Por aí

> #NNVViaja !

14/04/2017

Confesso que me orgulho muito de nunca ter deixado este cantinho desatualizado nestes quase 4 anos de blog. Já postei textos do ônibus, de casa, da rua, no metrô, na padaria e na casa de amigos. Não por uma obrigação, mas por amar os nossos encontros de segunda, terça e algumas quintas aqui e de quarta e sexta no Youtube. Desta vez não terá como! Poderia deixar alguns posts preparados, mas acho que será mais bacana concentrar atenção e todo carinho nos posts para o Instagram e nos vlogs da viagem. MAS, continuaremos com conteúdo quarta e sexta no Youtube.com/nanossavida normalmente. UHUL!

Neste vídeo de hoje contamos tudinho sobre o nosso roteiro e quem são os nossos parceiros nesta aventura.

Serão 13 dias em que vamos para Santiago, Patagônia do Norte e talvez Val Paraíso e Viña del mar. Quando voltarmos, prepara o coração para muitas fotos e posts para quem deseja fazer uma viagem desta também.

Muito felizes e animados para a nossa primeira viagem internacional juntos e levando vocês com a gente. Espero que se sintam por lá também <3 Farei o possível!

Por aí

> Organizar uma Viagem: Por onde começar

11/04/2017

Comentei com vocês no instagram que começamos a fazer o roteiro da viagem que faremos em Abril 🙂 Então, antes de começarmos uma enxurrada de vídeos e posts sobre nossos passeios, vlog no canal e indicações, pensei em montar este post. Afinal, como montar roteiro de viagem?

  1. QUAL O ESTILO DA VIAGEM?
    Acho que tudo começa respondendo algumas perguntinhas: Qual a finalidade e motivo dessa viagem? É para comprar roupas e eletrônicos, conhecer uma nova cultura, se hospedar em um hotel bacana, passear com a criançada, comer em restaurantes mais chiques, conhecer determinado lugar ou todas as anteriores? Aqui também é onde começa a balança do quanto se pode bancar para o quanto é possível fazer. Como a nossa realidade não é “todas as anteriores”, tem que rolar um equilíbrio e a escolha para as prioridades. Nem pense que isso significa não se divertir. Acredito que é aqui que enxergamos como podemos nos aventurar e aproveitar o que temos e conseguir fazer um pouco de tudo 🙂
  2. HORA DE FILTRAR OS PASSEIOS
    Depois de escolher as prioridades, você pode começar a organizar uma lista de tudo que quer e pode ser feito na viagem. Faça uma lista grande e sem medo.  É hora de pesquisar roteiros na internet, ideias de amigos, indicação de guias e tudo o mais. Agora é o momento de montar um calendário com as datas de chegada da viagem e programar mais ou menos nos dias. Pode parecer fácil, mas leva um tempo para você organizar no mapa por regiões mais perto e depois checar se estarão abertos nos dias e horários que você planejou. Vale também verificar os preços e, se for algum passeio muito procurado, comprar os ingressos pela internet.
  3. COLOQUE MAIS DE UMA OPÇÃO DE SEGURANÇA
    Acho bem válido separar mais de uma opção do que fazer no dia. Vai que você coloca um dia no parque e na hora está chovendo? vai visitar um restaurante que resolveu fechar bem naquele dia? Pois é. Imprevistos acontecem e é deles que surgem as melhores histórias. Se der deu, não der não deu. Acima de tudo o mais importante é curtir o momento de estar naquele lugar que você sonhou.
  4. SEPARE UM DIA LIVRE
    Se possível também, reserve um dia para não fazer nada. No geral o tempo é justo e curto, mas se conseguir, é interessante para viver um dia como se morasse naquele local. Passear para região, caminhar, comer na esquina, dormir no parque, sentar na praça, comprar coisas do mercado. Às vezes você acordará se sentindo mal ou algo que não lhe caiu bem e você pode descansar tranquilamente, por isso ter uma brechinha na agenda e uma mente flexível fará toda a diferença.
  5. O QUE PUDER AGENDAR, MELHOR.
    Se você vai para um lugar e depois partirá para outros destinos, não deixe de já adiantar as passagens de avião. Caso o lugar seja concorrido acredito que vale a pena adiantar até as passagens de ônibus. Visita em algum restaurante concorrido, faça a reserva ao chegar na região ou pelo site. Ingressos de show, teatro, museu que seja difícil conseguir na hora ou que você não pode deixar de ver. Ah! não se esqueça de habilitar o seu cartão internacional!
  6. MAPA, METRÔ, NOME HOTEL, TELEFONES
    A gente conta muito com a sorte de ter sempre bateria no celular ou internet. E ai, vai que… né? Imprima um mapa da região, da linha do metrô e dos nomes do hotel e um telefone. Coloca em um cantinho da bolsa, junto com documentos pessoais e pronto. Você saberá voltar para o hotel ou a região em que está mesmo se o celular te deixar na mão. Embora a dica seja sobre se precaver, não deixe de montar um mapa no google maps. Facilitará muito a vida, além de dar uma direção e mostrar o tempo de um lugar para o outro.
  7. CUSTOS E EQUILÍBRIO
    Aqui entra a parte “dureza”. Embora eu ache que isso é a maneira que enxergamos. Com um pouquinho de planejamento e jogo de cintura é possível fazer tudo ou parte de tudo que queremos. Por exemplo, ao invés de comer todas as refeições em um restaurante, separe um ou 2 por dia. Faça lanches, vá ao mercado da região para comprar frutas ou alguns petiscos para o dia. Aqui é hora de cruzar o estilo da viagem, prioridades e quanto imaginou gastar por dia com alimentação, passeios e tudo o mais. Mas, não se esqueça: o melhor da viagem são as experiências.
  8. COMPANHIA É TUDO
    Acredito que o mais legal das viagens são as pessoas que conhecemos, encontramos, trombamos e escolhemos para dividir este momento. São elas que se sentirão perdidas com a gente, felizes ao experimentar algo novo e rir quando falarmos nada com nada naquele idioma diferente. Claro que às vezes também acontecem imprevistos de um passar mal com a comida, pegar uma gripe ou não estar muito afim dos mesmos passeios. Acho que é questão de tentar encontrar um meio termo de fazer um pouco de cada. Viaje com pessoas que você pode dizer sim ou não e, ainda melhor, que dirá “sim”, pois deseja vê-la feliz. Com parceria, conversa e organização, todo mundo fica felizinho e conhece de tudo do lugar e da cultura!
  9. APRENDA O BÁSICO
    Claro que você não precisa ser fluente em japonês para visitar o Japão, hehe. Mas, saber algumas palavras como: oi, bom dia, boa noite, com licença e obrigado, já deixará a pessoa mais confortável em te ajudar. Pesquisa sobre a moeda, costumes, hábitos, coisas típicas, nome de pratos. Não conte só com a boa vontade das pessoas. Além disso, conhecimento nunca é demais 🙂
  10. APROVEITE !
    Nem sempre conseguimos fazer tudo, seja por tempo ou dinheiro. Mas, não fique triste ou deixe de aproveitar por isso. Encontre maneiras de se divertir, crie situações e seja grato por estar em um lugar novo e especial!

Espero que estas dicas tenham dado aquele gostinho de viajar e conhecer novas culturas e pessoas. São muitos detalhes para programar, mas com paciência e organização tudo dá certo!

Inspirações

> MINHA PRIMEIRA MARATONA

10/04/2017

Essa foto foi nos 30km. O dia mais desgastante da minha vida, foi o melhor. Mas, calma, temos muitos km pra contar ainda.

Tudo começou a nem 2 anos atrás quando meu cunhado tinha começado a correr e fez meu namorado se apaixonar também. Não demorou muito para que eu desse uma chance a mim mesma para testar. Hoje, posso seguramente dizer: foi a melhor escolha que fiz para minha vida.

Essa semana passou voando e mexeu muito comigo. Além de estar animada, os dias de TPM são bem dureza na questão psicológica. Pensei, achei que não ia dar, depois pensei que podia e, então na sexta-feira pela manhã, eu decidi que ia fazer dar certo sim. Eu ia.

Domingo de manhã, chegamos na prova e tudo estava muito bem organizado. Acordei tranquila, me posicionei no meu setor e comecei a me alongar. Observava as pessoas ao redor e vi de tudo: altos, pequenos, magros, mais cheios e muitas, MUITAS pessoas de idade concentrados e sentados no beiral da calçada. Olhei uma senhora com seus lá 60 anos e pensei “vou ficar na cola dela, ela sabe o que faz” e a perdi de vista. Às 7:30H, foi hora da largada. Como de se esperar bem devagar e com quase nada de espaço , o que foi bom para manter um ritmo leve e de aquecimento. A maioria quebra na empolgação da saída. Afinal, quando se vai fazer 42km a pergunta a ser feita é: Aguento mais ou menos nessa média até o final? O seu corredor administrador precisará responder. Decidi ir sem pressa. Apenas conferindo no relógio para não empolgar com os gritos e energia tão boa e que nos anima. Logo nos 8km, uma moça parou comigo: “Posso ir com você?” Claro que sim, eu respondi. Ela ia fazer 24km e comentou que estava com receio de não terminar. “Na verdade, você vai correr só 16km agora” eu disse. Ela me olhou sorrindo. Estávamos em um pace bem baixo do que eu queria, mas sentia que a medida que engrenava, ela perdia o controle. Decidi me manter ao lado dela. Fui e peguei dois copos de água, um pra mim e outro pra ela e seguimos. O primeiro anjo no caminho que me fez olhar menos para o chão e mais para o lado. Foquei menos em mim, mais nela e foi lindo.

No 14km um moço de americana chegou em nós também. Contou que ia fazer a maratona e estava com medo de quebrar e não terminar por não conseguir concluir os treinos longos direito. Tentei distraí-lo com outras coisas: Rimos do moço comendo salame, do cara bebendo coca-cola e nos emocionamos com a senhora de 70 anos correndo cantando. Meu único erro, foi não ter perguntado o nome deles. A moça disse que iria segurar e ele, se apressar mais. Espero muito que tenham chegado onde queriam.

No 18km eu me sentia bem. Tinha energia, perna e a cabeça estava boa. Me arrisquei e mandei uma foto para os meus pais que não puderam ir para dizer que estava tudo bem. Mandei um te amo para o Fabinho. Entrei na USP e sabia que ali o buraco já seria mais embaixo. Mas, logo no 21km, conheci a Regiane. “Eu te vi vindo bem e vim atrás de você”. Sério? Ela balançava positivamente a cabeça enquanto comia o gel de carboidrato e me oferecia. Contei que estava comendo de 6km em 6km e agradeci, estávamos no ritmo que eu queria completar a próxima metade da prova. Regiane ia fazer a prova de 24km, contou que fazia triathlon e me indicou exercitar outro movimento nas pernas de tempo e tempo para aliviar o ácido lático. Foi ótimo. No 23km ela sorriu e me disse “Isadora, muito obrigada por me trazer até aqui”. Eu ri e disse que foi o contrário. Ela me olhou e continuou “Você me deu vontade de fazer 42km, mas eu vim com cabeça de 24km e vou quebrar se continuar. Mas, vai com força. Você já enfiou os 42km na cabeça?”. Disse que sim, mas só tinha me dado conta naquele momento do quão puxado seria. Ela apertou minha mão como se acreditasse em mim, saiu para seu sprint final e gritou “24km é a hora do seu gel”. Regiane foi meu terceiro anjo. Ela me deu consciência da força que eu ia precisar.

Dali até os 31km foi quando me senti um pouco mais fraca. Sol, muitas pessoas caminhando e o trajeto sem nenhuma sombra. Foi exaustivo demais, mas não pensei 1 segundo em parar. Olhei no relógio e meu tempo não era o que eu tinha pensado, mas estava no estágio que não percebia que estava correndo, as pernas apenas iam. Acho que Regiane tinha ajustado os 42km na minha cabeça de qualquer maneira. Combinei com Fabinho de que eu iria mandar uma mensagem nos 32km, para dizer como estava. Eu não via a hora de chegar nesse trecho para dizer que estava bem. Peguei meu celular e disse que estava ok e com as pernas um pouco pesadas. Até que escutei um “ISA!!!!”. OXI? Fábio? Esse lado da história do Fabinho vocês verão no vlog.

Dos 32km em diante seguimos juntos. Resolvi diminuir o ritmo por questões de pernas mais pesadas que o normal. Tive muito receio de faltar para os kms finais e comprometer tudo até ali, apesar de me sentir bem e inteira na medida do possível. Fabinho estava bem e animado, embora agora ele me conte que continuou correndo só para terminar comigo e que não estava nos melhores dias. Nos 35km foi quando a maratona oficialmente começou pra mim. Brinquei que não corri 42k, corri só os 8km mais duros da minha pequena vida na corrida. Minhas coxas pareciam ter 10kg a mais, tinha que me policiar para manter a postura e o pace já não me importava: era trote até o fim, contanto que meu relógio mostrasse 42.195km. Neste trecho a maioria das pessoas estavam parando e caminhando, confesso que isso me deu dor no coração. Não importa o tempo de chegada, se você fez 42km, você é um maratonista. Mas, vi muitos chorando, gente com físico muito bem preparado sentado, senhores com passinho devagar animando quem aparentava desistir, pessoas passando mal. Eu sentia minhas coxas bem pesadas, mas sabia que não iria parar ali. Eu pensava no que eu poderia fazer, jogava água, seguia o conselho da Regiane, pensava na mensagem que minha mãe enviou de manhã. Foi duro. Pensei que não ia dar.

Os últimos 2km foram dramáticos, mas os mais especiais. Durante todo o percurso tinham pessoas animando, gritando, aconselhando e ajudando com TUDO o que podiam. Eu me emocionei o tempo inteiro. Gente que não me conhecia, lia meu número de peito e me chamava pelo nome. Gente que sonhou esse sonho como a gente sem nem nos conhecer. Faltando 1km, um moço me viu com lágrimas trancadas e disse “CHORA QUE JÁ É SEU”, desatei a chorar e soltei as pernas. Eu já enxergava o pórtico, minha melhor amiga me esperando de surpresa, meu melhor amigo ao meu lado e eu só conseguia sorrir: nem 2 anos atrás, eu chorava porque não conseguia correr 400m. Olha onde eu tô?! Fabinho abriu os braços e eu o abracei forte. Chegamos onde queríamos e sonhamos juntos.

A maratona foi um processo pessoal, doloroso e especial pra mim. Já não importava mais se eu terminaria ou não, eu tinha aprendido tanto. Eu estava apaixonada pela corrida, mas foi neste processo que realmente virou amor. Parei de me preocupar com números, parei de me cobrar ser 100% sempre, passei a me divertir e entregar o meu melhor de cada dia. Quando terminei minha primeira meia maratona, 1 ano atrás, eu não sabia pra quê correr 42km. Hoje, eu sei. Vivi cada km nesse percurso. Senti cada dor, cada sorriso, cada cansaço e cada lágrima. Não fugi: eu queria viver tudo isso ainda que fosse preciso dar todas minhas reservas e inseguranças. Terminei com mais vida do que nunca dentro de mim. Terminei com fé na bondade das pessoas, terminei com fé em mim.

Este, parafraseando Lucy, foi o melhor dia da minha vida. O primeiro..

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> Collector aqui em casa!

06/04/2017

A gente sempre posta as novidades e ideais que tivemos para a nossa casa aqui no blog e no canal. Justamente para trazer inspiração para quem curte deixar o lar do jeitinho que mais adora. Desta vez, a Collector, uma loja incrível e que já visitamos neste NNVPorAí, nos convidou para escolhermos alguns produtos para decorar a nossa casa. A escolha foi dura! Quanta coisa linda! Mas, depois de muito, consegui selecionar alguns itens de coração bem aconchegantes, com mensagens inspiradoras e cores cheias de amor. Espero que gostem!

  •  #CollectorEmCasa PARA A SALA


Eu AMO peça com aquele ar artesanal. As almofadas foram escolhidas por isso! Feitas de barbante e linha, elas aquecem visualmente o sofá.  Para colocar minhas plantinhas, escolhi um vaso e um pote de cerâmica super charmoso para colocar balinhas, lembretes ou cartas no dia a dia. O cesto de ferro foi paixão a primeira vista! Adoro a praticidade de ter uma mantinha  por perto. Os quadros em tamanho maior também preencheram bem a parede, além de trazer um toque de cor agradável.

*Itens da sala: Almofada 1 | Almofada 2 | Almofada 3| Cachepot | Pote cerâmica | Cesto de Ferro | Quadro abacaxi | Poster frase 

  • #CollectorEmCasa PARA A COZINHA


A cozinha é onde mais gosto de ver itens para decorar. São tantos detalhes e peças que podemos combinar, usar e misturar! Vamos lá: O que mais adoro é montar mesas simples e acolhedoras para nosso café da manhã. Amo as leiteiras e chaleiras que trazem um ar de interior e os bowls estampados que são puro charme. Na pia, o quadro deu um toque leve e gracioso na parede branca. Bacana é que você pode mudar e variar os porters e dar uma cara nova para a cozinha conforme quiser.

*Itens da cozinha: Jogo americano | Xícara floral | Conjunto de bowl | Chaleira | Leiteira | Quadro | Flamingo |

  • #CollectorEmCasa PARA O QUARTO


No quarto o que prevalece é a simplicidade e conforto. Luz indireta, velas e almofadas para deixar tudo bem relaxante. A moringa verde traz uma cor divertida e a cesta de ferro é ótima para colocar sapatos ou livros. Gosto muito do quadro com essa mensagem gostosa para começar ou terminar o dia.

*Itens do Quarto: Moringa | Cordão de Luz | Almofada 1 | Almofada 2 | Cesta | Quadro Um mundo | Kimono | Porta velas |

  • #CollectorEmCasa PARA O BANHEIRO


No banheiro não poderia faltar cestos naturais! Amei o conjunto com estas cores bem leves e divertidas. A mistura do rústico de madeira e fios naturais com o vidro e cerâmica é um equilíbrio que gosto bastante. Deixando o nosso cantinho bem clean e sereno. Sim, sou a maria-frase né? ahaha tenho quadros até no banheiro! Acho que eles trazem personalidade pro lugar, independente de qual for.

*Itens do Banheiro: Cesto | Pote cerâmica | Pote abacaxi | Quadro Céu | Quadro Home | Caixa de vidro | Pote |

Espero que tenham gostado dessa brincadeira de mudar um pouco os ares aqui de casa com os produtos da Collector e que inspire novas ideias para montar o seu lar. <3

Pedaços+Momentos

> Pedacos + Momentos: Mesma coisa de sempre só que diferente

04/04/2017

Nunca escondi de vocês como a nossa vida é normal e muitas das vezes não tem nada de diferente ou “demais”. Seguimos com o que temos e fazendo o que precisa ser feito no dia, com algumas firulas de felicidade e doses de amor – já sabem quem são os maiores responsáveis por isso, né? Então. Apesar de valorizarmos muito esses momentos juntos, ultimamente até que temos muitas coisas diferentes para contar.

Uma delas é que finalmente a pós deste ser barbudo está chegando ao fim e agora é fase dele ler, ler, ler e ler. Depois será escrever, escrever, escrever e escrever. É engraçado pensar que ele me conheceu um pouco depois que sai do colégio, trabalhando em uma empresa de social, me viu entrar na faculdade, me formar e transformar de área. E eu acompanhei muitos dos processos dele. Finalmente essa fase está chegando ao fim.


Aqui em SP está um clima delícia. Finalmente chegou a minha estação preferida para bebericar um bom vinho. Nesse link do vinho site, você pode conferir uma lista com diferentes opções de vinhos bons e baratos. Acho muito bacana para testar novos sabores.

Quem me segue nos instagram viu que fui com a família toda para a Villa Ártemis, um cantinho especial com pessoas lindas de coração. Sempre renovo minha fé e esperança no mundo quando vamos pra lá.


Também compramos uma go pro para nós, para servir como mais uma opção de câmera nos nossos vlogs. Espero que gostem do resultado que faremos com carinho 🙂

Estamos ajustando os últimos detalhes da viagem. Finalmente! Eu AMO planejar roteiros de viagem, Fabinho já é mais de boa e do tipo aventureiro, haha. Então, eu piro montando mapas, opções e tudo o mais. Não vejo a hora de compartilhar tudo com vocês 🙂

Agora estamos na última semana para a maratona. É engraçado pensar que ficamos tanto tempo nos preparando para isso. É engraçado não, é emocionante. Foi um processo “doloroso” e cansativo, mas que tenho certeza que precisei passar por algum motivo, não só pelo fator esportivo. Semana que vem contarei finalmente para vocês do dia!

Antigamente eu acharia ruim as coisas serem rotineiras, hoje eu acho normal. Aprendemos a enxergar graça em cada detalhe do dia que pode deixar tudo mais especial, apenas por estarmos vivos e com pessoas de bom coração.

Agradeço.

Diálogos

> 4h e 40min correndo só..

03/04/2017

Quando decidi que iria correr minha primeira maratona eu olhei para o Fábio e disse: vai lá bater o seu recorde pessoal, não se importa comigo. Ele sorriu e agradeceu pela minha torcida. Virei as costas e pensei, “Não vou conseguir“. Passei a tratar esse pensamento como natural de quem se inscreve para uma maratona com tão pouco tempo de corrida e fui levando. Logo nas primeiras semanas de treino, em uma corrida normal e curta e eu disse para ele:

– Não vou fazer uma maratona sozinha. Ele me olhou e disse:

– Não vai mesmo… se continuar com essa cabeça. Sozinha, você já corre.

Fábio jogou a bucha pra mim. Na verdade, ela já era minha, só faltava eu assumir.

Quando eu era adolescente eu me incomodava com solidão e o silêncio. Não era fácil ficar parada, quieta ou contar apenas com a minha presença. Brotava o medo misturado com o receio de alguém que eu não conhecia tão bem e não estava disposta ainda a dedicar meu tempo. Sim, eu mesma. Só podia ser. Depois com o tempo, não o tempo que passa para afastar ou ensinar, mas da dedicação em entender os meus dramas, eu finalmente aquietei o facho. Mais alguns anos depois e ficar só passou de um hobby para amor. Eu não só curto, como eu preciso.

Logo na minha primeira tentativa de corrida o choque da solitude voltou. Não era apenas eu comigo mesma, era eu, com meu corpo, minha mente e minhas desculpas, a preguiça e os problemas diários gritando dentro de mim. Eu não era capaz de correr e eu sabia, mas queria tentar. Apesar da estratégia de ir escutando música optei por encontrar na corrida,  assim como na meditação, uma forma de limpar minha cabeça e ouvir o silêncio. Eu olhava fixo para o asfalto e assim fui rumo até a minha primeira meia maratona. Naquela época a corrida já era uma das melhores partes do meu dia, mas ainda era algo que eu fazia principalmente pela empolgação externa.

A corrida é um esporte individual. É você por você. Por mais que alguém esteja ao seu lado incentivando, ninguém irá mover as pernas no seu lugar. Ainda assim, eu tinha amigos por perto que corriam e o meu namorado para dizer “você não vai hoje? eu tô indo” e eu ia por causa dele. Hoje, eu não me atrevo a ficar mais de 2 dias sem correr, aliás nem encontro motivos pra isso acontecer. Correr virou uma parte do dia de uma forma incrivelmente minha. Foi correndo que aprendi a fazer algo apenas por mim.

Muitos corredores dizem que há um momento no trajeto da maratona que você estará rodeado de mil e tantas pessoas e se sentirá só. Muito só. As pernas não irão responder como no início e o questionamento de “o que eu estou fazendo aqui?” virá à tona. Nessa hora é preciso ter bem fresco em mente o porquê e por quem se está ali.

Fábio tinha razão. Eu já corria sozinha, mas eu seguia com a certeza e os caminhos dele. Tudo são fases que precisamos passar para conquistar a segurança e nossas metas. A exigência e cobrança pessoal nunca me deixaram dizer “eu vou fazer isso, afinal eu mereço”. Sempre faltava algo. Nunca eu era o bastante. Achava mais nobre fazer por alguém. Demorei para perceber que eu era capaz. Não capaz de fazer uma maratona, mas sim, de fazer algo especialmente por mim e me sentir realizada por isso.

Hoje, alguns do meus ponteiros conseguiram se ajustar e compreendi as minhas imperfeições e, dessa forma, os meus limites. Dia 09/04 vou passar em média de 4 horas e 40 minutos sozinha com a minha cabecinha e estou esperando ansiosamente por isso. Para ela me dar um bug ou eu deixá-la maluca. No final vou encontrar o meu melhor amigo e agradecer por ter acreditado quando eu não conseguia admitir que tinha forças dentro de mim.

Você pode dar tudo de sí e pode ir ainda muito mais além. Só dependerá do quanto você quer e fará por isso. Só. Só vá…

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> Itens para organizar a Despensa e Lavanderia

27/03/2017

Dia desses gravei um pequeno tour na nossa despensa que vai ao ar essa semana lá no canal. No vídeo comentei que ainda tenho muitos planos para aquele lado da casa. Ele está bem funcional, mas acredito que ainda precisamos setorizar um pouco mais e dar uma embelezadinha nele. Então, resolvi compartilhar com vocês o que imagino fazer por aqui citando alguns itens para organizar a despensa e a lavanderia. Vai que possa ser útil para vocês também. Assim espero 🙂

  • CANTINHO DA LIMPEZA

A primeira coisa que precisamos fazer é criar um cantinho para os itens de limpeza. Quer dizer, este espaço existe, mas fica na despensa, onde acho que poderíamos deixar para colocar coisas mais volumosas de alimentação e tal. A ideia é justamente colocar uma ou duas prateleiras pequenas em cima do nosso tanquinho ou essas grades que são bem baratas e acho charmosinhas. Lembrando que é super importante verificar a planta e encanamentos da casa antes de sair furando tudo!

  • CESTOS E POTINHOS

Nós já somos bem adeptos a organização com postes e cestos, mas nunca paramos para comprar isso. Eu tinha alguns, Fabinho outros e fomos juntando e comprando aleatoriamente. Além de serem diferentes, não são do tamanho certo para posicionar nas prateleiras. Esse é o tipo de coisa que precisa ser bem planejada e anotada para comprar a quantidade e tamanho adequados. Senão, continua parecendo bagunçado visualmente.

  • GANCHOS PARA DAR ESPAÇO

Ganhar espaço nunca é demais! Mesmo em casas grandes é bacana saber distribuir bem as coisas para que possam ser achadas por todos da casa. Hoje, eu quem guardo as compras do mercado. Como ainda estamos devendo comprar as peças certas para esta divisão, Fabinho até acha as coisas, mas demora um pouco em itens de limpeza, por exemplo. Acredito que com tudo a vista evitamos até mesmo desperdício e usamos tudo que temos. Gosto muito destes ganchos para colocar xícaras, taças, pratos e tábuas, fica super útil e não precisa furar nada, só encaixar. As prateleiras menores são ótimas para latas e condimentos, acho incrível!

  • POTES

Potes para nós são fundamentais para setorizar os itens da casa. Aliás, essa foi uma mania que peguei do Fabinho. Usamos nas minhas gavetas pessoais, do escritório, acessórios e até mesmo na oficinha. Na geladeira, eu sou doida por estes em acrílico que são ótimos para visualizar o que tem em cada pote e preservar o alimento. Na despensa e na área da lavanderia, pretendo usar estes cestinhos que ficam lindos e trazem um ar clean para casa. Legal que atualmente existem diferentes modelos de tudo que você pode imaginar, então com certeza, encontrará um que combine com o estilo da sua decoração!

Espero muito que estas ideais tenham contribuído para organizar a despensa e lavanderia de vocês também!

No dia que essa mudança na despensa acontecer, claro que filmaremos tudo <3