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> CHILE: 1 dia em Santiago – O que fizemos

15/05/2017

1 dia em Santiago parece pouco e realmente é. Mas se é o que conseguiu, não dá para reclamar. Pelo contrário: é se esforçar para aproveitar!


Acordamos por volta das 8:00h no Hostal Forestal. Tudo escuro. Parecia oito horas da noite. Essa época em Santiago o sol aparece lá pelas 9:30/10h. Tomamos café no hostel e fomos caminhar e caminhar.

Confesso que se tem algo que eu gosto de viajar é caminhar, caminhar MUITO! Gosto de ver as pessoas na rua, vivendo a vida delas normalmente. Parece que me faz olhar mais para os detalhes da minha rotina depois. Fomos caminhando na rua atrás do Hostel e nos demos de cara com o Cerro Santa Lucía. Confesso que estava nos planos passar por lá no outro dia, mas, né, vamos aproveitar!

O Cerro Santa Lúcia foi onde tudo começou em Santiago. O lugar é limpo e bem organizado. A entrada é livre e só é necessário assinar uma lista na entrada. Na frente você pode ir em uma feira de artesanato, mas que no dia em que fomos estava fechada ou começando a abrir, haha.

Logo depois partimos pelo Centro histórico de Santiago. Tudo fica bem pertinho e é possível caminhar por todos eles sem pressa e rapidinho. Passamos na Paseo Ahumada, a principal rua comercial da cidade. O que mais me chamou atenção foi o Palácio de la moneda, sede da presidência da república do chile. É lindo-lindo. Na lateral você encontra o Centro Cultural La Moneda, no subsolo do palácio. Exposições e atividades culturais e cafeteria.

Um pouco mais para cima está o Mercado Central de Santiago famoso por ter vendedores te puxando por todos os lados para almoçar. Com a gente não foi diferente, mas não é nada demais também. Lá é uma concentração de restaurantes de frutos do mar e da famosa centolla, um carangueijo gigante que você pode escolher o tamanho. Eu não como e Fabinho não é dos grandes fãs de peixes e tal, por isso só caminhamos por lá e não cheguei a ver os preços.


De lá comemos um lanche e fomos para o Museu Nacional de Bellas Artes que, por ser segunda-feira, estava fechado. A maioria dos museus e exposições não abrem de segunda, pois fecham para manutenção. Confesso que isso não nos deixou chateados, pois queríamos mesmo era curtir a cidade. Caminhamos pelo Parque Forestal, lugar lindo e muito bem cuidado. Por estar localizado no coração de Santiago, ele é usado o dia todo por diferentes pessoas. Você também encontrará muitos cachorros por lá! Eles possuem casinhas no parque e em várias esquinas poderá ver potes com água e comida.


Nosso último tiro era tentar visitar o o museu La Chascona, uma das casas do Pablo Neruda. Chegamos lá e, ERRR: fechado. Nem tudo estava perdido! Do ladinho do museu caminhamos para o Cerro San Cristóbal. Este é o Parque metropolitano de Santiago onde fica o zoológico e teleférico. Compramos os ingressos por 2.00 pesos ida e volta de funicular, que é um bondinho antigo e que todos brincam que “parece que vai cair, mas não cai”, por ser bem antiguinho. A ideia era subir no cerro para ver o por do sol, mas estava um dia lindo. Ficamos sentados por horas lá com cafézinho na mão.

Descemos do monte e eu jurava que íamos passar no hostel, mas Fabinho estava doido para andar de bike. Passamos de manhã na frente do BellaBike e ele se lembrou que era no caminho da volta. Pegamos as bicicletas por 1.500 pesos para cada um por hora e pedalamos por todo Parque Forestal até a parte moderna de Santiago. Me arrisco que foi um dos melhores passeios que fizemos lá. Nos divertimos muito.


Terminamos o dia bem satisfeito. Passeamos muito e curtimos bastante a cidade dentro das condições do dia. Estava um dia lindo demais, com uma luz dourada de outono apaixonante. Morro de saudades daquelas cores.

ASSISTA O VLOG DESTE DIA! 🙂

MAPA DO NOSSO DIA 1 e 2 EM SANTIAGO

DIA 1: em azul escuro. DIA 2 manhã: vermelho. DIA 2 depois do almoço: amarelo.

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  • Bruna Melo

    Lendo esse post aumentou mais a vontade de ir pro Chile hahaha. Curti demais o vlog que já postou esperando os próximos <3

  • Ai que delícia de viagem! Adorei a ideia de andar pela cidade e ficar reparando nos simples detalhes do local. Acho que é um ótimo jeito de se sentir um morador da região.