

img_7038-21 img_7046-28O que mais adoro é a modelagem deste moletom felpudinho. Ele cria uma linha bacana e marcada na cintura, sem perder aquele volume em cima. Que é puro charme! Acho que este é o meu look confortável preferido – pelo menos até agora 😛img_7065-39As fotos dessa sessão ficaram por conta do Barbinha. Gostaram? <3 O homi esconde uns dom viu… hahah

Boa semana!

| Calça preta cintura alta, cropped preto e moletom felpudo: Não vivo sem |
Óculos: ZeroUV | Oxford: Ana Capri |

Ô beleza!

> Consciência para comprar: O meu armário

04/10/2016

Eu sempre gostei muito de roupas, mas antigamente eu era doida por elas. Tipo, DOIDA.

Quando eu era mais nova, eu acumulava peças e peças no meu armário que era cinco vezes maior do que o que eu uso hoje – é sério. Minha mãe sempre nos fez doar/dar muita coisa, mas eu também ganhava muitas peças. E sempre vinha aquela velha promessa do “mas eu vou usar, deixa essa roupa aí”.

Quando comecei a trabalhar, não mudou muita coisa. Pelo menos não piorou, mas ainda assim eu tinha um armário com 50% de aproveitamento: Peças que não tinham tão minha cara, outras que não vestiam bem, cores que não me representavam e modelos que eu tinha sem saber se gostava. Naquela época a palavra minimalismo não era usada, mas tem algo que sempre existiu e não era levado muito a sério e, que se chama bom senso.

Comecei a perceber em 2010 a quantidade de roupas que eu tinha e o drama que era para me vestir toda a vez. Trabalhava com análise de sistemas na época e era difícil encontrar uma roupa social que eu curtia. Veio a ideia de desenhar algumas peças e mandar fazer, principalmente as calças. Eu tinha 4 calças para trabalhar, feitas à mão por uma costureira amiga da minha mãe, com caimento perfeito e tecido agradável. O valor? acredite, era Ok.  Foi a partir daí que repensei todo o meu armário.

Valeria mais ter um armário LOTADO ou peças úteis e que funcionavam?

Claro que a resposta é a segunda. Ainda mais porque eu sou do time das práticas, odiava passar hora pensando no que combinar e enfim. Outra coisa é que se tem algo que acaba com a gente é a compulsão, seja ela alimentar, por compras, sapatos, respostas… Tanto faz. Ela nos corrói. Passei a juntar o dinheiro na gaveta toda vez que eu pensava em comprar uma roupa que seria inútil. SIM, a gente SEMPRE sabe quando compra por impulso só não somos honestos com a gente. Foi assim que tive a noção, quando em um piscar de olhos tinha 300 reais. Claro que o problema não era apenas financeiro. Percebia que eu me escondia por traz das sacolas ou das tendências, mesmo que em um nível 3 de 0 a 10. Lembro da cena: Peguei um bloquinho e listei as peças que eu precisava para combinarem com as calça de trabalho que eu tinha e ter um guarda roupa versátil e simplificado. Escrevi minhas cores preferidas e algumas neutras para as blusinhas e camisas. Depois de fazer isso, fiz a rapa! E o prazer de dar roupas e de planejar se tornou bem mais gratificante.

Finalmente descobri quais eram as peças que eu realmente AMAVA. Descobri o caimento que eu adorava em uma e a cor não ia bem, ou que o tom não valorizava e assim vai. Fui aos poucos me entendendo visualmente. E acredito que este processo nunca tem fim, afinal a gente muda. E QUE BOM!

Hoje, meu armário é mega compacto. Não sou das mais fashionistas-empenhadas, mas gosto do que tenho aqui. Comprar faz bem, mas acima de tudo, já não projeto minha felicidade em mil sacolas. Sei que posso viver sem uma X roupa e, sei que, posso me apaixonar perdidamente por elas e fazê- las serem bem aproveitadas. Uso até o TALO das roupas que tenho. Por conta do blog e ganho algumas peças, geralmente mais chamativas. Amo estampas, mas me encontrei em uma fase em que preciso equilibrar essa história toda. Como tudo na vida essa é outra fase que vou passar para trazer mais neutralidade.

Atualmente tempo um armário bem pequeno e que antes só caberiam meus pijamas, hahaha. Ás vezes o Barba fala de pegar uma cômoda ou algo maior e eu reluto. Peguei gosto pela simplicidade, por ter somente o necessário e passar pra frente e ver alguém usando algo mais feliz do que eu.

Não tenho tantas peças. Porém tento planejar mais a coisa toda. Ter peças chaves como um vestido, blazer, casacos pesados, jeans bons e assim vai. Repito roupa e não é pouco, repito muito. Vocês podem reparar e eu nem ligo. Só porque compro usando a cabeça e o coração alinhadinhos. Ás vezes até demoro demais para comprar pensando se realmente preciso e a peça acaba.

No final das contas, se está no meu dia a dia é porque amo e fala por mim. Tanto no meu armário e em qualquer área da vida. Só esteja rodeado do que você ama e te faz bem.

Ô beleza!

> Um amor chamado: Botas – 2

09/06/2016

| Fotos: Renata Monteiro |

Uma das minhas maiores paixões, são botas baixinhas. Amo o conforto e como dá pra montar looks diferentes e para ocasiões distintas. Além de usar com shortinhos, saia, vestido e dar uma alongadinha na perna. Algumas pessoas tem me perguntado com relação ao tamanho e forma da bota e pedi exatamente o número que costumo usar, nem a mais, nem a menos.

A blusa de manga longa mostarda é minha nova paixão. Não sei porquê estou meio que na fase dessa cor, hahah. Vocês tem dessas também? Amo ainda mais quando uso com outras cores fortes como vermelho, roxo e verde musgo.

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Assim como botas, casacos reforçados de inverno, pra mim, são pra vida toda. Uma investimento legal e que pode te acompanhar em viagens, passeios e locais bem geladinhos. Esse casaco eu tenho a 5 anos e está inteirinho. Já foi para Toronto, Buenos Aires, Montevideo, Gramado e espero que rode ainda mais 🙂

Bota: Taquilla
Casaco: Zara
Camiseta: Renner
Calça: Não Vivo Sem
Óculos: ZeroUV

Ô beleza!

> Um amor chamado: Botas – 1

30/05/2016

| Fotos: Renata Monteiro |

Quem me conhece um pouquinho sabe como sou apaixonada por botas. Ter os pés quentinhos e bem acomodados é um das melhores sensações pra mim. Por isso, quanto o outono e o inverno chegam, é o momento que eu dou um mini surto para usar todas as botas que tenho no armário e viver com elas ao máximo – afinal no verão, a gente usa, mas sofre um pouquinho hahah.

Essa é uma bota que fiquei apaixonada e recebi da Taquilla. Uma loja incrível e cheio de itens maravilhosos. Bem acabada, confortável e cheia dos penduricalhos que dão um toque de ciganismo boho, coisa que amo!

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Pra quem me perguntou, ela é super confortável e com saltinho bem de boa. A faixa com rebites é abotoada ao lado e com o zíper na lateral é fácil de calçar. Uso com uma meia curtinha, pois a forma do meu pé é bem complicada, qualquer sapato dá aquela “beliscada” no calcanhar, principalmente sapatilhas. Mas, com a meia já protege e salva a vida 😀

Usei quase este mesmo look na comemoração com amigas e o vídeo vai essa semana lá no canal 🙂 Se inscreve pra não perder!

Bota: Taquilla
Casaco: comprei em buenos aires em uma lojinha de bairro
Top: Forever 21
Calça e Chapéu: Renner