Categoria

Diálogos

Corrida, Diálogos

> 4h e 40min correndo só..

03/04/2017

Quando decidi que iria correr minha primeira maratona eu olhei para o Fábio e disse: vai lá bater o seu recorde pessoal, não se importa comigo. Ele sorriu e agradeceu pela minha torcida. Virei as costas e pensei, “Não vou conseguir“. Passei a tratar esse pensamento como natural de quem se inscreve para uma maratona com tão pouco tempo de corrida e fui levando. Logo nas primeiras semanas de treino, em uma corrida normal e curta e eu disse para ele:

– Não vou fazer uma maratona sozinha. Ele me olhou e disse:

– Não vai mesmo… se continuar com essa cabeça. Sozinha, você já corre.

Fábio jogou a bucha pra mim. Na verdade, ela já era minha, só faltava eu assumir.

Quando eu era adolescente eu me incomodava com solidão e o silêncio. Não era fácil ficar parada, quieta ou contar apenas com a minha presença. Brotava o medo misturado com o receio de alguém que eu não conhecia tão bem e não estava disposta ainda a dedicar meu tempo. Sim, eu mesma. Só podia ser. Depois com o tempo, não o tempo que passa para afastar ou ensinar, mas da dedicação em entender os meus dramas, eu finalmente aquietei o facho. Mais alguns anos depois e ficar só passou de um hobby para amor. Eu não só curto, como eu preciso.

Logo na minha primeira tentativa de corrida o choque da solitude voltou. Não era apenas eu comigo mesma, era eu, com meu corpo, minha mente e minhas desculpas, a preguiça e os problemas diários gritando dentro de mim. Eu não era capaz de correr e eu sabia, mas queria tentar. Apesar da estratégia de ir escutando música optei por encontrar na corrida,  assim como na meditação, uma forma de limpar minha cabeça e ouvir o silêncio. Eu olhava fixo para o asfalto e assim fui rumo até a minha primeira meia maratona. Naquela época a corrida já era uma das melhores partes do meu dia, mas ainda era algo que eu fazia principalmente pela empolgação externa.

A corrida é um esporte individual. É você por você. Por mais que alguém esteja ao seu lado incentivando, ninguém irá mover as pernas no seu lugar. Ainda assim, eu tinha amigos por perto que corriam e o meu namorado para dizer “você não vai hoje? eu tô indo” e eu ia por causa dele. Hoje, eu não me atrevo a ficar mais de 2 dias sem correr, aliás nem encontro motivos pra isso acontecer. Correr virou uma parte do dia de uma forma incrivelmente minha. Foi correndo que aprendi a fazer algo apenas por mim.

Muitos corredores dizem que há um momento no trajeto da maratona que você estará rodeado de mil e tantas pessoas e se sentirá só. Muito só. As pernas não irão responder como no início e o questionamento de “o que eu estou fazendo aqui?” virá à tona. Nessa hora é preciso ter bem fresco em mente o porquê e por quem se está ali.

Fábio tinha razão. Eu já corria sozinha, mas eu seguia com a certeza e os caminhos dele. Tudo são fases que precisamos passar para conquistar a segurança e nossas metas. A exigência e cobrança pessoal nunca me deixaram dizer “eu vou fazer isso, afinal eu mereço”. Sempre faltava algo. Nunca eu era o bastante. Achava mais nobre fazer por alguém. Demorei para perceber que eu era capaz. Não capaz de fazer uma maratona, mas sim, de fazer algo especialmente por mim e me sentir realizada por isso.

Hoje, alguns do meus ponteiros conseguiram se ajustar e compreendi as minhas imperfeições e, dessa forma, os meus limites. Dia 09/04 vou passar em média de 4 horas e 40 minutos sozinha com a minha cabecinha e estou esperando ansiosamente por isso. Para ela me dar um bug ou eu deixá-la maluca. No final vou encontrar o meu melhor amigo e agradecer por ter acreditado quando eu não conseguia admitir que tinha forças dentro de mim.

Você pode dar tudo de sí e pode ir ainda muito mais além. Só dependerá do quanto você quer e fará por isso. Só. Só vá…

Diálogos

> Em 2017 eu quero…

16/01/2017

Entra ano e sai ano e a gente não cansa de prometer que iremos fazer isso e aquilo. Acho lindo e justo. Nada como o frescor de um ano novo para nos lembrar que podemos ter metas e realizações pessoais para motivar cada dia. Confesso que cada dia mais que a vida vai ficando adulta, cada meta é difícil realizar em apenas um ano. São resoluções que dependem das decisões que tomaremos hoje para concretizar daqui 3,5 anos? por aí. A gente nem sabe. Realizando agora ou depois, tanto faz. É bom ter um direcionamento na vida. Com isso, a gente aprende a respirar e sossegar um pouco e ver que cada dia é uma conquista, que irá refletir lá na frente. A vida pede responsabilidade.

Quando percebi isso, passei a dividir a minha lista de metas de formas diferentes: para agora e para daqui alguns anos. Para agora, escrevo as minhas maiores dificuldades do ano passado para buscar melhorar como pessoa e, coloco em outra parte, os sonhos e planos que penso em concretizar como viagem, planejar isso e aquilo para ano que vem e enfim.

Em 2017 eu quero ser mais relaxada. Não surtar com a casa suja, não perder a paz porque o chão está cheio de patas e pêlos. Desejo mais jogo de cintura para lidar com problemas da vida de acordo com o nível de cada um: Não surtar com algo pequeno e não me desequilibrar com besteiras do dia a dia.

Em 2017 eu quero ter um espírito mais empreendedor. Tentar organizar, planejar e criar estratégias para minhas ideias. Ou conseguir pedir ajuda de alguém que tenha essa qualidade mais aflorada para trabalharmos juntos, hahah.

Em 2017 eu quero me dedicar ainda mais pela nossa alimentação e bem-estar. Mexer mais nas minhas plantas e ler mais nas horas vagas. Descobrir novas maneiras de termos uma vida com menos industrializado em todos os sentidos possíveis para sermos mais sustentáveis e independentes.

Cada ano que passa minhas listas ficam um pouco menores. Não por ser linda e perfeita a vida, mas porque percebi que não adianta criar uma lista com 30 itens como eu fazia com 15 anos. Terminava o ano com 2 checks. Viver já toma da gente um tempo danado. Ainda mais quando os itens são pessoais e de hábitos que precisamos criar. É preciso tempo e força de vontade. Fora quando é necessário acrescentar as surpresas bacanas que vamos tendo durante o caminho, né? Gosto muito de parar no final do ano e pensar que conseguimos de alguma forma, criar algo sólido e que foi prazeroso de conquistar. Ainda que no começo seja difícil e doloroso lidar com certas dificuldades pessoais.

E vocês? como planejam as listas de metas para 2017? <3

Agora, estamos de volta! 😀

Diálogos

> Você não precisa ser perfeita

15/08/2016

Todo mundo sabe mas, a gente insiste em esquecer disso.

Eu nunca fui das que mais se cobrou para estar sempre visualmente impecável. Com certeza por ter crescido em uma casa que não me criaram para ser princesa, mas para bater perna no mundo. Ainda assim, dia destes, fui gravar um vídeo para o meu canal do youtube. Terminei, gravei, bateu aquela sensação bacana de que sim, talvez eu possa ter contribuído para alguma coisa boa para alguém. Fui assistir e conferir para ver se estava tudo ok com o material e… desisti de postar.

O motivo? tenho dois dentes da frente que vou precisar corrigir, devido ao dente do ciso que começou a querer nascer. Abri o vídeo e só conseguia ver isso. Só. “Não vou postar”, eu disse em voz alta. Barba ao meu lado perguntou o porquê e o que estava acontecendo. Tentei explicar e nem percebi que soltava aquela voz de vergonha, de quem não se orgulha, de quem se esconde, “só consigo ver essa droga de dente”, disse deitando entre as almofadas. Eu sei quando ele fala algo bem sério e não é a primeira vez que ele diz isso pra mim, olhando fundo nos meus olhos:

– Isa, você não precisa ser perfeita.

Quando não consigo lidar com tudo e mesmo assim termino o dia esgotada, eu sei, não preciso ser perfeita. Quando não dou conta de viver, administrar o trabalho, estudar, ser filha, esposa, amiga, dona de dois viras, me sentir bem, eu sei, não preciso ser perfeita. Infelizmente, o mundo nos diz o contrário.  Ainda mais quando se trata da nossa imagem, a casca que carregamos que precisa estar sempre intacta aos modelos e padrões. As vezes, quase sempre, a gente precisa parar e se lembrar que somos humanos e não feitos para sermos programados e moldados. Antes de aparecer a culpa, com aquele sentimento de insuficiência e uma onda de sentimentos por conta de uma palavra, que muitos interpretam como adjetivo e elogio lembre-se de quem você realmente é. Isso é lindo.

Aqui, eu nunca ouvi que eu era “perfeita pra ele”, “perfeita em meu jeito”. A palavra perfeição e, consequentemente, a culpa, simplesmente não existe no vocabulário dele. Não é por falta de grandes declarações, mas pela mera realidade de gerar essa cobrança que ninguém precisa carregar. Precisamos melhorar? sempre e muito, ainda mais por dentro. Porém, nunca, NUNCA, deixar de fazer algo. Eu jurava que tinha me livrado disso, dessa ideia de não fazer ou viver apesar dos meus defeitos. Pelo visto isso é algo que, diariamente, a gente precisa se policiar e lembrar. Precisei gravar aquele vídeo pra isso.

“Você não precisa ser perfeita”, não é a primeira vez que ele diz pra mim.

Talvez eu precise ter esse diálogo e repetir isso para eu mesma. Talvez não, com certeza.

Todo mundo sabe mas, a gente insisti em esquecer disso. Achei que deveria lembrar você por aqui também. VAI QUE você esteja em um dia que também precise.

AMOR, CRÔNICAS, Diálogos

> A VIDA COM OUTROS OLHOS

01/08/2016

Era um dia comum. Nem tão comum assim, pois um pôr do sol incrível misto de amarelo com roxo estampava o nosso céu. Barba e eu andávamos de bicicleta em um passeio normal. Ele ia na frente e eu atrás contando as coisas da vida. Eu, no meu costume hippie de ser, ao ver aquele pôr do sol, gritei: Vamos ter que parar para ver. Até apressei a pedalada para não correr o risco de perder o caminho que o sol fazia ao trocar de lugar com a noite. A beleza era de dar fôlego – pedalei ainda mais rápido.

Estacionei a bicicleta em um ponto que considerava com melhor visão. O ângulo ideal, alinhado e bem limpo. Eu olhava fixamente para o céu com suas cores gritantes e que quase arrancavam uma lágrima. O contorno dos prédios, os carros, o fluxo da vida parecia uma maquete. Ele olhava para o outro lado. O contorno dos troncos de uma árvore que peneirava o sol.

Neste momento, senti o silêncio: o meu e o dele. Aquela confusa sensação de que nunca saberemos 100% o que se passa na cabeça de alguém, pelo simples fato de querer entender o que no outro se esta passando e pensando. Estávamos sorrindo por dentro, isso eu poderia sentir.

Eu e ele, somos uma coisa só. Como uma camiseta que para vestir com a modelagem ideal tem em cada corte objetivos definidos e certeiros, cada ao seu lado. O avesso e o aparente: duas coisas diferentes, necessárias e que cumprem a mesma função.

Apanhei a bicicleta e seguimos a volta que ainda era abençoada com aquela vista. Com os olhos saltando para fora, eu disse:

-Amor, olha alí!

-Olha lá! O reflexo da luz nos prédios…

E eu ajustei o meu ângulo para ver com os olhos dele. A fileira de prédios ao lado daquela enxurrada de cores. As grandes janelas de vidro recebiam o reflexo de uma luz dourada que parecia rastro do outono que já passou. Sorri pra ele.

Dizem que devemos amar quem não quer nos mudar, mas acredito que o amor seja ainda mais simples. O amor vê oportunidades.

O amor tem prazer em enxergar o diferente, a mudança, o que não é igual ao nosso mundo. O amor vê ali uma oportunidade de aprender, em somar e contribuir. O amor nos tira da nossa zona de conforto, nos faz crescer, arriscar, mudar o ângulo e ver. Ver muito além.

Muitas vezes batemos na tecla de que é difícil lidar com as diferenças das pessoas e, eu não digo que não é – realmente é. Mas, digo que há beleza. Há beleza além do que podemos ver, entender ou enxergar. Há beleza e um mundo novo de descobertas e maneiras de ver a vida, através de outro alguém. De outra vida. Do mundo. De um amor.

No final deste dia, eu sorria. Agradeci por ter a chance de poder ver a vida através dos olhos de quem eu amo, convivo e divido a vida.
Na rotina, em um dia comum, os céus podem nos surpreender. Entretanto, é preciso dar chance para enxergar por outras direções também. Vale a pena.

AMOR, Diálogos

> Um problema, dois tipos de pessoas

04/04/2016

Dia desses eu estava meio maluca com tanta coisa para fazer em casa. Celular que toca, computador com email, cachorrada correndo, o outro celular que notifica e a cabeça tentando acompanhar. Eu sempre tive um jeito e tomar conta de tudo ao meu redor. Nada fica por fazer. Eu posso estar um zumbi, dou um jeito e faço – e é na hora. Me faz bem fazer bem a mim e quem está comigo, portanto, não ligo. Eu tenho meu tempo que geralmente é logo quando as coisas acontecem. Almoça e lava o prato, sujou e limpou, caiu e pegou. Nem todo mundo é assim. Bem, você já deve imaginar quem não é. Sim, um barbudo tranquilo, que sabe aproveitar o seu tempo, tirar um cochilo e depois levantar e fazer o que tem que fazer. É, você já deve imaginar: ele me deixa doida.

Eu estou correndo e ele caminhando. Eu sigo planejando e ele dando tempo. Eu busco deixar tudo sempre em ordem e ele sabe que tem horas que não dá. Eu vejo que uma merda vai acontecer e dou um pulo para consertar. Ele? Respira.

Estávamos na mesa da cozinha, ele volta da sua corrida em estado zen e plenamente leve. Põe a água para ferver com seu miojo e senta pra me escutar. Eu sigo contando os compromissos, o email respondido, o convite inesperado, organização da agenda, dando comida pros cachorros, limpo a pia, tiro o lixo, arrumo a mesa…

– FÁBIO, TÁ FERVENDO!

De longe eu podia ver a água borbulhando, miojo subindo, água vazando, macarrões esparramados no fogão…

– FÁBIO, TÁ FERVENDO!

Já estava pronta para pegar um pano pra secar, uma bucha pra esfregar, pensando em fazer outro jantar… mesmo sem nada ter ainda acontecido.

– FÁBIO…

Ele me olha como se nada tivesse acontecendo, vira os olhos e me interrompendo diz:

– Ah, água, né? E desliga o fogão ao seu tempo.

Naquele instante eu pude perceber dois tipos de pessoas. Uma que prevê um problema e corre para ajeitar, outra que espera o problema aparecer para lidar. A verdade é que na vida não existe certo e nem errado. Existe como a gente lida com a gente mesmo. Nunca serei o tipo tranquilo e que não se preocupa e ele, nunca será do tipo prevenido e pronto para lidar com 10 problemas do mundo de uma vez como eu. A única verdade nessa história é que a gente é quem é para aprender um com o outro.

6 anos depois de conhecê-lo e eu ainda faço mil coisas ao mesmo tempo. Prevejo uma explosão de miojo acontecendo, pego o meu paninho e? Respiro, não piro – e essa, eu devo a você: o meu lado mais tranquilo.

Diálogos

“6 anos Não São Nada”

24/01/2016

Foi em meio a um abraço longo e com sorriso nos olhos que ele me disse:

– Seis anos não são nada, baixinha..

– Ah vá que não!

Foram minhas sábias e imediatas palavras para esta frase. Claro que comecei a rir e enquanto isso tentei ser racional para não dar uma de doida. Mas, o que eu queria tentando esconder minha reação de uma pessoa que me conhece há seis anos? Minha própria cara me entregou.

Se alguém nessa vida fez questão de me conhecer de verdade, esse alguém foi ele. De certo, algumas vezes eu não sei o que quero jantar e, ele sabe – o que eu quero. Nunca pensei que alguém se interessaria em me ver limpando as folhas das plantas ou iria rir da maneira em que fico feliz por guardar as compras quando voltamos do supermercado. A roupa quando nos conhecemos, a data, o horário, o que eu tinha falado e como estava o meu humor há seis anos atrás, eu não faço ideia, mas ele lembra. “Esse alguém, com certeza, se importa” eu pensava. E fazia tempo que eu não conhecia alguém que quisesse ir além das minhas cores, músicas ou comidas preferidas para provar para minhas amigas que era entendido de mim. Até que ele apareceu: desligado, desapegado e com boa memória. Ou melhor, com bom coração.

Aí, que depois das minhas palavras incríveis, sorri e me acomodei naquele abraço. Ele se importa, eu sei. Era mais uma das suas piadas e eu esperava a sacanagem que viria depois. Afinal, depois de 6 anos eu também o conhecia bem. Mas nem tanto, quando ele resolveu completar a frase:

– … Se você parar para pensar, quando se quer viver algo a vida inteira.

Se saiu bem dessa, Fabinho.

Porém, a vida inteira talvez seja pouca para conhecer quem amamos, quem sabe duas? 😉

Obrigada por mais um dia 23/01, lado a lado.

Diálogos

> Como facilitar a vida ?

05/07/2015

Como a gente pode facilitar a vida? perguntei.

Eu sempre conversei muito com ele. Mesmo quando ainda não éramos nós, era apenas ele sendo ele. Foi conversando tanto que percebi como ele conhecia muito de tudo e sabia tanta coisa inútil. Conversando que me liguei como ele era tão idiota quanto eu. A vida, o tempo, a morte, os valores, como se deve usar uma rotatória e se administrar bem uma empresa. Não importava o assunto, eu sempre gostei de ouví- lo falar – e não parava nunca, jamais. Prático, direto e com todo o carinho do mundo. Ele sempre foi o meu lado centrado, sereno e racional. Embora ele diga eu seja assim, comparada com ele, eu sou só um coração.

Cinco anos e meio depois, eu lavava a louça de casa, restolho da que ele lavou do almoço. Pensava sobre a vida, para variar. Sobre o que passamos, rimos, choramos e o que ainda poderia vir. O que poderia vir, dava frio na barriga. Já passamos por tantas presepadas que dava arrepio na espinha imaginar. Foi quando falei outra vez: como é que a gente faz para facilitar a vida?

Olhei para traz ainda esfregando uma panela e ele estava respondendo emails concentrado, não me ouviu falar. Óbvio, falo o tempo toda sozinha, fica difícil adivinhar. Mas, pude responder na minha cabeça obviamente o óbvio, com todo o xucrismo e com o som da voz dele:

Facilitando, ué.

Afinal, na vida as vezes as coisas dão bem certinhas, muitas vezes não. Mas, escolher manter o senso de humor e não abalar a nossa força, está realmente nas nossas mãos. “Nada é ruim para sempre”, e estamos todos com nossas batalhas para travar. Facilite. Idealize menos. Simplifique. A sua paz e das pessoas ao seu redor, agradecem. ♡