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> O que Estamos Assistindo | 2

21/10/2015

A lista de hoje está bem 8 ou 80 eu diria. Tem de tudo um pouco, do jeitinho que gostamos. Lições de vida, destruição, suspense, drama e uma pitadica de amô.

Song-OneSong One – Uma arqueóloga (Anne Hathaway) está de volta aos Estados Unidos após um período de escavações no Marrocos, onde seu irmão sofreu um acidente. Ao retornar, ela se envolve com um astro do rock (Johnny Flynn), que vem a ser o músico preferido de seu irmão.

the-poster-posse-presents-awesome-fan-art-for-amc-s-next-hit-fear-the-walking-dead-576093Fear The Walking Dead é uma série que narra o período pré apocalíptico, que se passa no mesmo universo de The Walking Dead. A série exibe o início do apocalipse zumbi, com outros personagens e mostrando as suas decisões de lidar com este período. | Recém acabou a primeira temporada e estamos gostando muito!

 narcos_largeNarcos é uma série de televisão americana dirigida por José Padilha para a Netflix. Foram 10 episódios da primeira temporada que nós engolimos! Wagner Moura – maravilhoso – está no papel de Pablo Escobar. A segunda tempora deve estrear em 2016. Sei se aguento não <3

885x591-download-20150608103708Perdido em Marte – Durante uma missão a Marte, o astronauta Mark Watney está presumidamente morto depois de ter sido apanhado numa tempestade, onde é deixado para trás enquanto o resto da equipe planejam evacuar o planeta e regressar à Terra. Watney tenta encontrar uma maneira de enviar um sinal para casa, sabendo que mesmo que saibam que ele está vivo, é muito vaga a hipótese de salvá- lo. (Indicamos em um Vlog que logo está no canal)

hannibal-looks-menacing-in-new-season-3-poster_nn17.1920Hannibal é uma série de televisão baseada nas personagens e nos elementos aparentes no romance Red Dragon e foca na relação de amizade entre o investigador especial do FBI Will Graham e Dr. Hannibal Lecter, um psiquiatra destinado a se tornar o inimigo de Graham. Uma série PESADA e com cenas um pouco forte, eu diria – verifique a faixa de idade. A série foi cancela, mas existe a possibilidade de retomarem (amém). A série foi indicação de um querido lá no snapchat, obrigada!

meearl Me and Earl and the Dying Girl – Greg Gaines é um adolescente que está tentando passar desapercebido pelo Ensino Médio ao mesmo tempo em se diverte com seu amigo de infância, Earl. As coisas mudam, no entanto, quando a mãe de Greg o força a fazer amizade com Rachel, uma colega com leucemia. Este também foi indicação de uma querida lá no snapchat, valeu!

Infelizmente não estamos tendo tempo para acompanhar séries fielmente (o que mais amamos), mas sempre que possível corremos para ver. Já viram algum da lista acima? Me indicam alguma série? 🙂

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> Ler & Ver: começo de 2015

26/01/2015

LER

Começo do ano passado postei (aqui) que tinha voltado de férias com 14 livros e agora cá estou eu mais uma vez. Ano passado consegui ler todos aqueles e ainda repetir alguns outros. Este ano comecei com menos, não que a quantidade tenha lá grande importância, mas vamos combinar que livro nunca é demais – e sim, assaltei a estante da minha sogra de novo, licença.
Estou nas últimas páginas do “uma ética para o novo milênio” e simplesmente amei. Se você procura um livro para se aprofundar em você e também com as pessoas ao redor eu super indico. Fora que achei ele super gente como a gente. Acredito que os outros livros serão tão incríveis quanto este. 🙂

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Caso alguns deles mereça um destaque a mais venho aqui compartilhar. 😉

VER

Sons Of Anarchy

Somos os loucos das séries e agora estamos orfãos! Nosso amor maior no final 2014/começo de 2015 foi Sons Of Anarchy. Eu recomendo e já digo que tô com saudade Chibs, Tig, Bobby e até de você Gema!! Não superei. Tem no Netflix-amor-da-vida até a quinta temporada. Ah! já aviso que tem Jax pagando bundinha a série toda, prepara o coração e as desculpas pro boy, ou melhor, também tem strippers o tempo todo, tá tudo kits. A trilha é incrível e tem Marilyn Manson e Courtney love. Pois é, pra ficar melhor só faltava ter um Beatle e a Rihanna.
Aproveito a deixa para já indicar Lie To Me (você vai ficar meio maluco, mas é demais), Orange is the new black (temporada nova em junho), Breaking Bad (nunca vou superar viver sem Walter e Jesse), Walking Dead (tô de cara com essas pausas entre as temporadas, não tenho maturidade pra esperar) e Friends porque sim, nunca vâmo cansar de ver e recomendar esse amor!
ps: Agora olha que turma linda e sincera! vem ser meuszamigo, gente.
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Alive Inside

Tava na minha listinha pra ver e esqueci de procurar o bendito. Uma galerê comentou sobre ele e a tonta que vos escreve ficou a tarde caçando pra baixar enquanto tinha no Netflix-amor-da-vida. O documentário mostra o poder da música para pacientes com Alzheimer e demência. Incrível, sério. Chorei do início ao fim de soluçar.

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The Salt of Earth

Do amado e incrível Sebastião Salgado, vulgo Tião das fotos. Bom, se tem o nome desse cara já pode apostar que é impecável em todos os sentidos. Vai ter amor, boas histórias, natureza e responsabilidade com o meio ambiente, família (o filho dele é o diretor) e claro fotos incríveis. Ah! foi indicado para o Oscar. BOA TIÃO! Torcendo horrores.

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“Good Ol’ Freda”

Imagina só se você tivesse sido a secretária dos Beatles? POIS É.  O 
documentário conta sobre a vida de Freda Kelly, uma adolescente de Liverpool contratada para trabalhar com nada mais nada menos que Paul, Ringo, George e Lennon. Acho que qualquer coisa que tenha Beatles, torna- se interessante por sí só, né? Muito bacana saber como foi ter vivido aquela época e alguns segredinhos da banda.

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Quem tiver algo de bom para indicar deixa ai pelos comentários e se tiver no Netflix melhor ainda!

Só não vale Frozen galera que eu já sei todas as músicas de cor e o barbudo não me aguenta mais, hahahah

LET IT GOOOOOO… parei, juro.

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Ler & ver: Sebastião Salgado – Da minha terra à Terra

12/08/2014

Um dos melhores livros que li este ano, e não é por que é de fotografia…

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Fiz questão de frisar bem isso, pelo simples fato de que este livro é incrível! Fotógrafos, não fotógrafos, tanto faz. Ele vai te fazer olhar pra dentro de sí e pensar: O que estou fazendo por e para a terra? para o mundo? Eu, que já era apaixonada pelos clicks dele, ví um homem com um talento inegável e de outro mundo transbordar humildade e me contar de terras e tribos que nunca imaginei passar, por situações que eu não imagino o que faria e com um amor e zelo pela família de abraçar o coração.
Pra quem não o conhece, Sebastião Salgado é um fotógrafo de vidas, de pessoas, de histórias. Dizer fotojornalista não o descreve por completo. Hoje, com 70 anos, o mineiro que passou por 120 países, conta um pouco dos bastidores e como foi cada detalhes de suas aventuras fotográficas, mas antes de tudo, começa o livro com a frase

quem não gosta de esperar, não pode ser fotógrafo(…) É preciso esperar para ver o que vai acontecer, é preciso encontrar prazer na paciência.”

Economista até os 29 anos  – e diz que isso, foi fundamental para sua carreira – conheceu a fotografia sem querer quando sua esposa resolveu estudar arquitetura, ainda bem. Cresceu em uma fazenda, onde diz que foi ali onde aprendeu a respeitar o tempo da vida, das coisas e devido ao sol forte sempre ficava perto de alguma árvore e via o seu pai se aproximando contra luz – essa já era a sua luz. Ele e sua companheira Lélia fugiram para França e lutaram por grandes causas políticas, o que sem dúvidas só o fortaleceu ainda mais como fotógrafo: a sede de registrar e contar uma história que não foi contada. Apaixonado pela fotografia preto e branco e analógica, ele conta como foi mudar e evoluir, ainda que, em suas palavras

com o preto e branco e suas gamas de cinzas, posso me concentrar na densidade das pessoas, suas atitudes e olhares, sem que sejam parasitados pela cor”.

O homem que percorreu tantas terras, conta detalhes não de como foi fotografar, mas de como foi conviver com tantas tribos diferentes e o tanto que aprendeu com elas. Principalmente da sua relação tão pura com a natureza, afinal depois de fotografar “Êxodos”, onde lidou com o que o ser humano tinha de mais grave e violento e abalou sua fé, ele conseguiu recuperá-la na série “Gênesis” em que ficou 8 anos fotografando por lugares intocáveis da natureza, pode ver como o homem transformou sua essência e como “a tecnologia nos deixa quieto em nosso canto. A história da humanidade, porém, é a história da comunidade. Nós, pelo contrário, nos dispersamos, nos individualizamos.” O livro é uma aula da nossa responsabilidade para com o meio ambiente e como o homem se distanciou dele e nem sequer nota que, se distanciar dele, é distanciar de sí mesmo. Ele e sua esposa plantaram mais de 2 milhões árvores. De se apaixonar ou não?

Terminei seu livro meu querido Tião e aplaudi de pé, mas não quero fechar. Não quero que nenhuma palavra se perca ou se esqueça: grifei 146 páginas, o livro inteiro.

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Ler & Ver: A arte de ser leve

06/02/2014

Dizem que livro bom é aquele que a gente devora e guarda pros melhores momentos da vida, deitado em uma graminha, sozinho no silêncio. Eu concordo. Mas, descobri que livros ótimos, como este, tem um certo diferencial. Me peguei lendo este livro nos dias mais difíceis e alguns até tristes. Por que? Eu sei lá. Não, ele não me fez mais feliz, mas cumpriu o seu título e seu conteúdo maravilhoso. Me ensinou a ser mais leve apesar de – acrescente aqui qualquer coisa.

Quando encontrei este livro, sinceramente falando, julguei ele pelo título e pensei ser mais um livro com clichês de auto ajuda. Não sou contra auto ajuda, mas clichês, ora, são clichês. Quero texto com vida. E é o que este livro tem: relatos, entrevistas, viagens, histórias, especialistas, simples pessoas interioranas e filósofos contando sobre diferentes pontos que fizeram sua vida ser mais leve, com palavras que saltam sozinhas pelas páginas e a realidade escorrendo em cada capítulo. A realidade – o primordial.

Logo na primeira frase, eu fui obrigada a fechar o livro, pegar a Lucy e ir passear: ela só pensando se fazia xixi na graminha ou na praça e eu pensando se era uma bicicleta ou um caminhão de carga na vida. Espairecer, ta aí uma coisa bizarramente boa de se fazer. No livro ela coloca alguns pontos que são importantes analisarmos e cultivarmos em nós para sermos mais leves. Alguns como: gentileza, bom humor, descomplicação, desaceleração, convivência, felicidade. Gosto, pois a autora coloca tudo isso com um valor igualmente importante, mas relativo a cada pessoa para se trabalhar. É necessário, para termos alguma mudança, olharmos pra dentro sem peneira ou máscara e somente com a sinceridade. “Sim, eu vacilo nisso mesmo”. Pronto, ponto pra você.

A leitura é leve, engraçada pela transparência da autora e ao mesmo tempo intensa de acompanhar a sua busca por essa qualidade de vida, não pela quantidade dela. Pela sinceridade de ver que ter uma vida leve não implica em vender tudo e ir para o interior, mas viver o melhor possível com você, com as pessoas ao redor e com o tempo a seu favor, onde você estiver. Livrar-se de desculpas da falta de tempo, do “tô cansado demais, eu posso dar uma erradinha aqui”, da falta de gentileza com o próximo, da mania de ter pressa pra pensarem que você é importante, de pensar que conviver é fácil e de idealizar a felicidade pelo o que você tem. A verdade é que quanto mais pobre estivermos por dentro, mais coisas vamos precisar acumular.

Terminei a leitura desejando viver em um mundo onde todos tivessem este livro: cheia de esperança, uma lista de coisas para mudar e com uma vontade imensa de conhecer a Dona Zizinha, senhorinha fofa que coleciona 98 anos ricos em vida, simplicidade, senso de humor e tudo que já escrevi que a autora mencionou. E quem sabe também a Dona Célia que tem 58 netos e uma ótima memória da alma que a faz lembrar do que cada um prefere comer no fim da tarde. Quem sabe um dia não as encontro por aí? Um beijo pra vocês. E um abraço demorado pra Leila, autora do livro, que já me ficou tão íntima por escrever com o peito aberto esta bíblia com muitas páginas, mas leve em conteúdo e inspiração de vida pra vida. Pra nossa vida.
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> Ler & ver: Sair de férias com 4 livros, ler 5 e voltar pra casa com mais 14

17/01/2014

Logo que voltei de viagem, postei no facebook que tinha ido com alguns livros, lido os benditos e voltado com mais um monte – todos da minha sogra que tem um santo bom gosto, caso contrário eu nunca poderia comprar agora 14 livros de uma vez, alô!?! -. Muita gente veio me perguntar quais eram os livros. Fiquei feliz por que fazia tempo que eu não atualizava essa categoria, afinal ano passado foi meu último ano na faculdade e a gente só lê um bando de coisa chata e nenhum livro por gosto. Estava com saudade!

Estes são os livros que levei e li nas férias:
A graça da coisa, Martha Medeiros: Crônicas e mais crônicas dessa fofa. Adorei. Li mais da metade no carro viajando.
A bela e a fera, Clarice Lispector: Em 2009, eu comecei um intensivo de Clarice. Li todos os livros dela, mas este e mais um estava faltando.
Fora de mim, Martha Medeiros: Li em menos de um dia de tão gostoso, apaixonante e realista que é. Adoro livros sobre amor assim, como realmente SÃO.
Para não esquecer, Clarice Lispector: Este era o segundo que faltava! Bom, para quem me pergunta como é, ora, é Clarice.
Louco por viver, Roberto Shinyashiki: Eu li uma entrevista desse psiquiatra e me interessei bastante. Confesso que esperava uma análise mais profunda dele como psiquiatra, coisa que gosto bastante de ler. Mas, o livro em sí é bacana e segue uma linguagem bem motivadora.
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Estes são os que trouxe comigo:
Homens são de marte, mulheres são de vênus, John Gray: Terminei! Desde que conheci o Fábio, ele sempre me falou deste livro. Ás vezes quando brigávamos, ele mencionava algo do livro ou quando ele queria ficar sozinho, me dizia “estou esticando o elástico” (em algumas versões é mola). Que raio de elástico é esse? Agora entendi. E adorei. O autor se repete demais, mas tem instruções muito valiosas para entender seu parceiro no relacionamento e na vida também. Terminei o livro pensando: COMO É QUE A GENTE CONSEGUE SE ENTENDER? Demais isso!
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Minhas razões, tuas razões, Paulo Gaudencio.
A arte de ser leve, Leila Ferreira: ansiosa para ler este!
A doce vida na umbria, Marlena de Blasi
A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak
E por falar em amor, Marina Colasanti
Mil dias na Toscana, Marlena de Blasi
Mil dias em Veneza,  Marlena de Blasi
Amar é preciso, Maria Helena Matarazzo
Doidas e Santas, Martha Medeiros
Divã, Martha Medeiros
Tudo que eu queria te dizer, Martha Medeiros: Já comecei!
Marley & eu, John Grogran: ansiosa para este também!

Depois conto minhas pequenas opiniões destes livros por aqui. Já leram estes? O que acharam? Dicas sobre mais alguns livros? Me contem tudo! 🙂

AMOR, CRÔNICAS, Ler & Ver

> Diferenças de Casal

22/10/2013

Eu sempre amei conhecer alguém diferente de mim. Porque a gente aprende a ver a vida de outra forma. E com muito amor junto com a vida, escolhi ele que tem uma santa paciência para aguentar minhas manias de organizar e de comer. Ele come de tudo, tudo mesmo, não é padrão de comparação. E até fala “Este pastel de carne parece que foi feito ontem… Garçom me vê outro ai” Mas não estava ruim? Vá entender. Já eu, sou cheia de querequexe. A comida tem que ser quente, com excessão de salada é claro. Não como carne, nem de soja, não rola. Mas amo pão e macarrão, puro, purinho ou só com manteiga ou requeijão. Ele é tão simples, tão simples que me constrange. Eu que sou a maria das botas e um pouquinho, só um pouquinho descontrolada quando vejo uma bota que eu não tenho. É, Fabinho, já estou tirando as botas para dormir, pelo menos.
sapatoEle só fala de música, áudio, reverb (que eu chamo de eco e ele fica doido), isolamento de som e uns negócios que parecem radinhos que são caros pra dedéu. Eu só faço e vejo coisa de velha, como ele gosta de falar “A Isa é a única abaixo dos 40 anos que lê essas revistas”, ah… ele tem razão, leio demais sobre vitaminas e bla bla bla. Mas, no fim ele me deixa ser velha, com meu suéterzinho podrinho e quentinho lendo meu livro quietinha. Ele não é dos que mais lê, mas é dos que sabe conversar sobre qualquer coisa com qualquer pessoa em qualquer lugar. Ok, ok um dia vou ter essa sua ousadia, “supertramp”. Ele fala que meu livro é confuso e que o adjunto sei lá das quantas não concorda com sei lá o que. Mas, não me importa, é clarice, drummonzinho e a turma velha inteira.
revistas livrosMe apaixonei quando ele começou a corrigir meus textos, fazer sopa de legumes e a me lembrar que horas começa Palmirinha na TV e eu, posso dizer que sei fazer hambúrguer, sem nem provar e não fazer ideia se fica bom. Prova de amor? Não. Se precisa de prova, não tem confiança, vamos combinar. É viver, ou melhor vai além de viver: é viver bem e no caso, acompanhado. Amar é sorrir com o riso do outro, ainda que o motivo seja diferente do seu.
As diferenças aproximam quando o espírito é leve, a alma e a mente são abertas e a alopração não acaba. Aí, parece que tudo funciona melhor. As diferenças nos tiram da zona de conforto e enriquece, nos faz crescer. Faz sermos “nós”. Nos faz abraçar o mundo do outro, porque é uma parte nossa, batendo fora. O avesso de nós mesmos. Tem que ter paciência, disposição. Mas, vem cá, o que não tem que ter? Amar é doar tempo e nós mesmos.

É tanta diferença que não acaba mais, mas com a cumplicidade até parece que somos um só. Vá entender.
Seguimos entendendo, aprendendo e juntando paciência, afinal ‘temos todo tempo do mundo’.

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> Ler & Ver : Sêneca.

24/04/2013

Andei sumida com essa categoria. Não pela falta de leitura, mas pela quantidade de livros do TCC que em partes, não são dos mais legais. Anyway

Esse é o tipo de livro para se ter na bolsa, quando os dias apertam e precisamos levar um chacoalhão e acordar pra viver, só para agradecer… só por viver. SÓ! ♥
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Fácil de encontrar e baratinho, porém muito rico por dentro. Sêneca, é sempre Sêneca. 😉