Ler & Ver

> O que li durante as férias

19/01/2017

2016 não foi um ano em que li muito, então por isso essa categoria ficou um pouquinho estacionada. Já fiz um vídeo lá no canal contando sobre os meus livros preferidos. Eles dificilmente mudam e, sempre que desejo ler ou relembrar, corro para a nossa estante da sala. Final de ano, enquanto estamos no Sul, é uma época boa para por em dia a leitura. Não só pelo clima calmo, mas minha sogra tem bem o mesmo estilo de leitura que o meu e já deixa tudo separadinho para eu me jogar. Em outras férias, consegui ler bem mais. Mas, estes que li, mudaram muito minha forma de ver, pensar e alimentar 🙂

Anticâncer – David Servan-Schreiber

David era um pesquisador que descobriu com apenas 30 anos que estava com um tumor no cérebo e deram a ele, 6 meses de vida. Começou o tratamento de câncer pelos métodos convencionais e descobriu mais tarde que ele havia voltado. David faz questão de dizer que o corpo humano fabrica células defeituosas desde sempre, porém o mesmo é capaz de mecanismos para contê-las. Não é só um livro técnico, como pesquisador ele compartilhou diversas maneiras que o ajudaram a não só sobreviver ao câncer, mas viver de uma forma muito melhor. Desde a alimentação, mudança no estilo de vida, produtos de limpeza, uso excessivo de materiais plásticos, exercícios físicos e a tão necessária paz de espírito e conflitos emocionais.  ‘São alegrias e sofrimentos, descobertas e fracassos, que hoje fazem de mim um homem consideravelmente mais cheio de vida do que há 15 anos’. É surreal ler esta frase de um homem que tinha apenas 6 meses de vida e conseguiu lutar, superar e ainda compartilhar tantas boas informações 🙂 Vou ter que c comprar para nós. É incrível, é grande, intenso, prático e devorei em 3 dias.

A morte é um dia que vale a pena viver – Ana Claudia Quintana Arantes

Este sem dúvidas seria um livro que eu não pegaria na livraria, comentei isso com o Fabinho. Leria o título, ficaria intrigada e pensaria: Por que pensar na morte? A resposta é simples: para valorizar a vida. Para respeitar, mas não temer a morte. Ana Cláudia é médica de Cuidados paliativos e contou sua experiência de cuidados e aprendizados. Acredito que esse pensamento quase imediato de “credo” quando falamos da morte, é devido a cultura imatura e os valores da sociedade focada ao consumo que faz-nos imaginar até que morrer é algo que acontecerá só quando tivermos 100 anos, a ideia que de somos invencíveis. Mas, não somos. 2015 e 2016 foram anos em que consegui realmente valorizar os meus dias por encarar a morte de uma forma mais natural. Para trabalhar um espírito sereno, não ter medo de demonstrar amor, por dizer o que penso sem precisar ofender ninguém. Eu imaginava que seria um livro fúnebre, mas foi um dos mais vivos e questionadores que já li sobre a jornada que temos aqui. Como estamos vivendo? Nossos dias estão sendo devidamente aproveitados ou vamos chegar ao fim desta jornada cheios de arrependimentos?

Morremos antes da morte quando nos abandonarmos… O que separa o nascimento da morte é o tempo. Vida é o que fazemos nesse tempo é a experiência. Quando passamos a vida esperando pelo fim de semana, férias e a aposentadoria, estamos torcendo para que o dia da nossa morte chegue mais rápido. Dizemos que depois do trabalho vamos viver, mas esquecemos que a opção “vida” não tem botão “on/off” que liga e desliga conforme o prazer de viver. O tempo corre em ritmo constante. Vida acontece todo o dia e, poucas vezes as pessoas parecem se dar conta real disso.

A sabedoria da transformação -Monja Coen

Passeando com a mãe de Fabinho, fomos até uma livraria. Lá, encontrei este livro. Monja Coen é uma fofa. Tenho vontade de colocá-la em um potinho. Digitem o nome dela no youtube e divirtam-se com os conselhos mais amáveis e simples que vocês poderão receber de alguém. O livro segue mais ou menos este estilo. Não é divido em capítulos estruturados. É livre, leve e com pensamentos diversos que foram registrados. Por ser um livro neste estilo, ainda não cheguei ao fim. Deixo para ler um, dois ou três por dia pela manhã. Já admirava muito e isso só aumentou a cada parágrafo!

A vida que vale a pena ser vivida – Clóvis de Barros Filho

Este livro chegou aos 45 minutos do segundo tempo. Estávamos na casa do meu cunhado em Porto antes de embarcar, quando ele disse: você já leu esse livro, Isa? acho que vai gostar. Dito e feito. Gostei. Como não tenho, né, leitura dinâmica, haha trouxe ele na mala. Comecei esta semana e estou mais ou menos um pouco antes da metade – as coisas aqui são mais devagar ainda, neste caso, infelizmente. O livro aborda temas sobre a vida, mas de forma leves e quebrando o conceito de que a “a vida que vale a pena” é algo já moldado e construído. É um livro que impulsiona, questiona e nos faz mais responsáveis pelas rédeas da nossa vida, atitudes e da felicidade. Estou gostando e me inspirando muito! Como o autor mesmo diz:

A intenção desta obra é de fortalecer os leitores para que possam resistir, cada vez melhor, contra todo tirano que pretenda empurrar-lhes goela abaixo a vida que vale a pena. Pois essa vida é a sua, com seus sonhos, suas ilusões, seus medos e esperanças.

Em uma breve pesquisa já pude perceber que os preços dos livros são bem acessíveis na faixa de 21-37 reais. Espero que tenham se identificado com algum e matado a curiosidade 🙂

E vocês? quais livros leram no começo do ano?

Fotografia, Iphone

> Pedaços + Momentos: Voltar à rotina…

17/01/2017

Pois é, voltar à rotina depois de 20 dias é dureza. Pra gente ver como o ser humano é totalmente adaptável: 15 dias sem fazer nada e a gente já perde o ritmo da coisa.

Eu, particularmente, adoro a sensação de voltar de viagem. Parece que todos aqueles dias só nos trazem a real sensação de lar e de que temos um cantinho no mundo. Embora, com estes aí, eu me sinta assim em qualquer lugar. Mas aqui… foi onde muita coisa começou. Agora, mais um ano!

Lucy e Ringo ficam super amuados nos primeiros dias. Parece que sentem falta daquele espaço, na verdade, da novidade, do que não tem todo dia. A gente também. Não é sempre que não fazemos nada de nada, por mais sossegada e em paz que cada dia seja aqui. A gente sente saudade do diferente, mas também amamos o que é sempre igual. Isso aí. Bem aqui.

A bolinha já estava no quintal pra Lucy. O Sofá e o sol das 8 continuam os mesmos para o Ringo. Fábio continua afofando os dois nos intervalos de trabalho. Eu sigo amando e registrando o jeitinho de cada um deles, que me fazem amar cada dia que é tão igual, como se fosse diferente – e é. Eles me ensinaram a amar o que tenho todo dia.

Um por vez. Como se fosse o último, ou melhor, o primeiro.

Diálogos

> Em 2017 eu quero…

16/01/2017

Entra ano e sai ano e a gente não cansa de prometer que iremos fazer isso e aquilo. Acho lindo e justo. Nada como o frescor de um ano novo para nos lembrar que podemos ter metas e realizações pessoais para motivar cada dia. Confesso que cada dia mais que a vida vai ficando adulta, cada meta é difícil realizar em apenas um ano. São resoluções que dependem das decisões que tomaremos hoje para concretizar daqui 3,5 anos? por aí. A gente nem sabe. Realizando agora ou depois, tanto faz. É bom ter um direcionamento na vida. Com isso, a gente aprende a respirar e sossegar um pouco e ver que cada dia é uma conquista, que irá refletir lá na frente. A vida pede responsabilidade.

Quando percebi isso, passei a dividir a minha lista de metas de formas diferentes: para agora e para daqui alguns anos. Para agora, escrevo as minhas maiores dificuldades do ano passado para buscar melhorar como pessoa e, coloco em outra parte, os sonhos e planos que penso em concretizar como viagem, planejar isso e aquilo para ano que vem e enfim.

Em 2017 eu quero ser mais relaxada. Não surtar com a casa suja, não perder a paz porque o chão está cheio de patas e pêlos. Desejo mais jogo de cintura para lidar com problemas da vida de acordo com o nível de cada um: Não surtar com algo pequeno e não me desequilibrar com besteiras do dia a dia.

Em 2017 eu quero ter um espírito mais empreendedor. Tentar organizar, planejar e criar estratégias para minhas ideias. Ou conseguir pedir ajuda de alguém que tenha essa qualidade mais aflorada para trabalharmos juntos, hahah.

Em 2017 eu quero me dedicar ainda mais pela nossa alimentação e bem-estar. Mexer mais nas minhas plantas e ler mais nas horas vagas. Descobrir novas maneiras de termos uma vida com menos industrializado em todos os sentidos possíveis para sermos mais sustentáveis e independentes.

Cada ano que passa minhas listas ficam um pouco menores. Não por ser linda e perfeita a vida, mas porque percebi que não adianta criar uma lista com 30 itens como eu fazia com 15 anos. Terminava o ano com 2 checks. Viver já toma da gente um tempo danado. Ainda mais quando os itens são pessoais e de hábitos que precisamos criar. É preciso tempo e força de vontade. Fora quando é necessário acrescentar as surpresas bacanas que vamos tendo durante o caminho, né? Gosto muito de parar no final do ano e pensar que conseguimos de alguma forma, criar algo sólido e que foi prazeroso de conquistar. Ainda que no começo seja difícil e doloroso lidar com certas dificuldades pessoais.

E vocês? como planejam as listas de metas para 2017? <3

Agora, estamos de volta! 😀

AMOR, CRÔNICAS

> meu amor tem nome

10/01/2017

Quando o conheci adorava como se divertia com a rotina e qualquer coisa. Confesso, esperava o ano em que este encanto passaria. Depois parei de contar e comecei a apreciar. Fábio chora de rir de coisas que me deixam doida. Ri do leite que joguei sem querer na parede, do tênis atolado de lama, do chão imundo de patas, de ficar suado após andar de bike para encontrar alguém ou trabalhar. Fábio dá jeito pra tudo para aproveitar o agora. Espero que, com os anos, este dom, seja contagioso.

Fábio tem outro dom, ele não precisa me levar para o fim do mundo para colecionar lembranças incríveis. Nosso hobby virou planejar e administrar. Um mês trocamos as panelas, no outro vamos em um lugar diferente. Eu me empolgo, mas ele aprendeu a sonhar quietinho e vai me contando conforme dá. Já sabe que não pode me dar tanta corda assim pra voar – mas me deixa solta pra ir e vir ou pousar.
Fábio não tem medo da vida ser pacata. Ele também sabe quando estou envergonhada e tenta contornar a situação contando que estou envergonhada. Fábio me envergonha. No começo me deixava indignada como ele jurava que sabia tanto de mim. Odiava como ele tinha razão. Depois, paramos de querer ter razão. Hoje, pergunto pra ele o que eu quero jantar. Fábio se diverte com meus defeitos. Conta sempre como ocupo 70% da cama, porém não cansa de dividí-la comigo. Mas, não se conforma como sempre deixo a chave do lado de fora da porta.
Fábio observa tudo ao redor e se diverte quando choro sem explicação. Adora quando falo com a voz mais idiota possível com o Ringo e quando faço jingles para a Lucy. Fábio gosta de me ver feliz por nada. As vezes faz uma dança idiota para isso acontecer ou sorri calado quando canto “que vida boaaaa” depois de tomar banho no chuveiro que enchi o saco para ele comprar uma ducha forte. As vezes canto só para vê-lo sorrir. E a vida é boa.
Dos 3 choros que vi nos olhos de Fábio em quase 7 anos, um deles foi ao me ver abobada quando me deu um violino de aniversário. Fábio se emociona com gente feliz. E presenteia muito bem. Eu sou péssima, não lembro data, nome, rosto. Fábio decora até o semblante dos meus colegas que ele não conhece pessoalmente. Acho incrível. O recomendo para todo mundo como amigo: Ele dá chance para tudo. E como! Fábio acredita até demais nas pessoas. Digo orgulhosa e surpresa que carreguei o saco de 20kg de ração dos cachorros sozinha e ele diz “eu acredito, pequena”. Achava que era difícil surpreendê-lo, mas é o contrário. Ele não vê ninguém como pequeno. Fábio não precisa de nada para estar bem e eu não canso de apreciar isso. Afinal, é encantador dividir a vida com o amor.

Admito: antes eu não ligava muito para o nome Fábio. Depois acabei me apaixonando pelo nome também, e sorrio com os olhos fechados antes de pronunciar o Fá, mas o chamo mesmo é de Fabinho. Resolvi mudar este texto de “você” para Fábio para fazer mais sentido. A pessoa que me deixou sem palavras, a mesma que eu poderia escrever por linhas e linhas sem perder o sorriso. Com quem fez todo o sentido e trouxe um nome para o meu verbo amar.

Bom, já repeti demais, deu pra decorar.

VIDA

> Feliz ano novo, novo mesmo!

02/01/2017

Eu sempre começo ou termino o ano com um texto aqui no blog. Desde o começo foi assim. Parece que eu tinha as palavras na ponta da língua e quase faladas do coração. Este ano foi diferente.

2016 me deixou sem palavras com alguns momentos de tirar o fôlego de felicidade, até dias difíceis que nunca imaginei que poderia imaginar passar. Engraçado, o ano não foi ruim, apenas dureza. Encerrei os últimos dias simplesmente querendo ser e estar inteira no momento presente. Fiz o que tinha pra terminar e fazer. Não fiz lista e não parei para sonhar. Dá um certo frio na barriga pensar assim. Um certo receio de perder tempo, fazer errado, parecer desleixada com o futuro. A gente perdeu o costume de viver por viver.

Logo eu quem gosto de planejar, tentar organizar e curtir o caminho antes, ainda não fiz. Ando deixando cada dia ser como tem que ser, como eu ainda não planejei. Sigo, até agora, me surpreendendo: com o nada, com algo, com a vida.

Em 2017, quero bater no peito com responsabilidade de fazer o meu melhor para viver a vida da melhor forma. Afinal, não somos feitos só de desejos. A saúde, a paz, o amor vem de cada um.

Este será um ano diferente, pelo visto. Um ano para aprender: amar e viver. 2016 foi para ensinar que a gente aguenta. Que a gente precisa. Parar de perder tempo, discutir por bobagem, colocar a intolerância de lado e só querer que aquele futuro brilhante chegue logo. O futuro é o agora.

Em 2017, quero viver a vida que tenho para viver. E é isso. Achei que não tinha nada para dizer e escrever aqui. Talvez este único item já tome a lista inteira. Que bom! Este é mais um ano que gente se vê aqui com muitas histórias – tudo indica. 🙂 Vamos com frio na barriga mesmo!

Feliz ano novo, migos!

Fotografia

> Pedaços + Momentos: Contagem Regressiva

20/12/2016

O calendário de 2017 já está pendurado na casa, no escritório e na geladeira. Já quase mudamos de ano, só ele quem ainda não saiu de nós.

É engraçada a sensação de virar um ciclo. Por mais que a gente decida viver um dia por vez, um ano novo a cada dia, um calendário ainda nos prende. Tiramos esta semana para backupear arquivos, organizar documentos, pagar, arquivar, organizar, limpar, separar, doar. Muitos verbos, muitas ações para quatro dias não inteiros. Mas, toda essa vontade de renovar, faz com que o tempo renda e passe tão rápido. Engraçado.

Todo dia, olhamos um para o outro e falamos: faltam 10 dias…9 dias…8 dias… Não vemos a hora de viajar e matar a saudade da família do Fabinho. Este ano ele manteve a promessa de conseguir ir mais vezes. Eu, já nem tanto. Mal posso esperar para ver todo aquele verde, rir de piadas bobas no quintal e não fazer nada. Já por outro lado…

Lucy e Ringo desta vez não irão com a gente. Ficarão com os meus pais aqui em SP. Apesar deles amarem e se sentirem tão em casa por lá quanto aqui, com a gente parece que falta um pedacinho. Esta semana eles estão todas as noites com a gente no quarto, bate uma saudade antecipada. Eles, não fazem a menor ideia. Andam pela casa preguiçosos também, não sei se cansaram de 2016, se é a chuva, a falta do sol ou a bolinha que esta embaixo da pia e Lucy não viu.

Todo mundo querendo e precisando de um tempinho a sós, pra nada, se perder, para encontrar algum tudo.

CRÔNICAS, VIDA

> O que é pra ser, vai ser.

19/12/2016

“O que é pra ser, vai ser”, parece tão óbvio, tão simples, mas, claro, não é.

A gente cresce ouvindo uma lista gigantesca de desculpas esfarrapadas do porquê as coisas não deram certo para gente. Porquê o time não ganhou, não foi convidada para a festa, o dia não foi bom, o sonho não deu certo neste ano. A única verdade e que é dura de aceitar é: não deu certo, porque não deu.

Da mesma forma que “o que é pra ser, vai ser”, o que não é, não vai ser.

Essa frase na negativa, não soa tão bela quanto a famosa no título. É óbvio. A gente só quer pensar no que pode dar certo, no que irá sair tin-tin por tin-tin de como sonhamos e imaginamos que nos fará bem. Quando deveríamos no preparar para pensar e aceitar que as coisas irão dar errado. Não uma, ou duas, mas algumas vezes na vida. Não dar certo nem sempre é sinal de que deu errado.

Não importa se você guardou o seu sonho a sete chaves em um diário, se contou pra meio mundo, se nunca nem o escreveu em um papel de guardanapo, se comentou com a fofoqueira das amigas. Se for pra ser, vai ser. MAS, é bom saber: se não for, não vai ser. A gente aponta que a culpa foi do olho gordo, da fé que colocamos demais ou do medo que surgiu. Por que parece ser tão difícil aceitar que não foi a hora certa?

Aceitar quando as coisas não acontecem como a gente quer é dar um peso mais leve para o nosso mundo. Carregar uma mala mais compacta e sem excessos para viver. É desejar que a vida aconteça e, que talvez, se molde em como sonhamos e desenhamos em nossos sonhos. A gente nem sempre sabe o que é melhor pra nós. É triste lidar com isso. A gente sabe o que é bom agora, olhando para frente. Contar com o tempo das coisas é aceitar uma visão de andares mais altos do que podemos enxergar. Um plano.

Queria que tudo acontecesse como imagino? É claro. Algumas vão. Outras a vida irá ensinar que eu estava bem enganada sobre a felicidade, outras irá surpreender ou esfregar na nossa cara que foi muito melhor assim. Pode não ser hoje, amanhã, ano que vem ou no próximo ano bissexto. Em algum momento vai.

Corre, luta, estuda, treina, aprimore, sonhe, planeje, invente, crie, faça contas, invista. Se for pra ser, vai ser. Senão for, resta aprender e agradecer. Não arranja culpa ou desculpa. Algo foi preciso levar disso.

As coisas nem sempre dão certo, infelizmente, mas quando dão são inesquecíveis e incríveis. Acredite. Quanto ao tempo e o que a vida acha melhor para cada um, não há o que fazer. Aceite. Faz parte – ou não faz. Vai saber.